quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Escritor  do Mês 

No âmbito do Plano Anual de Atividades das Bibliotecas do Agrupamento de Escolas de Monção, realizou-se a atividade "Escritor do Mês". Ao longo de mês de outubro os utentes puderam desfrutar na biblioteca da escola Básica Deu-la-Deu Martins, de uma exposição sobre a vida e obra do escritor Júlio Verne.  

Biografia:
Jules Gabriel Verne, conhecido popularmente como Júlio Verne foi um importante escritor francês do século XIX. Nasceu na cidade de Nantes em 8 de fevereiro de 1828 e faleceu em 24 de março de 1905 na cidade de Amiens (França). Ganhou grande destaque no cenário literário internacional através das suas novelas de aventuras que fizeram e ainda fazem muito sucesso.
Júlio passou a infância com a família na cidade de Nantes. Por ser uma cidade portuária, alguns biógrafos do escritor afirmam que Júlio Verne adorava ficar a ver os navios a chegarem e a partirem. Este facto pode ter estimulado o seu gosto pelas aventuras e viagens.
No início da fase adulta, foi enviado pelo pai para a cidade de Paris com o objetivo de que estudasse Direito e seguisse assim a mesma carreira do pai. Porém, na capital francesa passou a desenvolver um grande interesse por teatro e literatura.
Deixou de lado o estudo das leis, fato que lhe causou o corte da ajuda financeira que vinha regularmente do pai. Para sobreviver, passou a trabalhar como corretor de ações.
Em 1857, casou-se com Honorine de Morel, uma viúva com dois filhos. Em 1861, teve um filho com ela que se chamou Michel Jean Pierre Verne.
No começo da década de 1860, já bastante familiarizado com setores da intelectualidade francesa, entrou em contato com os grandes escritores Victor Hugo e Alexandre Dumas.
Em 1863, foi publicada a sua primeira grande obra: "Cinco Semanas em Balão". A obra fala sobre uma viagem num balão de hidrogénio sobre o território africano. Júlio Verne mostrou, nesta obra, importantes aspetos geográficos, culturais e até mesmo sobre a vida animal da África. As informações contidas no livro, e que muitos julgavam ser fictícias, vieram das pesquisas feitas por Júlio Verne e também da sua rica imaginação. Com esta obra, Júlio Verne passou a ser famoso, além de ganhar um bom dinheiro que lhe garantiu estabilidade financeira para escrever outros livros.
O estilo literário de Júlio Verne fez um grande sucesso na segunda metade do século XIX, pois a literatura expandia-se e a vontade em conhecer lugares exóticos era muito grande. A sua obra é marcada por doses de ficção científica, aventuras em locais extraordinários e aspetos culturais de povos e pessoas reais e imaginárias.

Professora Carmo Pereira
(Equipa da BE)


quarta-feira, 11 de novembro de 2015


Foi com grande expectativa e entusiasmo que os alunos, da turma P3A, da Escola EB1/JI de Pias, se deslocaram à Biblioteca Escolar para assistir a mais uma sessão da "HORA DO CONTO", realizada pelo professor bibliotecário, Fernando Magalhães. Os alunos foram acompanhados pelas professoras Carminda Moreira e Fernanda Rolo.
No final da sessão, foi-lhes proposto que fizessem o reconto ilustrado da história  "O LOBO MAU XAU-XAU"que passamos a divulgar:





Publicado por Prof.ª Helena Magalhães
(Equipa da Biblioteca Escolar)
                                                                                                     





quarta-feira, 4 de novembro de 2015

N
a mesma “HORA DO CONTO”, na biblioteca escolar da escola de Pias, uma história diferente estava à espera dos alunos da turma P1A do professor Hugo Dias, para poder divertir-se com o espanto, a atenção e as mais variadas reações destas pequenas crianças que, neste dia, tiveram o privilégio de viver uma aventura nova, com o professor bibliotecário  - Fernando Magalhães - no papel de contador de histórias de encantar. Aventura esta que eles quiseram recontar, desenhando, e nós com todo o prazer vamos divulgar os trabalhos que resultaram das ideias que eles retiveram. Parabéns!




                      
                                                                                          Publicado por Prof.ª Helena Magalhães
                                                                                                         (Equipa da Biblioteca Escolar)

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

"HORA DO CONTO" - EB1/JI DE PIAS

Foi com muito entusiasmo e emoção que as crianças do ensino pré-escolar de Pias participaram na atividade “Hora do Conto”, realizada pelo professor bibliotecário, Fernando Magalhães, na biblioteca da escola.
Nesta atividade, onde estiveram envolvidas as educadoras Céu Pontes (Turma PJ1) e Teresa Valinho (PJ2), foi explorada a história da "A Lagartinha Comilona", de Eric Carle e resultaram os trabalhos a seguir apresentados.




Publicado por Prof.ª Helena Magalhães
(Equipa da Biblioteca Escolar)


quarta-feira, 21 de outubro de 2015

M

ais um ano... e mais uma pequena alusão ao Dia Internacional das Bibliotecas Escolares - 26 de outubro de 2015 - inserida no Mês Internacional das Bibliotecas Escolares.

Este ano, e para variar, a Equipa da Biblioteca Escolar, em parceria com os professores de Português, estão a dinamizar uma atividade muito engraçada e que estimula a criatividade dos alunos participantes.

Nesta atividade, os alunos terão que produzir uma frase, uma quadra ou um pensamento acerca da Biblioteca Escolar que ficará registada no LIVRO DA BIBLIOTECA, o qual passará pelas diferentes turmas, realizando-se este trabalho em contexto de sala de aula.

Para os três  melhores trabalhos serão atribuídos  prémios e diplomas de participação.

Bem hajam os autores da ideia e os executores da atividade!

Helena Magalhães



























Publicado por Prof.ª Helena Magalhães
(Equipa da Biblioteca Escolar)


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Os olhos amarelos dos Crocodilos

Este é um romance sobre uma mentira, mas também sobre a amizade e o amor, o dinheiro e a traição, o medo e a ambição.
A acção desenrola-se em Paris. Duas irmãs. Iris é uma mulher muito bonita, rica, elegante e sofisticada, mas vive desencantada com a vida e com o seu casamento. Joséphine é uma intelectual, historiadora, muito menos bonita do que a irmã e com uma vida bem mais difícil. Casada, tem duas filhas, vive nos subúrbios e trabalha para pagar as contas.
Certo dia, num jantar, Iris faz-se passar por escritora. Presa na sua mentira, convence a irmã a escrever o livro que ela própria assinará. Abandonada pelo marido, cheia de dívidas, Joséphine submete-se, como sempre, aos caprichos da irmã. Mas esta é uma decisão que vai mudar o destino destas duas mulheres.
Cada um de nós tem algum «medo» que não confessa, tem a espreitá-lo, sem que saiba onde, "os olhos amarelos dos crocodilos".
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 Professora Paula Cerqueira


História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar

   “História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar” é uma fábula, em que os actores principais são gatos e gaivotas. Temos a história de um gato, Zorbas, gato grande, preto e gordo, que mora numa casa perto do porto de Hamburgo. Numas férias, quando Zorbas estava sozinho em casa a apanhar sol na sua varanda, cai de repente, à sua frente, uma gaivota moribunda, que depois de ter sido apanhada pela maré negra, se perdeu do seu bando. Porém, antes de morrer, põe um ovo, e faz três pedidos a Zorbas: o primeiro é que não coma o ovo, o segundo é que tome conta da pequena gaivota que irá nascer e o terceiro é que a ensine a voar. Perante o estado da pobre gaivota, Zorbas aceita os pedidos, sem se aperceber do tamanho de tal responsabilidade. Assim começa a sua aventura.
   Até a pequena gaivota nascer, Zorbas, que até ali tinha uma vida descontraída, vê-se com a tarefa de chocar o ovo. Na altura do seu nascimento, Zorbas procura os seus amigos para o ajudarem a cuidar da pequena Ditosa (assim a chamaram).
Os seus amigos são: Collonelo, um gato de alguma idade sempre pronto a dar um bom conselho, Secretário, o seu ajudante, Sabetudo, gato muito inteligente, e Barlavento, um gato marinheiro. Com as enciclopédias do Sabetudo, com a boa vontade de todos e com o sentido de cumprir esta obrigação a todo o custo, este pequeno grupo de gatos começa então esta difícil tarefa de dar umas lições de sobrevivência a Ditosa, de a ensinar a voar e de lhe dar o amor e carinho do qual ficou privada pela morte da mãe.
   Ditosa integra-se bem no grupo, de tal modo que começa a achar que também é um gato e começa, então, a lutar contra o esforço dos seus amigos. Mas Ditosa é uma gaivota e a sua verdadeira natureza começa a vir ao de cima. Apesar da imensa vontade de ficar com a sua “família”, a vontade de abrir as asas e voar também a invade. De tal forma que, numa noite chuvosa, Ditosa, finalmente, abre as suas asas, segue o seu destino e voa, deixando Zorbas com lágrimas nos olhos ao ver partir a sua amiga, mas compreendendo também a necessidade dela de seguir a sua natureza…

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 Professor Bibliotecário Fernando Magalhães