terça-feira, 10 de dezembro de 2013

   “Ai quiseste ir de férias, Stilton?”
de  Geronimo Stilton



Geronimo Stilton quis ir de férias. Consultou uma agência de viagens e lá ele foi de avião, onde havia um rapazinho que estava sempre a meter-se com ele. Por causa do rapaz o avião vibrou um pouco e o Geronimo vomitou. Ao sair do avião, teve muitos problemas com várias pessoas e à saída do aeroporto estava uma ratazana à sua espera que lhe emprestou uma bicicleta para ir para o hotel. Aqui, o quarto estava muito desorganizado. Tentou falar com a rececionista mas o telefone estava desligado.

          Viveu as aventuras mais malucas que possas imaginar. Certo dia, foi à casa de banho e só viu baratas. Assustado, fugiu para a cama. Um senhor deu-lhe uns calções e vestiu-os. Depois o rececionista deu-lhe um folheto e gozou com ele. Foi à praia e ficou cheio de calor. Alugou uma trotineta e conheceu um rato chamado Trúquio que o assustou, dizendo-lhe que havia tubarões. E não é que havia mesmo? Certa noite, adormeceu cheio de sono, mas, às cinco da manhã, acordaram-no para fazer desportos radicais. Ao almoço, não comeu, porque a comida cheirava mal.

     Será que vai regressar a casa e poder finalmente descansar?  

     Aproveita as férias de Natal e lê este livro.

     É engraçado; fácil de ler e emocionante. Vale mesmo a pena!!!

                                        Alexandra Alves nº1 , 5ºD
 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013


 O Macaco sem rabo


Esta história trata de um macaco, chamado salta galhos que, no caminho para a escola, é envergonhado por uns meninos devido ao seu rabo comprido. Decide, então, cortá-lo no barbeiro. Arrependido desta decisão, voltou ao barbeiro para reaver o seu rabo. Este já o tinha deitado fora e o macaco ficou-lhe com a navalha. Repetiu-se esta situação com uma peixeira, a qual ficou com uma sardinha, com um moleiro o qual ficou com uma saca de farinha, com uma professora a qual ficou com uma menina, com uma lavadeira a qual ficou com uma camisa e com um violeiro ao qual ficou com uma viola. Por fim o macaco pega na viola e canta uma canção:

” Do meu rabo fiz navalha

   Da navalha fiz sardinha

   Da sardinha fiz farinha

   Da farinha fiz menina

   Da menina fiz camisa

   Da camisa fiz viola

  Drrrlim, drrrlão, Drrrlim, drrrlão

  Cá vou eu prá minha escola.

 

     O título é interessante e as ilustrações são muito boas. A história é divertida e o facto da personagem principal ser um animal com caraterísticas humanas dá mais interesse à história.

João Miguel Taveira Gomes, nº 18, 5º D

     O rapaz que tinha zero a Matemática

                             de

               Luísa Ducla Soares


 O Vasco detesta Matemática e quer aprender a fazer contas mas nunca consegue nada. Até chegou a estragar o bolo de Isabel por não saber calcular a metade das porções da receita.

E não se convence que precisa de aprender a fazer contas.

Será que um dia irá conseguir?
  

Lê o livro e ficarás a saber!

Manuel Soares, nº21, 5ºD

 

“PRINCESA POPPY”

  de Janey Louise Jones

A Poppy e a Mel são amigas e brincam juntas, todos os dias, no recreio da escola. Mas, um dia, a Poppy decide juntar-se ao clube da Cerejeira em Flor. Então, a Poppy diz à Mel que queria participar num clube de amigas que existia na escola. Dizendo isto, dirigiu- se às meninas da sua escola que lhe disseram que, primeiro, teria de passar um teste. A Poppy aceitou. A Mel seguiu-as, mas à distância.

Passado algum tempo, a Poppy só ouvia as meninas a falar mal da sua amiga e, para não parecer mal, não fez nada.

Quando chegaram à cerejeira, as meninas abanaram os troncos da árvore e as flores caíram sobre a Poppy. De repente, ouve- se um barulho. Um ramo das árvores partira e, por sua vez, partira também o vidro da estufa.

Na aula, a professora questionou a turma sobre o vidro da estufa. Ninguém se acusou.

Mais tarde, a professora descobriu que tinham sido as meninas a partir o vidro e, como castigo, tiveram de trabalhar na horta até ao fim desse período. As meninas do clube, pensando que tinha sido a Mel a dizer à professora quem tinha sido, passaram muito tempo a chamar à Mel de “queixinhas”.

A Poppy, cansada dos seus abusos, protegeu a amiga e desistiu do clube.

Passado algum tempo, as folhas da cerejeira caíram e aquele grupo deixou de existir. As meninas, vendo a Poppy e a Mel a brincar, decidiram pedir- lhes para brincarem com elas. A Poppy e a amiga aceitaram com quatro condições: não haveria testes, não chamariam nomes feios a ninguém, diriam sempre a verdade e a Mel seria a líder. As meninas aceitaram e, a partir desse dia, passaram a brincar todas juntas.                                                                    

Esta história é muito fácil de ler, é interessante e educativa, tem belas ilustrações. Apesar de um pouco triste, mostra como a amizade é um dos sentimentos mais valiosos na vida de uma pessoa.   

  Maria Esteves Salgado, nº20, 5º A

terça-feira, 5 de novembro de 2013

                                                                                         Olá, Eu Sou Um Livro!
                                                                                                          de
                                                                                                    Rui Grácio


Estava a Emília ainda absorvida nesta contemplação, quando se deu um acontecimento estranho.

De uma estante de livros para crianças, a menina viu um dos livros a mexer-se, para trás e para a frente, como se quisesse sair do seu lugar, como se estivesse a chamar.

     Eu gostava que a minha amiga Maria lê-se a obra, porque é um texto muito engraçado e curioso e divertido.                                                          

Mathilde Rodrigues, nº22, 5º A
                                                                                                  O RAPAZ DE BRONZE


de

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN


A história passa-se numa quinta com um jardim maravilhoso cheio de várias espécies de flores e plantas. Havia também um lago oval e uma estátua do Rapaz de Bronze.

À noite, as flores e a estátua ganhavam vida. Um dia, o gladíolo resolveu fazer uma festa de flores com a autorização do Rapaz de Bronze em que a orquestra era composta por vários animais. Para adornar uma jarra escolheram a filha do jardineiro – Florinda.

Há um país que é a noite e um país que é o dia! Tudo é tão fantástico, tudo parece um sonho!


Porquê ler esta esta obra?

  É uma história fácil de ler, com boas ilustrações, misteriosa e, ao mesmo tempo, dá-nos a conhecer várias espécies e de flores.

João Pedro Alves, nº19, 5ºD

quinta-feira, 27 de junho de 2013

                                                                           “ OS CIGANOS”




      “- Nós vamos, simplesmente. Um dia estamos aqui e no outro voltamos à estrada, até à próxima terra, onde tudo recomeça…”

 

      E o herói desta bela história foi. Simplesmente foi.

      Deixando para trás todas as atenções que sobre si caíam a todo o momento, ganhou asas e voou em busca de aventuras, do desconhecido, da liberdade.

     Cansado do trilho que, todos os dias, percorria da casa para o colégio e vice-versa, dos relógios sempre certinhos, das regras, das visitas, de mais do mesmo, saltou o muro do jardim, seguiu o rataplã de um tambor e partiu ao encontro de um acampamento de ciganos. Aqui conheceu uma rapariga cigana com olhos cor de avelã. Gela, assim se chamava. E com ela aprendeu a apreciar as pequenas coisas do dia-a-dia. Aqui não precisava de ir, à noite, à janela para olhar as estrelas e pensar na liberdade. Aqui, debaixo das estrelas, descobriu o prazer da

                                                 LIBERDADE...

 

    Este conto inédito inacabado de Sophia de Mello Breyner Andresen e terminado pelo seu neto Pedro Sousa Tavares, apesar de ter como principais destinatários os adolescentes, não deixa qualquer adulto indiferente.

     Vejam lá se aproveitam as férias para pôr a leitura em dia!

     Boas férias! E um abraço a todos aqueles que participaram neste blogue.
 

A profª Rosa Faria