quarta-feira, 26 de março de 2014


 VIÚVA E O PAPAGAIO
                                   De Virgínia Woolf

    Esta obra é interessante e divertida, mas um pouco triste, pois a senhora Gage quase ficava sem a herança que o seu irmão, o Sr. Joseph Brand, lhe havia deixado.

   É uma obra fácil de ler e o papagaio é uma personagem engraçada, porque dizia muitas vezes ”Não ‘tá casa!”, quando queria transmitir algo a alguém. Além disso, foi ele quem ajudou a viúva, a Sr.ª Gage, a encontrar o tesouro herdado que estava escondido debaixo da tijoleira da cozinha, saltitando de um lado para o outro e dando bicadas nesse mesmo local.

                                                                                              Lê, pois vais gostar!

Maria Esteves Salgado, nº 20, 5ºA

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

“O Rapaz de Bronze"

de Sophia de Mello Breyner Andresen




    No jardim, as plantas, de dia, não possuíam a capacidade de falar, mas à noite, ganhavam vida, movimentavam-se.

 Certa noite, o Gladíolo foi arrastado pelo vento até uma árvore. Dali, tinha visão direta para uma janela através da qual pôde apreciar uma festa humana. Como ficou desejoso de fazer uma, foi pedir autorização ao Rapaz de Bronze. Este concordou, mas tinha de convidar todas as flores do jardim e uma rapariga chamada Florinda, a filha do jardineiro.

    A tulipa atrasou se, mas, quando chegou, vinha tão bonita que todos lhe pediram para dançar. Mas ela não dançou com ninguém. 

     Passado muito tempo, Florinda contou esta história, mas ninguém acreditou nela, e ela passou a não acreditar também naquilo que tinha vivido.

     Uma noite foi fazer um recado à mãe e, ao passar pelo parque, encontrou o Rapaz de Bronze que lhe falou. Desta forma, voltou acreditar em tudo outra vez.

      É uma história muito bonita e emocionante. Faz-nos sonhar!

                 Tiago Fernandes, n.º 29, 5ºA
 
   “Ai quiseste ir de férias, Stilton?”
de  Geronimo Stilton



Geronimo Stilton quis ir de férias. Consultou uma agência de viagens e lá ele foi de avião, onde havia um rapazinho que estava sempre a meter-se com ele. Por causa do rapaz o avião vibrou um pouco e o Geronimo vomitou. Ao sair do avião, teve muitos problemas com várias pessoas e à saída do aeroporto estava uma ratazana à sua espera que lhe emprestou uma bicicleta para ir para o hotel. Aqui, o quarto estava muito desorganizado. Tentou falar com a rececionista mas o telefone estava desligado.

          Viveu as aventuras mais malucas que possas imaginar. Certo dia, foi à casa de banho e só viu baratas. Assustado, fugiu para a cama. Um senhor deu-lhe uns calções e vestiu-os. Depois o rececionista deu-lhe um folheto e gozou com ele. Foi à praia e ficou cheio de calor. Alugou uma trotineta e conheceu um rato chamado Trúquio que o assustou, dizendo-lhe que havia tubarões. E não é que havia mesmo? Certa noite, adormeceu cheio de sono, mas, às cinco da manhã, acordaram-no para fazer desportos radicais. Ao almoço, não comeu, porque a comida cheirava mal.

     Será que vai regressar a casa e poder finalmente descansar?  

     Aproveita as férias de Natal e lê este livro.

     É engraçado; fácil de ler e emocionante. Vale mesmo a pena!!!

                                        Alexandra Alves nº1 , 5ºD
 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013


 O Macaco sem rabo


Esta história trata de um macaco, chamado salta galhos que, no caminho para a escola, é envergonhado por uns meninos devido ao seu rabo comprido. Decide, então, cortá-lo no barbeiro. Arrependido desta decisão, voltou ao barbeiro para reaver o seu rabo. Este já o tinha deitado fora e o macaco ficou-lhe com a navalha. Repetiu-se esta situação com uma peixeira, a qual ficou com uma sardinha, com um moleiro o qual ficou com uma saca de farinha, com uma professora a qual ficou com uma menina, com uma lavadeira a qual ficou com uma camisa e com um violeiro ao qual ficou com uma viola. Por fim o macaco pega na viola e canta uma canção:

” Do meu rabo fiz navalha

   Da navalha fiz sardinha

   Da sardinha fiz farinha

   Da farinha fiz menina

   Da menina fiz camisa

   Da camisa fiz viola

  Drrrlim, drrrlão, Drrrlim, drrrlão

  Cá vou eu prá minha escola.

 

     O título é interessante e as ilustrações são muito boas. A história é divertida e o facto da personagem principal ser um animal com caraterísticas humanas dá mais interesse à história.

João Miguel Taveira Gomes, nº 18, 5º D

     O rapaz que tinha zero a Matemática

                             de

               Luísa Ducla Soares


 O Vasco detesta Matemática e quer aprender a fazer contas mas nunca consegue nada. Até chegou a estragar o bolo de Isabel por não saber calcular a metade das porções da receita.

E não se convence que precisa de aprender a fazer contas.

Será que um dia irá conseguir?
  

Lê o livro e ficarás a saber!

Manuel Soares, nº21, 5ºD

 

“PRINCESA POPPY”

  de Janey Louise Jones

A Poppy e a Mel são amigas e brincam juntas, todos os dias, no recreio da escola. Mas, um dia, a Poppy decide juntar-se ao clube da Cerejeira em Flor. Então, a Poppy diz à Mel que queria participar num clube de amigas que existia na escola. Dizendo isto, dirigiu- se às meninas da sua escola que lhe disseram que, primeiro, teria de passar um teste. A Poppy aceitou. A Mel seguiu-as, mas à distância.

Passado algum tempo, a Poppy só ouvia as meninas a falar mal da sua amiga e, para não parecer mal, não fez nada.

Quando chegaram à cerejeira, as meninas abanaram os troncos da árvore e as flores caíram sobre a Poppy. De repente, ouve- se um barulho. Um ramo das árvores partira e, por sua vez, partira também o vidro da estufa.

Na aula, a professora questionou a turma sobre o vidro da estufa. Ninguém se acusou.

Mais tarde, a professora descobriu que tinham sido as meninas a partir o vidro e, como castigo, tiveram de trabalhar na horta até ao fim desse período. As meninas do clube, pensando que tinha sido a Mel a dizer à professora quem tinha sido, passaram muito tempo a chamar à Mel de “queixinhas”.

A Poppy, cansada dos seus abusos, protegeu a amiga e desistiu do clube.

Passado algum tempo, as folhas da cerejeira caíram e aquele grupo deixou de existir. As meninas, vendo a Poppy e a Mel a brincar, decidiram pedir- lhes para brincarem com elas. A Poppy e a amiga aceitaram com quatro condições: não haveria testes, não chamariam nomes feios a ninguém, diriam sempre a verdade e a Mel seria a líder. As meninas aceitaram e, a partir desse dia, passaram a brincar todas juntas.                                                                    

Esta história é muito fácil de ler, é interessante e educativa, tem belas ilustrações. Apesar de um pouco triste, mostra como a amizade é um dos sentimentos mais valiosos na vida de uma pessoa.   

  Maria Esteves Salgado, nº20, 5º A