quarta-feira, 28 de outubro de 2015

"HORA DO CONTO" - EB1/JI DE PIAS

Foi com muito entusiasmo e emoção que as crianças do ensino pré-escolar de Pias participaram na atividade “Hora do Conto”, realizada pelo professor bibliotecário, Fernando Magalhães, na biblioteca da escola.
Nesta atividade, onde estiveram envolvidas as educadoras Céu Pontes (Turma PJ1) e Teresa Valinho (PJ2), foi explorada a história da "A Lagartinha Comilona", de Eric Carle e resultaram os trabalhos a seguir apresentados.




Publicado por Prof.ª Helena Magalhães
(Equipa da Biblioteca Escolar)


quarta-feira, 21 de outubro de 2015

M

ais um ano... e mais uma pequena alusão ao Dia Internacional das Bibliotecas Escolares - 26 de outubro de 2015 - inserida no Mês Internacional das Bibliotecas Escolares.

Este ano, e para variar, a Equipa da Biblioteca Escolar, em parceria com os professores de Português, estão a dinamizar uma atividade muito engraçada e que estimula a criatividade dos alunos participantes.

Nesta atividade, os alunos terão que produzir uma frase, uma quadra ou um pensamento acerca da Biblioteca Escolar que ficará registada no LIVRO DA BIBLIOTECA, o qual passará pelas diferentes turmas, realizando-se este trabalho em contexto de sala de aula.

Para os três  melhores trabalhos serão atribuídos  prémios e diplomas de participação.

Bem hajam os autores da ideia e os executores da atividade!

Helena Magalhães



























Publicado por Prof.ª Helena Magalhães
(Equipa da Biblioteca Escolar)


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Os olhos amarelos dos Crocodilos

Este é um romance sobre uma mentira, mas também sobre a amizade e o amor, o dinheiro e a traição, o medo e a ambição.
A acção desenrola-se em Paris. Duas irmãs. Iris é uma mulher muito bonita, rica, elegante e sofisticada, mas vive desencantada com a vida e com o seu casamento. Joséphine é uma intelectual, historiadora, muito menos bonita do que a irmã e com uma vida bem mais difícil. Casada, tem duas filhas, vive nos subúrbios e trabalha para pagar as contas.
Certo dia, num jantar, Iris faz-se passar por escritora. Presa na sua mentira, convence a irmã a escrever o livro que ela própria assinará. Abandonada pelo marido, cheia de dívidas, Joséphine submete-se, como sempre, aos caprichos da irmã. Mas esta é uma decisão que vai mudar o destino destas duas mulheres.
Cada um de nós tem algum «medo» que não confessa, tem a espreitá-lo, sem que saiba onde, "os olhos amarelos dos crocodilos".
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 Professora Paula Cerqueira


História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar

   “História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar” é uma fábula, em que os actores principais são gatos e gaivotas. Temos a história de um gato, Zorbas, gato grande, preto e gordo, que mora numa casa perto do porto de Hamburgo. Numas férias, quando Zorbas estava sozinho em casa a apanhar sol na sua varanda, cai de repente, à sua frente, uma gaivota moribunda, que depois de ter sido apanhada pela maré negra, se perdeu do seu bando. Porém, antes de morrer, põe um ovo, e faz três pedidos a Zorbas: o primeiro é que não coma o ovo, o segundo é que tome conta da pequena gaivota que irá nascer e o terceiro é que a ensine a voar. Perante o estado da pobre gaivota, Zorbas aceita os pedidos, sem se aperceber do tamanho de tal responsabilidade. Assim começa a sua aventura.
   Até a pequena gaivota nascer, Zorbas, que até ali tinha uma vida descontraída, vê-se com a tarefa de chocar o ovo. Na altura do seu nascimento, Zorbas procura os seus amigos para o ajudarem a cuidar da pequena Ditosa (assim a chamaram).
Os seus amigos são: Collonelo, um gato de alguma idade sempre pronto a dar um bom conselho, Secretário, o seu ajudante, Sabetudo, gato muito inteligente, e Barlavento, um gato marinheiro. Com as enciclopédias do Sabetudo, com a boa vontade de todos e com o sentido de cumprir esta obrigação a todo o custo, este pequeno grupo de gatos começa então esta difícil tarefa de dar umas lições de sobrevivência a Ditosa, de a ensinar a voar e de lhe dar o amor e carinho do qual ficou privada pela morte da mãe.
   Ditosa integra-se bem no grupo, de tal modo que começa a achar que também é um gato e começa, então, a lutar contra o esforço dos seus amigos. Mas Ditosa é uma gaivota e a sua verdadeira natureza começa a vir ao de cima. Apesar da imensa vontade de ficar com a sua “família”, a vontade de abrir as asas e voar também a invade. De tal forma que, numa noite chuvosa, Ditosa, finalmente, abre as suas asas, segue o seu destino e voa, deixando Zorbas com lágrimas nos olhos ao ver partir a sua amiga, mas compreendendo também a necessidade dela de seguir a sua natureza…

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 Professor Bibliotecário Fernando Magalhães



quarta-feira, 26 de março de 2014


 VIÚVA E O PAPAGAIO
                                   De Virgínia Woolf

    Esta obra é interessante e divertida, mas um pouco triste, pois a senhora Gage quase ficava sem a herança que o seu irmão, o Sr. Joseph Brand, lhe havia deixado.

   É uma obra fácil de ler e o papagaio é uma personagem engraçada, porque dizia muitas vezes ”Não ‘tá casa!”, quando queria transmitir algo a alguém. Além disso, foi ele quem ajudou a viúva, a Sr.ª Gage, a encontrar o tesouro herdado que estava escondido debaixo da tijoleira da cozinha, saltitando de um lado para o outro e dando bicadas nesse mesmo local.

                                                                                              Lê, pois vais gostar!

Maria Esteves Salgado, nº 20, 5ºA

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

“O Rapaz de Bronze"

de Sophia de Mello Breyner Andresen




    No jardim, as plantas, de dia, não possuíam a capacidade de falar, mas à noite, ganhavam vida, movimentavam-se.

 Certa noite, o Gladíolo foi arrastado pelo vento até uma árvore. Dali, tinha visão direta para uma janela através da qual pôde apreciar uma festa humana. Como ficou desejoso de fazer uma, foi pedir autorização ao Rapaz de Bronze. Este concordou, mas tinha de convidar todas as flores do jardim e uma rapariga chamada Florinda, a filha do jardineiro.

    A tulipa atrasou se, mas, quando chegou, vinha tão bonita que todos lhe pediram para dançar. Mas ela não dançou com ninguém. 

     Passado muito tempo, Florinda contou esta história, mas ninguém acreditou nela, e ela passou a não acreditar também naquilo que tinha vivido.

     Uma noite foi fazer um recado à mãe e, ao passar pelo parque, encontrou o Rapaz de Bronze que lhe falou. Desta forma, voltou acreditar em tudo outra vez.

      É uma história muito bonita e emocionante. Faz-nos sonhar!

                 Tiago Fernandes, n.º 29, 5ºA