quarta-feira, 19 de abril de 2023

LEITURA ORIENTADA - 8.º D

 

Conto “Natal” 

Miguel Torga


  

Acho que este conto transmite uma mensagem sobre a humanidade das pessoas e transmite também a verdadeira situação de um pedinte e dos obstáculos que este passa. Mostra que as pessoas não têm humildade nem nas alturas natalícias e mostra que os velhinhos/idosos acabam muitas vezes sozinhos.

                                                                                                       Maria Marçôa

 

Eu acho que este conto fala infelizmente de uma grande realidade, que deve ser cada vez melhorada: a solidão dos idosos. E dá- nos a perceber que o Natal é uma época importante. Eu gostei muito do conto sobre o Garrinchas.

                                                                                                                                   Duarte Sanches

 

Eu acho que o conto traz uma mensagem Natalícia, a dizer que não é preciso muito para passar um Natal mais alegre. Este conto mostra que não é necessário ter boas prendas, o que realmente importa é passar o Natal com a família. O verdadeiro presente de Natal é a família, podes até ter frio por fora mas com a família, ficas quentinho por dentro. Os idosos são os mais solitários, muitas vezes por simples problemas, os filhos estão noutros países ou não têm tempo para estar com eles. Há que aproveitar a vida e os Natais porque só existem uma vez no ano. A vida é cheia de altos e baixos, temos de aproveitar o tempo que ainda existe com quem amamos.

                                                                                                                                  Artur Fernandes

 

Gostei bastante de ler o conto “Natal”, pois mostra-nos o que muitos idosos passam (solidão), como o Garrinchas por não ter família e as pessoas da aldeia não o ajudarem com nada. Além disso, mostra-nos também que, se tivermos força de vontade e se quisermos mesmo alguma coisa, conseguimos enfrentar qualquer problema que tenhamos. O Garrinchas, mesmo sendo velhote e custando-lhe fazer grandes viagens, lutou (apesar de não ter conseguido) para tentar chegar à sua aldeia na noite de Natal, porque ele tem um amor muito grande à sua terrinha e também é uma maneira de ele mostrar que gosta do sítio onde cresceu.

                                                                                                                                            Yara Frazão

 

Achei o conto muito bonito e interessante porque Garrinchas mostra que mesmo velho, com frio e fome, ele faz um esforço para conseguir passar o Natal na sua aldeia natal. Este conto além de mostrar o carinho que o velhinho tem pela aldeia que antes chamava de lar também mostra a humildade e solidariedade que ele tem quando depois de entrar na "casa “de Maria oferece o que tinha à Santa como agradecimento de poder entrar na sua casa. Este texto é um conto de Natal que deve ser lido com muita atenção e carinho para se entender a mensagem que é tão especial.

                                                                                                                                    Andreia Alves

 

O conto "Natal" pareceu-me interessante, pois o idoso, mesmo sem família, arranjou alguma maneira de se entreter apesar de não ter conseguido chegar à sua aldeia. Ele ultrapassou essa dificuldade e alegrou-se um pouco quando entrou numa capela. Ao Garrinchas pareceu-lhe que a Maria, a mãe de Jesus, estava contente com a chegada dele e ele construiu um pequeno presépio para tentar fingir que não estava sozinho.

                                                                                                                                        Josué Lopez


Agradou-me imenso este conto "Natal", acho que, embora Garrinchas não tivesse conseguido concretizar o seu desejo de voltar para a sua terra, ele acabou por achar um abrigo passando lá a consoada com a "companhia" de Maria e do menino Jesus. Achei engraçado e bonito o facto de Garrinchas na situação em que passou a consoada, acabar por constituir o presépio, sendo ele um suposto S. José. Um aspeto que acho importante realçar é que embora este conto seja um conto natalício, ele também nos dá a entender uma infelicidade que é a solidão. Garrinchas é um velhinho que não tem família, e nem as pessoas da sua aldeia natal são solidárias com ele, mesmo sendo consoada, um momento de alegria para se comemorar juntos. Tirando esse último aspeto, acho o conto muito interessante e recomendo a leitura para as pessoas que gostam de um conto com uma pitada de Natal.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                  Beatriz Silva

 

Acho que o conto é interessante e bonito porque fala sobre uma história de Natal. 

                                                                                                                                  Eduardo Neves

 

 Eu acho que este conto nos fala sobre um problema da sociedade: a solidão dos idosos. Mostra-nos a magia do Natal e o facto de o Garrinchas fazer tudo para chegar à sua terra natal para comemorar o Natal.

                                                                                                                                Inês Gomes

 

O conto é interessante, porque é sobre o Natal

                                                                                                                                     António Oliveira

 

Eu acho que este conto nos fala sobre a uma situação atual e revela que ainda existem alguns problemas na sociedade. Também nos fala que não é preciso ter prendas para passar o Natal. Na minha opinião, este conto é muito interessante para a nossa idade.

                                                                                                                            Rodrigo Temporão

 

Eu achei este conto muito interessante, pois Garrinchas além de estar numa situação de pobreza e já ter alguma idade nunca desistiu de concretizar o seu sonho de Natal (festejar o natal na sua terra) e isto demonstra que ele era resistente, corajoso e não desistia dos seus sonhos.

                                                                                                                            Afonso Temporão

 

Este conto sobre o Natal é muito interessante, destaca um problema da sociedade: a pobreza. O conto transmite uma mensagem sobre o espírito natalício e mostra como é passar o Natal sozinho, isolado. Garrinchas teve sorte apesar de não ter passado o Natal na sua terra natal, como tanto desejara. Mesmo assim, passou-o na presença de Maria e o menino Jesus. E com a presença desses dois espíritos da religião cristã, fez-se um presépio humano. A mensagem é muito bonita e incentiva a ultrapassarmos as nossas dificuldades e a viver e refletir sobre a vida.

                                                                                                                                         Mariana Certal

 

quarta-feira, 15 de março de 2023

LEITURA ORIENTADA

 


A Menina do Mar

de Sophia de Mello Breyner Andresen

 

Um rapaz encontrou uma Menina do Mar a brincar com os seus amigos: um polvo, um caranguejo e um peixe.

O rapaz tentou levar a menina, o que provocou uma enorme discussão que facilmente se resolveu.

E ficaram todos muito amigos.

A Menina do Mar queria conhecer o mundo dele. Tentaram, mas foram impedidos.

A Menina do Mar e os seus amigos  tiveram de mudar de praia por causa desse acontecimento e o rapaz ficou muito triste.

Um dia, o rapaz  conseguiu ir até à praia onde ela estava e reencontrou a amizade.

Eu gostei deste livro, pois é fácil de ler e relata uma história interessante sobre amizade de seres vivos diferentes.

É um livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 5º ano, pelo que apresenta um conteúdo apropriado para crianças.

Carolina Sousa, n.º 8, 5.º E

LEITURA ORIENTADA

 
Ali Babá e os Quarenta Ladrões 

Adaptação para língua portuguesa: António Pescada

 

 Escolhi este livro pelas seguintes razões:

-       Ser uma leitura recomendada para o 6º ano;

-       Fazer parte do Plano Nacional de Leitura;

-       Ter boas Ilustrações.

 Ali Babá era um bondoso e modesto lenhador que vivia numa cidade do Oriente, no sopé da montanha Qâf.

Ali tinha um irmão, mais velho, chamado Qassem, que era casado com a filha de um rico mercador, que lhe deixou os seus bens.

Certo dia, Ali Babá andava a trabalhar na floresta quando viu uma coluna de cavaleiros aproximar-se.

Com medo e alguma curiosidade, Ali escondeu-se no cimo de uma árvore e ficou a observar.

Eram 40 ladrões.

Para espanto de Ali Babá, um dos ladrões aproximou-se de uma rocha e gritou:

-  “Abre-te Sésamo!”

Ditas estas palavras, a rocha deslocou-se e os quarenta ladrões entraram para o seu interior.

Ali continuou escondido até que os ladrões saíssem da rocha. Quando eles voltaram a aparecer, Ali contou-os novamente. Quarenta, incluindo o chefe. Assim confirmou que todos tinham saído.

Quando a coluna de cavaleiros se afastou Ali Babá dirigiu-se à rocha e proferiu as palavras antes ditas, para ver se também a ele a rocha obedecia.

-  ”Abre-te Sésamo!”

A rocha abriu-se, novamente, e Ali Babá entrou e deparou-se com um enorme tesouro. Aquele espantoso tesouro deveria ter sido acumulado por diversas gerações de ladrões. Ali Babá pensou que dois sacos de moedas chegariam para o tornar num homem rico. Encheu, então, os dois sacos que levou para casa no seu burro, escondidos debaixo de feixes de lenha. Quando chegou a casa, mostrou à sua mulher, Feiruz, e pediu-lhe que guardasse segredo.

 Será que o segredo ficou bem guardado?

 Ali Babá estava longe de imaginar os problemas e aventuras que a descoberta das palavras mágicas, que davam acesso ao tesouro dos bandidos, trariam à sua vida.

Para saberem mais sobre as aventuras vividas por Ali Babá, recomendo-vos a leitura deste empolgante livro.

 Afonso Romão, n.º 1, 6.º E

LEITURA ORIENTADA

 O Planeta Branco


O livro que eu escolhi intitula-se “O Planeta Branco”. O autor é Miguel Sousa Tavares e as ilustrações são de Rui Sousa.

Escolhi este livro porque já li um outro deste autor e gostei muito.

Como podem ver, a capa tem uma imagem muito simples que nos mostra o espaço e um pouco do Planeta Branco

    Este livro fala sobre uma aventura vivida por três astronautas: Lydia, Lucas e Baltasar.

   Os três amigos partiram do deserto do Sahara, em África, na nave Ítaca-3000 para tentarem descobrir água no planeta Orizon S-3 no Terceiro Sistema Solar.

   Tinham como missão salvar o planeta Terra, porque, devido a vários fenómenos, a vida na Terra estava ameaçada.

   Em Terra, estavam Marko e Bianca que iam dando instruções e faziam de tudo para animá-los. Contudo, um erro de cálculo fez com que os astronautas se desviassem da rota e, em vez de chegarem ao planeta Orizon, foram parar ao planeta Branco, puxados por uma força estranha.

   Quando lá chegaram, estavam com um aspeto envelhecido, como se tivessem passado trinta anos. Como tinham tomado um medicamento para dormir, porque pensavam que iam morrer batendo contra alguma coisa, não se lembravam do que tinha acontecido.

   Em Terra, todos pensaram que os astronautas tinham morrido porque tinham perdido o sinal de comunicação.

   No planeta Branco, foram recebidos por um homem todo de branco e cabelos longos que lhes disse que os tinha puxado até ali, porque estavam a seguir a rota errada que os ia levar a um lugar sem fim. Esse homem também lhes disse que o planeta Branco era um lugar onde estavam os mortos do planeta Terra, mas, os que tinham sido boas pessoas ou que tinham morrido cedo eram transformados em estrelas que conseguiam ver o que se passava na Terra.

   O homem informou-os que ia ajudá-los a regressarem a casa para continuarem a sua vida. Porém, não iriam lembrar-se de nada sobre o planeta Branco, porque não podiam contar a ninguém o que tinham descoberto. Ainda lhes disse que a morte não é o fim, mas sim o descanso da vida e que os homens que vivem na Terra têm o dever de a salvar.

   Os três astronautas decidiram seguir o conselho do homem de branco e voltar para casa, desistindo de procurar o planeta Orizon.

   Quando entraram na nave, o seu aspeto voltou ao normal e eles não se recordavam de nada. Voltaram a conseguir comunicar com Terra, e os seus amigos não acreditavam que eles estavam vivos, porque já tinham passado quase vinte e quatro horas desde a última vez que se tinham comunicado.

         Esta obra é interessante, porque nos alerta para o facto de o Homem estar a destruir o planeta Terra com a poluição, a destruição das florestas, provocando alterações no clima.

Martim Campos, 6.º E