domingo, 18 de outubro de 2026

Os primeiros dias de aulas…contado pelos meus alunos do 5ºAno!

              No meu primeiro dia de aulas, na escola nova, senti-me com um frio na barriga…também feliz, mas com medo e nervosa!

            Afinal, adorei esta escola onde conheci pessoas novas, já fiz amizades… depois de pensar que não iria gostar nem da escola nem dos professores.

            O maior medo que eu tinha era ficar sozinha, mas isso nunca irá acontecer aqui! Pois, é muito grande e há muita gente.

            Já estou na segunda semana, e ainda não sei o nome de todos os professores, pois são muitos!

            Já ia esquecer-me de di
zer…que acho muito giro poder dizer que agora, tenho uma diretora de turma e muitos professores.

            Até agora, a matéria que mais gostei foi de Educação visual, mas, da professora, nem por isso. Ela é muito brava!

 

Maria Júlia Pereira, N.º 15, 5.º B

 

Os primeiros dias de aulas…contado pelos meus alunos do 5ºAno!

      No dia catorze de setembro acabaram-se as minhas férias de verão.

     No dia quinze de setembro começaram as minhas aulas… Nesse dia, eu estava muito nervoso porque era tudo diferente.

   Quando entrei na escola, fiquei confuso porque não sabia onde era a minha nova sala de aulas, e tive de per
guntar ao funcionário e lá consegui chegar, não muito atrasado.

      Já conheci novos professores, educados…mas, a parte pior foi à saída da escola, pois estava uma fila enorme e eu saí dali não muito cedo!

     Na primeira semana, fiquei muito nervoso por causa dos novos professores e professoras e também por causa da funcionalidade da nova escola…pelos horários estranhos e confusos…ficar sempre a trocar de salas de aula e horários de saída, que grande confusão na minha vida!

    Nos dias mais recentes, ainda fico um pouco nervoso e tento chegar o mais cedo possível àquela saída da escola!

    Esta escola é incrível…menos a saída, mas ainda estou a acostumar-me a esta nova realidade!

 

Miguel Borba, N.º11, 5.º D

           

 

 

 

 

 

 

 

 

Os primeiros dias de aulas…contado pelos meus alunos do 5ºAno!

 


No meu primeiro dia de aulas conheci a escola toda.

            Estava feliz…porque ia rever os meus antigos amigos e ia fazer outros novos.

            Nesse dia, a diretora de turma deu-nos os cartões da escola e explicou-nos como funcionam.

            Durante a aula, foi-nos mostrar a escola: cantina, salas e corredores do intervalo, mas, antes disso, a diretora de turma apresentou-se e eu achei-a muito simpática!

            Quando estávamos na sala, observei os meus colegas…eu só conhecia duas meninas e um menino. Para mim, era diferente!

             Nesse momento, tive saudades da minha antiga escola e da minha antiga turma. Mas, comecei a pensar que era uma oportunidade de fazer novos amigos. Logo notei que ia ser um ano diferente, mas estava contente porque consegui ver os meus antigos colegas de turma e percebi que íamos continuar a ser amigos.

            Disto tudo… o que mais me impressionou na escola foi o bar e a papelaria!

            Assim passou a minha manhã na nova escola e…senti-me muito feliz!

 

       Lara Esteves, N.º 12 5.º B

 

Os primeiros dias de aulas…contado pelos meus alunos do 5ºAno!

 

Eu estava muito nervosa e ansiosa para o meu primeiro dia numa escola nova…

Já sabia quem iria estar na minha turma e também sabia quem seria novo por lá!

Quando cheguei…sentei-me num banco à espera de alguém conhecido…até que chegou a minha amiga Sara e depois, foram chegando os outros!

Eu adorei aquele reencontro!

No segundo dia, conheci alguns professores e…são o máximo!

Críticas negativas sobre a escola? Nenhuma.

A escola é incrível e críticas boas estou cheia dela
s! O bar… nem se fala! É tão fixe e o pão com manteiga e um suminho…huuuummmm! Cai mesmo bem!

Agora já conheço tudo e estes foram os meus primeiros momentos…felizes…por aqui!

  

Sara Pereira, N.º17, 5.º B

 

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Mensagem de Abertura2026 - 2027

 Olá, a todos



Sejam bem-vindos os que regressam e os novos alunos e colegas.

O tempo passou, o calor parece que também e nós estamos de volta, para mais um ano letivo, para trabalharmos em conjunto no sucesso escolar e pessoal de todos os alunos.

Este blogue continua com a porta aberta para as vossas opiniões e publicações, sejam elas com caráter informativo, sejam como forma de expressão escrita, resultado de leituras feitas,  do vosso maior ou menor agrado.

Relembramos que a leitura é muito importante para o desenvolvimento de várias literacias, sendo que dela podem resultar trabalhos escritos, da vossa autoria, que ficarão nesta página no tempo e de caras para o mundo.

Relembramos que para poderem ver publicado um trabalho vosso, uma opinião, um comentário, devem enviá-lo em suporte digital para os seguintes mails:

pauladuque@aemoncao.com

deusgoncalves@aemoncao.com

helenamagalhaes@aemoncao.com

Ou

Entregar em papel nas bibliotecas da tua escola.

Apelamos também, aos professores de Português, o incentivo dos seus alunos para esta participação.

Participar não implica obrigatoriamente escrever muito.

Anima-te!

Deixa o teu nome e a tua participação online.

Quem sabe, daqui a uns anos, vais recordar o que escreveste agora!

Queremos que este blogue seja construído por todos.

                                                                                                   Prof.ª Helena Magalhães

 

 

sexta-feira, 19 de junho de 2026

 

Misericórdia de Lídia Jorge - oferta de Natal de 2024 do tio mais querido e próximo que tenho.


Desejo veementemente continuar a trocar as nossas mensagens deliciosas por muitos anos. E, já agora, aproveito o momento para lhe lançar um desafio: Porque não me envia os seus pareceres, opiniões sobre tantos e tantos livros que eu sei que leu. Não precisa de se preocupar com a forma. Se bem que eu sei que isso é impossível. Mas, às vezes, em poucas palavras consegue-se dizer muito. Partilhe convosco e com o mundo o que pensa sobre cada um dos livros que e leu. Só faz um de cada vez e será publicado no Blogue da Biblioteca do nosso agrupamento, outrora a sua casa. Ainda é recordado com muito carinho. Eu vou ouvindo e eu também sei. Fico à espera.

 A meados de 2026 e ainda não consegui concluir a leitura desta obra de Lídia Jorge. Não me emociona. Acho-o exageradamente descritivo e repetitivo.

Já pensei em não o concluir, mas algo em mim espera que algo aconteça e me “obriga” a procurar surpresa e o encanto.

É como nos filmes…por vezes, estou a ver, não gosto, mas tenho sempre aquela esperança teimosa de que o final traga a grande mensagem, aquele input que emociona e que faz pensar: afinal parece que valeu a pena a espera. Nem sempre acontece…

457 páginas. Perdoe-me Lídia Jorge pela falta de compreensão, mas creio que com 200 ou mais ou menos…conseguiria transmitir a mesma mensagem.

As descrições são tão minuciosas e semelhantes que se tornam aborrecidas. Será a minha alma que não se compadece com alguma lentidão e urge-lhe rapidez.

Sim. É um facto que a vida, por vezes, ou muitas vezes, é aborrecida, mas lá vem uns dias que a tornam espantosamente bela.

A velhice, o fim da vida é, naturalmente e na maioria dos casos, triste porque as nossas capacidades físicas, intelectuais, emocionais também se vão baralhando e dão lugar a algo triste e incompreensível. Mas, é assim. Nada ou pouco a fazer. Ou talvez algo que a Ciência vá contribuindo e, claro o indispensável carinho humano que tanto alivia e produz sorrisos maravilhosos, com olhares que se cruzam de forma entranhável. E depois disso o dia valeu a pena.

E lá faço um intervalo na leitura porque ainda não consegui interrompê-la de forma definitiva e colocar o livro na estante do escritório e dizer quando o vejo: “aquele não consegui terminar!”

Já tenho outro à espera, também oferta de alguém que adoro. Dizem que é bom. Na verdade, preciso de ler algo bom, que me aporte novidade de ideias, pensamentos, abordagens, histórias.

E, de repente analiso, mais uma vez, a capa do “Misericórdia”, a quantidade de páginas, os prémios recebidos e volto a perguntar-me: Porque não gosto?

Perdoe-me a escritora e todos os que o apreciaram, quem mo ofereceu com tanto carinho. Eu tentei, eu continuo a tentar, mas ainda não consegui.

Talvez por conhecer bem esta realidade, nada me surpreendeu e com isto não quero dizer que as estadias em lares são necessariamente más, pelo contrário são uma necessidade das sociedades atuais e existem excelentes exemplos que nos prestam este apoio de retaguarda.

“Diga o que precisa, perguntou a Diretora. Mas eu preciso de alguma coisa que a Noronha não me pode dar. Um lugar seguro, inalcançável, inviolável, onde possa guardar o papel com a mensagem. Só que não há gaveta, não há bolso, não há bolsa, não há travesseiro, nem colchão, nem fundo de bainha, nem sola de sapato que só eu sozinha tenha acesso e essa é a dificuldade de me encontra a viver no Hotel Paraíso. Exílio. Não há nada que seja só meu, nem o meu corpo, nem o meu espírito.” Esta foi uma das intervenções da personagem principal.

É uma grande verdade, difícil de a gente se adaptar.

E, ainda bem que temos quem nos acompanhe, nos dê um banho, nos ajude a saber onde guardamos a roupa ou o papel da mensagem… sim, porque o mais provável é que nos esqueçamos e, ter de procurar é demasiado cansativo!

Prometo fazer um esforço para o terminar.

Tenho a certeza que muita gente gostou do livro.

Helena Magalhães