«A alegria é um tesouro que vale mais do
que o ouro.».
O tesouro da infância
esquecida
Era uma tarde
chuvosa, quando decidi explorar o velho sótão da casa dos meus avós, um lugar
sempre misterioso. Entre pó e teias de aranha, vi um baú de madeira com os
fechos enferrujados.
Com as mãos a tremer, abri-o e senti
como se tivesse descoberto um tesouro perdido. Lá dentro, encontrei um conjunto
de fotografias antigas, um diário com capa de couro desgastado e um pequeno
urso de peluche com os olhos remendados.
Enquanto passava as
folhas do diário, percebi que era da minha avó e tinha sido escrito durante a
sua juventude. As palavras dela mostravam sonhos e aventuras que eu jamais
imaginaria. Em cada página, havia uma ligação entre o seu passado e o meu
presente.
O momento que mais me
marcou foi quando segurei o urso de peluche ao qual eu, em criança, chamava de
Ted. De repente, memórias esquecidas da minha infância inundaram-me de alegria.
Ao descer do sótão,
percebi que a descoberta não tinha preço. Não era feito de ouro, mas de
lembrança e laços familiares que, agora, valorizo mais do que nunca.
Laura Sousa, 6.º C
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