quarta-feira, 13 de junho de 2018


Mensagem de Boas Férias

Mais um ano letivo que está prestes a terminar… !
Bem, as aulas, pois para os professores ainda resta trabalho até ao final de julho.
Os alunos é que nos “deixam” daqui a dois dias.
Para eles, os votos de boas férias!
Que se divirtam, que brinquem, que desfrutem do tempo livre, que leiam e que cheguem a ter saudades de voltar à escola, para nos contarem mais experiências de leituras, que queiram partilhar no nosso Blog.
Aos meus colegas da disciplina de Português, um agradecimento especial por conseguirem motivar os seus alunos a ler, a escrever e a partilhar os seus pensamentos, quando disponibilizam os seus artigos para serem publicados no Blog “Os Meus Livros”.
Sem vocês – alunos e professores – este Blog seria, com toda a certeza, bem mais pobre.
O trabalho de equipa, articulado resultou naquilo que pode ser visto no Blog.
A diversidade sempre será enriquecedora!
Agora, e para estes professores, votos de férias bem aproveitadas.
Passam bem depressa!
Em setembro cá estaremos, se Deus quiser, e poderemos dar continuidade a este trabalho que já conta com alguns anos de vida.

Em nome da Equipa da Biblioteca Escolar
A Professora
Helena Magalhães


terça-feira, 12 de junho de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO

“O Dragão”
  O livro “O Dragão” relata uma história entre uma menina da China que se chamava Ching-Ling e um dragão. Sim, porque a menina acreditava em dragões. O pai da Ching-Ling fazia dragões de loiça, a sua mãe bordava dragões de seda, ela desenhava dragões nas aulas e o seu irmão bebé no seu berço tinha um dragão pintado. Mas, apesar disto, os pais da rapariga ralhavam-lhe pois pensavam que os dragões eram uma fantasia dela, mas um dia quando vinha da escola para casa encontrou junto da “Clareira dos Dentes de Dragão” um estranho réptil e cuidou dele, juntamente com os outros animais que tinha com ela guardados no seu quarto. Numa noite de chuva ela foi à procura de comida para os seus animaizinhos e apanhou uma grande constipação e teve de ir para o hospital. Então, foi ao seu quarto e levou com ela o estranho réptil. Numa noite, os pacientes do hospital queixavam-se que não havia medicamentos, pois era o réptil que os comia, porque lá não tinha nenhuma alimentação, e com o desaparecimento dos medicamentos tiveram de chamar a polícia. Quando Ching-Ling voltou a casa, o réptil começou a crescer e parecia um dragão. Um dia, ele estava na cozinha e a mãe da menina ao vê-lo assustou-se e isto também aconteceu com o seu pai. Mas, quando a rapariga chegou à cozinha reparou que o dragão estava a embalar o bebé e não a fazer-lhe mal, como os pais pensavam e com isto o animal começou a ajudar a família e também serviu de autocarro para os alunos que iam para a escola. Mas, um dia, a polícia descobriu a sua existência e levou o dragão para uma jaula, mas o animal não parava de crescer. Então, vieram vários famosos, mas o dragão sentia-se muito mal. Um dia em que a Ching-Ling foi vê-lo, decidiu libertá-lo e ele voou dali, para fora.

                                                            Bárbara Trancoso Lourenço, n.º 2, 5.º A

segunda-feira, 11 de junho de 2018



ESCREVO SOBRE UM LIVRO

Coleção: Reino Secreto
Livro: A Floresta dos Contos de Fadas
Autora: Rosie Banks


Eu gostei deste livro porque me transportou para um mundo de fantasia onde os livros cresciam em árvores e só havia livros de encantar. Havia quem não gostasse deles, mas depois ouviram uma história de aventuras e não conseguiram ir embora sem ouvir o final. Nas árvores que não estavam a dar livros, começara

m a nascer pequenos “botões de livros” que iam dar origem a livros sobre variados temas...
Este livro quer-nos demonstrar que toda a gente pode gostar de ler, embora nem todos gostem  do mesmo tipo de  livros,  mas o importante é ler.

Daniela Fernandes , n.º 3, 5.º D




ESCREVO SOBRE UM LIVRO

«Teatro às Três Pancadas” 

O livro que eu mais gostei de ler, até ao momento, foi o «Teatro às Três Pancadas” do escritor António Torrado.
A obra é constituída por seis pequenas peças de teatro. A minha preferida é “Vem aí o Zé das Moscas”, pois é um texto que tem muito humor e que faz rir às gargalhadas.
O Zé das Moscas é um camponês que diz que ouve constantemente, à volta da cabeça, uns “zumbidos, bzz-bzz…bzz-bzz, que vêm e vão, passam e voltam, desandam e tornam, bzz-bzz…bzz-bzz…”. Então, decide ir ao médico para saber qual é o seu problema.
Quem quiser saber mais sobre esta divertidíssima história, e pretender conhecer outras, deve ler a obra que é ......!! 
Boas leituras!!

Tiago Miguel  Sarandão Almeida, n.º23, 5.ºD


ESCREVO SOBRE UM LIVRO


 “Uma aventura na Quinta das Lágrimas”

Era uma vez um grupo de amigos chamados João, Pedro, Chico, Teresa e Luísa, que, juntamente com os seus cães Faial e Caracol,  se tornaram inseparáveis.
Eles moram em Lisboa e decidem ir passar umas férias a Coimbra, a uma Quinta cujo nome era Quinta das Lágrimas.
O grupo de amigos começou por dar um passeio para explorar o local e conhecem uma rapariga que se chamava Sátia. Esta era a filha de um marajá muito rico e estavam hospedados no hotel da quinta, juntamente com mais familiares e criados. Entre estes estavam o tio de Sátia e o secretário do marajá.
Quando o marajá os conheceu convidou-os a ficarem com eles no hotel pois assim a filha tinha companhia de crianças da idade dela.  Eles aceitaram.
                Enquanto passeavam pelo local e se escondiam uns dos outros nos vários recantos da quinta, ouviram algumas conversas entre o secretário do marajá e o tio da Sátia, e começaram a desconfiar que estes queriam exterminar a sua amiga para ficarem com a grande herança do marajá.
Foram sucedendo algumas peripécias até que eles descobriram que afinal era o marajá a vítima daqueles vilões. Armaram um plano para conseguir desmascará-los e assim conseguiram salvar a vida do marajá. Quando este teve conhecimento de toda a história e percebeu que os amigos da filha lhe tinham salvo a vida, ficou-lhes eternamente grato.
As férias entretanto acabaram mas o João, o Pedro, o Chico, a Teresa e a Luísa  já tinham mais uma bela e emocionante história  para contar!

Eu  leio  livros desta coleção há já algum tempo e gosto de todas as
personagens, no entanto, neste livro, o meu personagem preferido é o João. Ele é o mais participativo do grupo, tem sempre ideias do que devem fazer a seguir e interveio no momento certo, salvando a vida do marajá.
Recomendo este livro e todos os outros da coleção, pois são livros emocionantes, engraçados e que nos transportam para os lugares das aventuras, parecendo até que estamos lá a viver aquelas emoções. Também são livros que nos ensinam coisas interessantes acerca dos vários locais onde decorrem as histórias.

Diogo Lamas, nº 7, 5.º D


 ESCREVO SOBRE UM LIVRO

"Uma aventura em Espanha"!

" Eu aconselho a toda a gente que estiver a ler isto que, pelo menos uma vez, tem de ler o livro "Uma aventura em Espanha"!
É muito divertido e parece que estamos a viver uma verdadeira aventura... Contem com suspense e cenas dramáticas!
Obrigado por lerem esta mensagem!"
                                   

Gonçalo Caldas Dias, N.º 10, 5º D


 ESCREVO SOBRE UM LIVRO


"Uma aventura na casa assombrada"

 "Aconselho-vos a lerem o livro "Uma aventura na casa assombrada", porque é um livro muito interessante e  encantador.
 Aconselho-vos a lê-lo, porque dá-nos a sensação que estamos a viver a própria aventura! Leiam o livro, porque não se vão arrepender!!"
                                     
Diogo Caldas Dias, nº 6, 5.ºD

terça-feira, 29 de maio de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO

Leandro, o rei de Helíria

Leandro, o rei de Helíria, é um livro da autoria de Alice Vieira.
É um livro muito bonito que tem uma lição muito importante.
O livro fala de um rei chamado Leandro que tem três filhas: Hortência, Amarílis e Violeta.
No dia do casamento das princesas, o seu pai disse-lhes para dizerem o quanto gostavam dele. Primeiro chamou Amarílis (que tal como Hortência não gostava de seu pai) e ela disse:
«Quero-vos muito mais que o sol…»
Depois chamou Hortência e ela disse:
«Quero-vos mais que a mim própria, muito mais que ao ar que respiro…»
Finalmente, chamou Violeta (que amava o seu pai realmente):
«Meu senhor, não sei falar como minhas irmãs. Sei apenas que sou vossa filha, e que todas as filhas devem amar seus pais. Sei como é difícil, para mim, pensar no dia em que irei viver longe de vós. Quando eu era muito pequenina e tinha pesadelos, vós estáveis sempre à beira do meu leito. Pelo Inverno, quando o vento soprava e as febres atacavam o meu corpo frágil, éreis vós, senhor, que eu via a meu lado até conseguir acalmar. De tudo me lembro, e tudo o meu coração guarda com a gratidão que todas as filhas devem sentir pelos pais. Mais não consigo dizer. REI: Mas, Amarilis disse que me quer mais do que ao Sol, Hortênsia disse que me quer mais do que ao ar... e vós? Qual é a medida do vosso amor por mim?
VIOLETA: Não sei, senhor. O que não tem fim não se pode medir. É difícil encontrar medida para o amor.
REI (zangado): Elas encontraram! Tereis de a encontrar também!
 VIOLETA: Preciso muito de vós, senhor!
REI (zangado): Não chega!
VIOLETA: Preciso de vós como...
REI: ... como?
VIOLETA: ... como... como a comida precisa do sal.
(Vozes de espanto)
REI (muito zangado): Estais a querer dizer que me quereis...
VIOLETA: Como a comida quer ao sal.
REI (apoplético): O sal?! Como a comida...
VIOLETA:... quer ao sal.
REI: Estareis louca? Ou serei eu que, de repente, terei enlouquecido? Ousais comparar-me... ao sal?!
VIOLETA: Mas, senhor...
REI: É essa a paga de todos estes anos de amor? É essa a paga das muitas horas que perdi junto ao vosso leito, acalmando os vossos pesadelos?... Oh, deuses, isto é que é um pesadelo, um verdadeiro pesadelo!
VIOLETA: Mas o sal é um bem precioso, senhor, sem ele não podemos viver..»
Leandro ficou muito zangado com a sua filha e, por isso expulsou-a do reino e ela foi viver com o príncipe Reginaldo, pois eles amavam-se.
A governar o reino ficou Amarílis, com o Norte, e Hortência com o Sul. Elas não se entendiam e, um dia expulsaram o seu pai que foi acompanhado pelo bobo.
Eles caminharam muito até que um dia encontraram um pastor que, depois de conversarem os levou ao castelo do príncipe Reginaldo. Leandro não comia há muito tempo e já estava cego. O bobo reconheceu as caras mas não as identificou. No castelo havia muita comida, coma qual serviram o rei, mas ele não gostou de nada. Serviram-no várias vezes, mas ele rejeitou tudo e perguntou:
«Mas que comida é esta que me servistes nestes pratos todos que cada um parecia pior que o anterior?»
Violeta respondeu:
«É apenas comida sem sal senhor.»
O rei lembrou-se do que tinha feito há anos, lembrou-se da filha que realmente o amava…
Leandro pede desculpa a Violeta e os dois se abraçam.
 O rei passa a viver no castelo e vivem felizes para sempre.
Aconselho-vos este livro, porque é muito bonito e tem uma lição muito importante.

Maria Fontainhas, n.º8, 5.ºA



quinta-feira, 24 de maio de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO

"A ACADEMIA"
   de Robert Muchamore


O livro que me proponho apresentar intitula – se “A Academia” e é da autoria de Robert Muchamore
Escolhi este livro uma vez que o ganhei num concurso da escola.
Como podem verificar, na capa vemos um rapaz a tocar bateria, estando, assim, muito relacionada com a história que nos fala sobre rock e música.
Este livro fala -nos do momento em que as bandas vencedoras do rock “The Lock” vão para a Mansão da Rock War. Aqui, durante seis semanas haverá música e festa sem parar com o objetivo de chegarem o mais depressa possível ao mundo da fama.
Ao contrário daquilo que nós imaginamos, a vida das estrelas de rock não é só desta e animação. 
Será que as bandas vão conseguir sobreviver aos bastidores do mundo do espetáculo?       
Este livro, apesar de não ter imagens, é de fácil leitura e muito divertido.
Se quereis saber mais sobre este livro aproveitai todo o vosso tempo livre para o ler… Espero que gostem…

Ana Rita Mota, 6.º D


terça-feira, 15 de maio de 2018

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

As meninas exemplares – Condessa de Ségur



As meninas exemplares são meninas que têm os seus defeitos, mas são muito gentis e amáveis. Têm uma pela outra a mais terna amizade.
Certo dia, Camila e Madalena lembraram-se de ir até à estrada para verem passar as carruagens.
Quando lá chegaram, depararam-se com uma gritaria e ficaram paralisadas. Passados uns instantes, aproximaram-se de uma carruagem tombada. Dentro dela estava uma menina de quatro anos com a mãe. 
O que será que a Madalena e a Camila fizeram à criança e à sua mãe? 

Descobre, lendo o livro.

Boa leitura.

Beatriz Merim, n.º2, 6.º B

quarta-feira, 9 de maio de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO

Os Guardiães da Disney

Hoje vou recomendar-vos a leitura desta obra por se tratar de aventuras baseadas nos heróis e vilões da Disney e ser uma aventura  onde nada é simples nem evidente com personagens fascinantes.
Cinco jovens foram contratados pela Disney para servirem de modelos para hologramas e serem guias da Disneylândia. Não contavam, no entanto, que isso fosse o início de grandes aventuras nos estúdios mais famosos do mundo.
Depois de concluírem o secundário, os amigos seguem rumos diferentes. Conhecidos como os Guardiães da Disney: Finn, Philby, Charlene, Maybeck e Willa reencontram-se numa convenção da Organização. Infelizmente, algo corre mal. Muito mal. Os amigos rapidamente percebem que derrotar o inimigo não significava a sua eliminação definitiva e têm de decidir o que fazer com uma mensagem enigmática do seu mentor.
Finn, o líder, está convencido de que se trata de uma pista importante. Os amigos discordam. Apesar da tensão gerada, Finn está determinado a decifrar o mistério. Á noite, entra sozinho na Disneylândia e percorre locais onde não deveria estar.
As irmãs Jessica e Amanda, colegas do grupo, foram aceites na Escola de Imagineering, uma instituição de elite que pretende formar os próximos criativos da Disney. As instalações ficam dentro de um antigo hotel que guarda segredos a que nenhum estudante pode aceder.
Á medida que Finn avança na investigação, depara-se com novas e surpreendentes reviravoltas. Só as irmãs podem ajudar a decifrar o enigma, mas o perigo espreita no velho hotel. Juntos, vão ter de enfrentar um mundo desconhecido, com personagens que não deveriam existir, mas sem o qual eles próprios não existiriam.
                                                                                                                        Verónica, nº 19, 6.º C

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Autor do mês de maio 2018



Marguerite Yourcenar


Marguerite Yourcenar nasceu em 1903, em Bruxelas (Bélgica).
Yourcenar é um anagrama imperfeito do seu sobrenome verdadeiro: Crayencour. 
Descendente de uma família de origem aristocrata, não chegou a conhecer a mãe, que morreu poucos dias após o seu nascimento. Educada pelo pai, estuda línguas - latim, grego, italiano e inglês - e viaja na sua companhia durante grande parte da infância.
Começa a escrever ainda na juventude, tendo publicado o seu primeiro livro, O Jardim das Quimeras, aos 17 anos.
Em 1924, numa de suas viagens pela Itália, conhece em Tivoli a villa Adriana e inicia o primeiro caderno de notas para o livro Memórias de Adriano (1951), até hoje é a sua obra mais conhecida.
Com o início da Segunda Guerra Mundial, Yourcenar fixa residência nos Estados Unidos; em 1947, naturaliza-se cidadã norte-americana.
 Em 1971, torna-se membro estrangeiro da Academia Belga de Língua e Literatura. Nove anos depois, seria a primeira mulher eleita para a Academia Francesa.
Marguerite Yourcenar morreu em 1987, nos EUA. Entre outros livros de ficção e ensaio, podem-se mencionar A Obra em Negro (1968), O Labirinto do Mundo (1974-77), Mishima ou A Visão do Vazio (1981) e O Tempo, Esse Grande Escultor (1983).


Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Marguerite_Yourcenar


quinta-feira, 19 de abril de 2018

Autor do mês de abril 2018


MARION ZIMMER BRADLEY

Nasceu em Albany, Estados Unidos da América, em Junho de 1930, começando a escrever adolescente. Nos anos cinquenta, era aquilo a que se chama uma “escritora de sucesso fácil”,  Na década seguinte, dedicou-se à produção de romances góticos para poder tirar um curso universitário. As suas histórias de ficção científica do ciclo Darkover ( um planeta onde os seres humanos, ao contacto com os alienígenas, adquirem poderes extrapsíquicos) continuam a ter numerosos admiradores. Com As Brumas de Avalon, e a sua permanência de três meses na lista dos “bestesellers” do New York Times, Marion tornou-se uma escritora de prestígio e uma das mais lidas no mundo inteiro.  O seu maior sucesso sem dúvida foi “As Brumas de Avalon” que levou quase vinte anos para ser concluído devido a uma minuciosa pesquisa que incluía a geografia e localização de Camelot. Sua inspiração veio quando ganhou do avô o livro “As Fábulas do Rei Artur” de Sidney Lamier, que Marion já sabia de cor de tanto reler. É o complemento da série sobre Avalon:
·         A Queda de Atlântida
·         Os Ancestrais de Avalon
·         Os Corvos de Avalon
·         A Casa da Floresta
·         A Senhora de Avalon
·         A Sacerdotisa de Avalon.
 Prosseguiu na mesma senda com Presságio de Fogo (1987), onde reescreve a guerra de Tróia de uma perspectiva feminista. Regressa ao universo mítico da Bretanha druídica, desta vez, em confronto com o Império Romano com A Casa da Floresta (1983). Deixou mais de meia centena de livros.

Fonte: https://www.leme.pt/biografias/eua/letras/marion.html


terça-feira, 17 de abril de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO

"APENAS UM DESEJO"
de Barbara O`Connor


Este livro fala-nos de uma menina rebelde que tinha o pai na prisão, a mãe não se conseguia aguentar em pé e só tinha uma irmã que a apoiava em tudo.
Essa menina chama-se Charlie e, quando tinha oportunidade de pedir um desejo, ela pedia, sempre o mesmo:  ter um cão.
No meio do livro, ela esforça-se mais para apanhar o cão, mas será que o apanha? Será que no final tem de voltar para a mãe?

Para descobrirem têm de o ler!

Acreditem em mim, este livro é muito bonito e muito sentimental!!

 Leonor Viana, n.º 12, 5.º B


 ESCREVO SOBRE UM LIVRO

«A LUA DE JOANA»

de  Maria Teresa Maia Gonzalez


Este livro conta a história de uma menina chamada Joana que perdeu a sua melhor amiga. Para desabafar escreve um diário, onde conta à sua amiga Marta o seu dia-a-dia, pois em casa não se sente apoiada.
Joana não percebe como uma menina tão responsável se meteu na droga e está muito revoltada.
A sua avó, que passou a ser a sua melhor amiga, fica doente …            
Que fará ela agora?
Achei este livro interessante e de fácil leitura, embora não tenha imagens. Trata de um tema atual – a droga. Alerta-nos para a importância de nos preocuparmos uns com os outros e mostra-nos que até os mais inteligentes se podem deixar enganar.            
Apesar de ser um livro recomendado para o 8.º ano, aconselho a sua leitura, pois irá trazer-vos lições valiosas!!!
Bruna Serafim, n.º 3, 6.º D

sexta-feira, 9 de março de 2018

Autor do mês de março 2018


Yukio Mishima



Yukio Mishima era o nome artístico utilizado de Kimitake Hiraoka (平岡公威, Hiraoka Kimitake?), que nasceu na capital do Japão em 1925, onde teve uma infância problemática marcada por eventos que mais tarde influenciariam fortemente a sua literatura. Ainda criança foi separada dos seus pais e passou a viver com a avó paterna, uma aristocrata ainda ligada à Era Tokugawa. A avó mal deixava a criança sair de sua vista, de forma que Kimitake teve uma infância isolada. Muitos biógrafos de Mishima acreditam emergir desta época seu interesse pelo Kabuki e sua obsessão pelo tema da morte.
Aos doze anos Kimitake voltou a viver com os pais e começou a escrever suas primeiras histórias. Matriculou-se num colégio de elite em Tóquio. Seis anos depois, publicou numa revista literária um conto que posteriormente foi editado em livro. Seu pai, um funcionário burocrático do governo, era totalmente contra suas pretensões literárias. Nessa época adoptou o pseudónimo Yukio Mishima, em parte para ocultar seus trabalhos literários do conhecimento paterno. Foi recrutado pelas forças japonesas durante a Segunda Guerra Mundial, porém ficou fora das linhas de frente por motivos físicos e de saúde. Este fato tornou-se depois fator de grande remorso para Mishima que testemunhou a morte de seus compatriotas e perdeu a oportunidade de ter uma morte heroica. Forçado pelo pai, matriculou-se na Universidade de Tóquio onde se formou em direito. Após a graduação conseguiu um emprego promissor no Ministério das Finanças. No entanto, tornou-se tão desgostoso que, por fim, convenceu o pai a aceitar a sua carreira literária. Seu pai, um sujeito rude e disciplinador, teria dito que, já que era para ser escritor, era melhor ele se tornar o melhor escritor que o Japão já viu.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Yukio_Mishima

quarta-feira, 7 de março de 2018

ESCREVO SOBRE UM LIVRO


Ali Babá e os 40 ladrões


Eu recomendo a leitura desta obra porque nos dá a conhecer algumas tradições do Oriente e é recomendada para o 6º ano de escolaridade.
Este livro retrata-nos a história de Ali, que para sustentar a família cortava lenha e vendia.
Certo dia, andava Ali a trabalhar quando avistou uma nuvem de poeira. Ali decidiu esconder-se. Para seu espanto, pouco depois, os cavaleiros pararam mesmo por baixo dele. Um deles, aproximou-se de uma rocha e gritou:
“Abre-te, sésamo”.
De repente, a rocha afastou-se abrindo-se uma passagem.
Os salteadores, carregaram o seu saque e entraram para a gruta. Ali desejava pegar no seu burro e fugir mas, os ladrões poderiam vê-lo. Esperou, então, que os salteadores saíssem da gruta e contou-os: 40, tinham saído todos! 
Depois de ter a certeza que os salteadores estavam longe, Ali avançou até ao rochedo e gritou: “Abre-te, sésamo” E a rocha deslocou-se. Ali entrou na gruta e ficou maravilhado. Depois de saciar os seus olhos, Ali pôs-se a refletir. Agarrou em 2 sacos vazios que estavam no chão da gruta e encheu-os. Já com os sacos cheios Ali disse a fórmula mágica e saiu.
Para saberem o que aconteceu a Ali e ao tesouro têm de ler a história na íntegra.

Verónica, N.º19, 6.º C

terça-feira, 6 de março de 2018

ESCREVO SOBRE UM LIVRO


Fantasmas na escola     
                                     de Thomas Brezina

  O João era um menino “ medricas”, tinha muito medo, até da sua própria sombra!.... 
Um dia, no parque de diversões, apostou com a irmã mais velha, que era capaz de entrar no comboio fantasma. Encheu-se de coragem e ?!....
O comboio, que estava fechado há muitos anos, escondia um grande mistério. Então, o protagonista vai viver grandes, emocionantes e assustadoras aventuras com os seus novos amigos monstros não só no parque, mas também na escola que frequenta, brr!..... 

Guilherme Rodrigues, 6.º A


ESCREVO SOBRE UM LIVRO

“Os Piratas-Teatro”

de Manuel António Pina

 O protagonista é um rapaz com oito anos de idade e tem o nome de Manuel. Vive numa ilha rodeada de mar e coberta de névoa por todos os lados. Numa noite de junho, ele acordou para beber água e ouviu os pais a discutirem no quarto. Percebeu que o seu pai se ia embora, ia trabalhar para a América.
Na despedida, o pai disse-lhe que, se pudesse, voltava para o Natal e trazia-lhe uma bicicleta.
Trata-se de uma história cheia de mistério em que o protagonista se vê envolvido numa aventura que nem ele próprio consegue distinguir se é sonho ou realidade. O momento mais excitante do enredo acontece quando Manuel se vê, quase sem saber como, a bordo de um barco de piratas. 
Este livro é interessante para quem gosta de piratas e gosta de aprender vocabulário.
Pessoalmente, adorei a história. Por isso, aconselho a leitura deste livro.
Alexandre Sanches Domingues, 6ºA

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO

«Heidi»

       de Johanna Spyri

Este livro conta a história de uma menina órfã que foi viver com o seu avô para o alto das montanhas.
Mas, um dia, foram buscá-la para ir viver para a cidade, onde conheceu a sua grande amiga Clara. Contudo, o seu grande sonho era regressar às montanhas.
Será que regressará?
Achei este livro muito interessante e de fácil leitura. Além disso, apresenta ilustrações alegres e ensina-nos valores muito importantes como a amizade, a lealdade e a partilha.
Aconselho- vos a leitura deste livro de aventuras, pois proporcionou–me tantos  momentos encantadores!

Bruna Serafim, nº3, 6.ºD


terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
                          
                                                           de Luís Sepúlveda

      O livro que vos vou apresentar relata a história de Zorbas, um gato grande, preto e gordo e de Kengah, uma gaivota de penas cor de prata que tinha sido engolida por uma maré negra, durante uma das suas viagens.
Apesar de o petróleo se colar às suas asas, ela conseguiu levantar voo devido à sua enorme força de vontade. Exausta e a sentir-se sem mais força, cai na varanda de Zorbas.
A gaivota, antes de morrer, pede a Zorbas três coisas: guardar o seu último ovo, tomar conta da gaivotinha e ensiná-la a voar.
Então, o gato vai pedir ajuda aos seus amigos Secretário, Sabetudo, Barlavento e Colonello.
Será que vai cumprir a sua promessa? Se querem conhecer o resto da história terão de a ler.

Boa leitura!!!

Jéssica Dantas, n.º 12, 6.º D



ESCREVO SOBRE UM LIVRO

O Bando dos Invisíveis
                                       da autoria Joe Carrot


A cidade de Coelhópolis é invadida por notas falsas. Mas estas desaparecem pouco tempo depois de terem entrado em circulação.
Joe, um coelho detetive e um pai de família muito atento, vê-se obrigado a pedir ajuda ao seu amigo FranK Foster. Os dois vão atrás de Kelly Lebre, uma conhecida falsária muito sedutora.

Este livro é muito interessante e cheio de aventuras apaixonantes e alegres.

Lê e diverte-te!


 Eva Ferreira, n.º7, 6.º D 

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

ESCREVO SOBRE UM LIVRO


Seis histórias às avessas, de Luísa Ducla Soares

   São 6 histórias fantásticas sobre uma família de vampiros em que o pai bebia groselha, de uma menina que tinha os cabelos amarelos e toda agente dizia que tinha os cabelos de ouro. Fala-nos, também, sobre um monstro que era muito estranho, de um reino em que todos não queriam trabalhar, de uma aventura à época de D. Afonso Henriques e de uma sereia que vivia com as suas amigas as anémonas.
   É um livro que todos podem ler porque tem histórias divertidas e são essas histórias que a maioria das crianças gostam e uma delas sou eu.



Laura, N.º11, 5.º B
ESCREVO SOBRE UM LIVRO


História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar

Este livro é da autoria de Luís Sepúlveda e é muito divertido.
Ele fala sobre um gato chamado Zorbas que prometeu cuidar de uma gaivota recém-nascida, pois a sua mãe estava prestes a morrer. Depois, o Zorbas foi ter com os amigos, e, ao fim de muitas tentativas, decidiram quebrar uma lei dos gatos e pedir ajuda a um humano muito culto que estava sempre a ler.
O senhor ajudou-os e a pequena gaivota conseguiu, finalmente, voar.
Esta foi a minha parte favorita, pois ela fica feliz e diverte-se no ar.


Maria Fontainhas, n.º 8, 5.º A
ESCREVO SOBRE UM LIVRO


   O livro «A Viúva e o Papagaio» fala sobre uma viúva chamada Sr. Gage, que recebeu uma carta dos seus advogados sobre a morte do seu irmão, o Sr. Joseph, que lhe deixava uma habitação e uma fortuna, em Rodmell. Mas, quando a Sr. Gage chegou à casa prometida, esta estava completamente desarrumada e, num poleiro que havia na casa, estava lá um papagaio chamado James, que pertencera a um marinheiro e, como tal, tinha mal feitio. Mas, com esta desilusão, a Sra. Gage só se confortava com as 3000 libras que estavam seguras no banco de Lewes, mas quando lá foi os advogados disseram-lhe que não havia vestígios das 3000 libras. Com isto, a viúva foi para casa a pé e devagar, pois coxeava. Quando chegou a casa esta estava a arder, então a Sr. Gage teve de passar a noite na casa da Sr. Ford. Durante a noite, a viúva viu no parapeito da janela o James, sendo que pensava que estava queimado, e o papagaio levou a Sr. Gage ao chão queimado da casa do irmão e os dois no chão encontraram as 3000 libras e assim a Sr. Gage voltou para sua casa e para junto dos seus animais.
   A minha parte favorita foi quando a Sr. Gage e o papagaio descobriram as 3000 livras, porque revela que se cuidarmos bem dos animais somos recompensados por alguma coisa.
                     Bárbara  Lourenço- 5.ºA- N.º2 


    
ESCREVO SOBRE UM LIVRO

“A FADA ORIANA"

de Sophia de Mello Breyner Andersen

Para mim, este livro expressa vários sentimentos: alegria, tristeza….
Quando acabei de o ler, deu-me vontade de viver uma aventura como a de Oriana.
Ao lê-lo, pensei que Oriana me tinha tocado com a sua varinha de condão e que tinha ficado encantado.
 É uma história cheia de magia, por isso é que eu gostei de a ler!

Alexandre Cardoso, N.º 1,  5.º B