terça-feira, 28 de abril de 2026

 “O Gato que Salvava Bibliotecas”

    De Sosuke Natsukawa

 

Abril é o mês da Liberdade e da celebração dos livros, assinalada pelo Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor (23 de abril). É, por isso, o momento ideal para refletir sobre o verdadeiro valor da leitura.

     Em O Gato que Salvava Bibliotecas”, Sosuke Natsukawa, escritor japonês, apresenta-nos uma história delicada, mas profundamente atual. A obra aborda um problema cada vez mais evidente: a banalização da leitura e o consumo rápido e superficial de conteúdos. Num mundo dominado pela pressa, onde se lê muito, mas se absorve pouco, este livro surge como um convite à reflexão.

O autor lembra-nos que os livros não são meros objetos para encher prateleiras ou números em estatísticas. São, acima de tudo, ferramentas de transformação capazes de desenvolver o pensamento crítico, a empatia e a imaginação.

A narrativa centra-se na personagem Nanami, uma jovem apaixonada por livros, que estabelece uma ligação com um gato falante, Tigre. Juntos, embarcam numa missão inesperada: salvar livros que começam a desaparecer de uma biblioteca, um espaço que simboliza refúgio, memória e conhecimento.

Pelo caminho, terão de enfrentar desafios difíceis e uma figura enigmática que coloca à prova o verdadeiro significado da leitura.

Com uma escrita simples e envolvente, o autor mistura realidade e fantasia de forma harmoniosa, criando uma história que tanto encanta como faz pensar.

Este livro destaca a importância de preservar os livros, não apenas como objetos físicos, mas como património cultural e humano.

 

Se ainda não conheces este universo, vale a pena começar por O Gato que Salvava Livros”, a obra anterior do autor, que ajuda a compreender melhor o espírito desta história.

 Porque, no fundo, salvar livros… é também salvar leitores.

A Profª Rosa Fernandes

 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Texto de Opinião

SUPER-HERÓI


Na minha opinião, um super-herói deve ser corajoso e capaz de ajudar os outros.

Em primeiro lugar, um herói enfrenta dificuldades sem desistir e mostra coragem ao enfrentar perigos, como Ulisses os enfrentou.

Além disso, um herói deve ser inteligente e paciente; pensar antes de agir é muito importante.

Por fim, um super-herói não precisa de super poderes para ajudar e respeitar os outros.

Concluindo, todos nós podemos ser super-heróis; basta querer.

Érica Pereira, 6.ºD



Texto de Opinião

 “A teu ver, como deve ser um herói?”


Para mim, um herói não precisa de ter superpoderes nem de usar capa. Um herói é alguém que faz o bem, mesmo quando é difícil. Pode ser uma pessoa comum, como uma mãe, uma professora ou até uma amiga.

Um herói deve ser corajoso, mas não apenas para lutar. Deve ter coragem para dizer a verdade, ajudar quem precisa e defender quem é mais fraco. Também deve ser responsável e pensar nas consequências das suas ações. Um verdadeiro herói não ajuda para receber elogios, mas porque sabe que está a fazer o correto.

Acho que um herói também deve saber ouvir e respeitar os outros. Nem sempre é fácil ser justo ou paciente, mas essas qualidades fazem a diferença. Um herói pode errar, mas aprende com os seus erros e tenta melhorar.

No dia a dia, existem muitos heróis que passam despercebidos. São pessoas que ajudam os outros, que não desistem e que tornam o mundo um pouco melhor. Por isso, acredito que qualquer pessoa pode ser um herói, se agir com bondade, coragem e respeito.

Débora Rodrigues, n.º 5, 6.º DParte inferior do formulário

Apreciação Crítica

 Apreciação crítica do teatro T’Ulisses


A peça de teatro “T’Ulisses” foi muito divertida e interessante. Gostei muito de assistir, porque foi engraçada e estava muito bem preparada.

As personagens foram uma das partes de que mais gostei. Tinham emoções diferentes da história original, o que tornou a peça ainda mais divertida. Também achei graça ao nome do terceiro membro, “Coisinho”, que trouxe mais humor ao espetáculo.

A história fala de Ulisses, mas tem algumas mudanças em relação à versão original. Essas alterações tornaram a peça mais animada, com momentos engraçados e danças cheias de energia e criatividade. Houve partes em que nos ríamos muito e outras em que ficávamos em silêncio a prestar atenção.

Apesar de haver apenas três atores, eles representaram várias personagens em momentos diferentes, o que foi muito interessante e mostrou o seu talento.

Recomendo esta peça de teatro a todos, pois foi uma das melhores a que já assisti.



Carolina Bessada, nº 4,   6.º B

segunda-feira, 17 de novembro de 2025

EMOÇÕES

 RAIVA

 

A raiva é muito impaciente com tudo e com todos.

Quando está tudo bem, ela arranja sempre alguma forma de aborrecer alguém, mas eu sei que, no fundo, ela é boa pessoa.

Fisicamente ela é uma menina alta, magra, com cabelo curto e doirado, tem olhos castanhos e usa muitas roupas vermelhas que condiz com a sua cor natural “vermelha”.

Ela tem um coração enorme só que é consumido pelo seu estado natural: a “Raiva”.

Alice Santos, n.º 1, 6.º D

EMOÇÕES

 TÉDIO


 

Este é o tédio: é muito preguiçoso e também não gosta de falar, mas sempre que fala, não sei como, sai-lhe alguma coisa muito incrível.

Ele não é muito simpático, mas é inteligente. Só não gosta de estudar.

Não gosta de se arranjar e sai de casa com uma aparência de quem caiu da cama apesar de um belo cabelo azul-escuro.

Ele é incrível, uma grande emoção, fantástico e muito importante.

  

Mateus Mendes, nº13, 6.ºB

 A Paixão


A paixão é uma menina alta, cabelo castanho com madeixas vermelhas. Ela anda sempre com as bochechas levemente rosadas e ela tem apenas 11 anos. Ela é gentil, boa menina adora ajudar toda a gente.
Além disso ela adora ver as pessoas juntas. Mas não se enganem com ela, ela é forte e sabe por todos na linha.
A paixão é maravilhosa para todos.

 

Mónica Silva, nº 15, 6.ºB