terça-feira, 12 de junho de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO

“O Dragão”
  O livro “O Dragão” relata uma história entre uma menina da China que se chamava Ching-Ling e um dragão. Sim, porque a menina acreditava em dragões. O pai da Ching-Ling fazia dragões de loiça, a sua mãe bordava dragões de seda, ela desenhava dragões nas aulas e o seu irmão bebé no seu berço tinha um dragão pintado. Mas, apesar disto, os pais da rapariga ralhavam-lhe pois pensavam que os dragões eram uma fantasia dela, mas um dia quando vinha da escola para casa encontrou junto da “Clareira dos Dentes de Dragão” um estranho réptil e cuidou dele, juntamente com os outros animais que tinha com ela guardados no seu quarto. Numa noite de chuva ela foi à procura de comida para os seus animaizinhos e apanhou uma grande constipação e teve de ir para o hospital. Então, foi ao seu quarto e levou com ela o estranho réptil. Numa noite, os pacientes do hospital queixavam-se que não havia medicamentos, pois era o réptil que os comia, porque lá não tinha nenhuma alimentação, e com o desaparecimento dos medicamentos tiveram de chamar a polícia. Quando Ching-Ling voltou a casa, o réptil começou a crescer e parecia um dragão. Um dia, ele estava na cozinha e a mãe da menina ao vê-lo assustou-se e isto também aconteceu com o seu pai. Mas, quando a rapariga chegou à cozinha reparou que o dragão estava a embalar o bebé e não a fazer-lhe mal, como os pais pensavam e com isto o animal começou a ajudar a família e também serviu de autocarro para os alunos que iam para a escola. Mas, um dia, a polícia descobriu a sua existência e levou o dragão para uma jaula, mas o animal não parava de crescer. Então, vieram vários famosos, mas o dragão sentia-se muito mal. Um dia em que a Ching-Ling foi vê-lo, decidiu libertá-lo e ele voou dali, para fora.

                                                            Bárbara Trancoso Lourenço, n.º 2, 5.º A

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