domingo, 11 de outubro de 2026
segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Mensagem de Abertura2026 - 2027
Olá, a todos
Sejam bem-vindos os que regressam e os novos alunos e colegas.
O tempo passou, o calor parece que também e nós estamos de
volta, para mais um ano letivo, para trabalharmos em conjunto no sucesso
escolar e pessoal de todos os alunos.
Este blogue continua com a porta aberta para as vossas
opiniões e publicações, sejam elas com caráter informativo, sejam como forma de
expressão escrita, resultado de leituras feitas, do vosso maior ou menor agrado.
Relembramos que a leitura é muito importante para o
desenvolvimento de várias literacias, sendo que dela podem resultar trabalhos
escritos, da vossa autoria, que ficarão nesta página no tempo e de caras para o mundo.
Relembramos que para poderem ver publicado um trabalho vosso, uma opinião, um comentário, devem enviá-lo em suporte digital para os seguintes mails:
Ou
Entregar em papel nas bibliotecas da tua escola.
Apelamos também, aos professores de Português, o incentivo dos
seus alunos para esta participação.
Participar não implica obrigatoriamente escrever muito.
Anima-te!
Deixa o teu nome e a tua participação online.
Quem sabe, daqui a uns anos, vais recordar o que escreveste
agora!
Queremos que este blogue seja construído por todos.
sexta-feira, 19 de junho de 2026
Misericórdia de Lídia Jorge - oferta de Natal de 2024 do tio mais querido e próximo que tenho.
Desejo veementemente
continuar a trocar as nossas mensagens deliciosas por muitos anos. E, já agora,
aproveito o momento para lhe lançar um desafio: Porque não me envia os seus
pareceres, opiniões sobre tantos e tantos livros que eu sei que leu. Não
precisa de se preocupar com a forma. Se bem que eu sei que isso é impossível.
Mas, às vezes, em poucas palavras consegue-se dizer muito. Partilhe convosco e
com o mundo o que pensa sobre cada um dos livros que e leu. Só faz um de cada
vez e será publicado no Blogue da Biblioteca do nosso agrupamento, outrora a
sua casa. Ainda é recordado com muito carinho. Eu vou ouvindo e eu também sei.
Fico à espera.
Já pensei em não o
concluir, mas algo em mim espera que algo aconteça e me “obriga” a procurar
surpresa e o encanto.
É como nos filmes…por
vezes, estou a ver, não gosto, mas tenho sempre aquela esperança teimosa de que
o final traga a grande mensagem, aquele input que emociona e que faz pensar:
afinal parece que valeu a pena a espera. Nem sempre acontece…
457 páginas. Perdoe-me Lídia
Jorge pela falta de compreensão, mas creio que com 200 ou mais ou menos…conseguiria
transmitir a mesma mensagem.
As descrições são tão
minuciosas e semelhantes que se tornam aborrecidas. Será a minha alma que não
se compadece com alguma lentidão e urge-lhe rapidez.
Sim. É um facto que a
vida, por vezes, ou muitas vezes, é aborrecida, mas lá vem uns dias que a
tornam espantosamente bela.
A velhice, o fim da vida
é, naturalmente e na maioria dos casos, triste porque as nossas capacidades
físicas, intelectuais, emocionais também se vão baralhando e dão lugar a algo
triste e incompreensível. Mas, é assim. Nada ou pouco a fazer. Ou talvez algo
que a Ciência vá contribuindo e, claro o indispensável carinho humano que tanto
alivia e produz sorrisos maravilhosos, com olhares que se cruzam de forma entranhável.
E depois disso o dia valeu a pena.
E lá faço um intervalo na
leitura porque ainda não consegui interrompê-la de forma definitiva e colocar o
livro na estante do escritório e dizer quando o vejo: “aquele não consegui terminar!”
Já tenho outro à espera,
também oferta de alguém que adoro. Dizem que é bom. Na verdade, preciso de ler
algo bom, que me aporte novidade de ideias, pensamentos, abordagens, histórias.
E, de repente analiso,
mais uma vez, a capa do “Misericórdia”, a quantidade de páginas, os prémios
recebidos e volto a perguntar-me: Porque não gosto?
Perdoe-me a escritora e todos
os que o apreciaram, quem mo ofereceu com tanto carinho. Eu tentei, eu continuo
a tentar, mas ainda não consegui.
Talvez por conhecer bem
esta realidade, nada me surpreendeu e com isto não quero dizer que as estadias
em lares são necessariamente más, pelo contrário são uma necessidade das
sociedades atuais e existem excelentes exemplos que nos prestam este apoio de
retaguarda.
“Diga o que precisa, perguntou
a Diretora. Mas eu preciso de alguma coisa que a Noronha não me pode dar. Um
lugar seguro, inalcançável, inviolável, onde possa guardar o papel com a mensagem.
Só que não há gaveta, não há bolso, não há bolsa, não há travesseiro, nem
colchão, nem fundo de bainha, nem sola de sapato que só eu sozinha tenha acesso
e essa é a dificuldade de me encontra a viver no Hotel Paraíso. Exílio. Não há
nada que seja só meu, nem o meu corpo, nem o meu espírito.” Esta foi uma das
intervenções da personagem principal.
É uma grande verdade, difícil
de a gente se adaptar.
E, ainda bem que temos
quem nos acompanhe, nos dê um banho, nos ajude a saber onde guardamos a roupa
ou o papel da mensagem… sim, porque o mais provável é que nos esqueçamos e, ter
de procurar é demasiado cansativo!
Prometo fazer um esforço
para o terminar.
Tenho a certeza que muita
gente gostou do livro.
Helena Magalhães
terça-feira, 28 de abril de 2026
De Sosuke Natsukawa
Abril é o mês da Liberdade e da celebração dos
livros, assinalada pelo Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor (23 de
abril). É, por isso, o momento ideal para refletir sobre o verdadeiro valor da
leitura.
O autor lembra-nos que os livros não são meros
objetos para encher prateleiras ou números em estatísticas. São, acima de tudo,
ferramentas de transformação capazes de desenvolver o pensamento crítico, a
empatia e a imaginação.
A narrativa
centra-se na personagem Nanami, uma jovem apaixonada por livros, que estabelece
uma ligação com um gato falante, Tigre. Juntos,
embarcam numa missão inesperada: salvar livros que começam a desaparecer de uma
biblioteca, um espaço que simboliza refúgio, memória e conhecimento.
Pelo caminho, terão de enfrentar desafios
difíceis e uma figura enigmática que coloca à prova o verdadeiro significado da
leitura.
Este livro
destaca a importância de preservar os livros, não apenas como objetos físicos,
mas como património cultural e humano.
Se ainda não conheces este universo, vale a
pena começar por “O Gato que Salvava Livros”, a obra anterior do
autor, que ajuda a compreender melhor o espírito desta história.
A Profª Rosa
Fernandes
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Texto de Opinião
SUPER-HERÓI
Na minha opinião, um super-herói deve ser corajoso e capaz de ajudar os outros.
Em primeiro lugar, um herói enfrenta dificuldades sem desistir e mostra coragem ao enfrentar perigos, como Ulisses os enfrentou.
Além disso, um herói deve ser inteligente e paciente; pensar antes de agir é muito importante.
Por fim, um super-herói não precisa de super poderes para ajudar e respeitar os outros.
Concluindo, todos nós podemos ser super-heróis; basta querer.
Érica Pereira, 6.ºD
Texto de Opinião
“A teu ver, como deve ser um herói?”
Para mim, um herói não precisa de ter superpoderes nem de usar capa. Um herói é alguém que faz o bem, mesmo quando é difícil. Pode ser uma pessoa comum, como uma mãe, uma professora ou até uma amiga.
Um herói deve ser corajoso, mas não apenas para lutar. Deve ter coragem para dizer a verdade, ajudar quem precisa e defender quem é mais fraco. Também deve ser responsável e pensar nas consequências das suas ações. Um verdadeiro herói não ajuda para receber elogios, mas porque sabe que está a fazer o correto.
Acho que um herói também deve saber ouvir e respeitar os outros. Nem sempre é fácil ser justo ou paciente, mas essas qualidades fazem a diferença. Um herói pode errar, mas aprende com os seus erros e tenta melhorar.
No dia a dia, existem muitos heróis que passam despercebidos. São pessoas que ajudam os outros, que não desistem e que tornam o mundo um pouco melhor. Por isso, acredito que qualquer pessoa pode ser um herói, se agir com bondade, coragem e respeito.
Débora Rodrigues, n.º 5, 6.º DParte inferior do formulário
Apreciação Crítica
Apreciação crítica do teatro T’Ulisses
A peça de teatro “T’Ulisses” foi muito divertida e interessante. Gostei muito de assistir, porque foi engraçada e estava muito bem preparada.
As personagens foram uma das partes de que mais gostei. Tinham emoções diferentes da história original, o que tornou a peça ainda mais divertida. Também achei graça ao nome do terceiro membro, “Coisinho”, que trouxe mais humor ao espetáculo.
A história fala de Ulisses, mas tem algumas mudanças em relação à versão original. Essas alterações tornaram a peça mais animada, com momentos engraçados e danças cheias de energia e criatividade. Houve partes em que nos ríamos muito e outras em que ficávamos em silêncio a prestar atenção.
Apesar de haver apenas três atores, eles representaram várias personagens em momentos diferentes, o que foi muito interessante e mostrou o seu talento.
Recomendo esta peça de teatro a todos, pois foi uma das melhores a que já assisti.
Carolina Bessada, nº 4, 6.º B

_001.png)
_001.png)
_001.png)