segunda-feira, 7 de junho de 2021

 DAR A VOZ A QUEM LÊ


Pedro Alecrim

        de António Mota

Este livro conta-nos a história de um menino chamado Pedro que vivia com os pais e os irmãos numa casa de campo perto de uma aldeia chamada Pragal.

 O seu tempo era dividido entre o percurso para a escola, brincando e divertindo-se com o seu amigo Nicolau e a lida do campo para a ajudar os pais.

Mas, de repente, o seu pai adoeceu e, por isso, foi internado. Este prometeu ao filho que haveria de o ensinar a tocar cavaquinho, mas morreu sem o ensinar.

Pedro, para ajudar a mãe, teve de ir trabalhar e deixou de estudar.

 Se quiseres saber mais sobre esta bela história de vida, procura-a na tua biblioteca.

 Eu aconselho-vos a lê-la, pois é interessante e ensina-nos muitas coisas sobre o campo e sobre a importância da amizade.

Laura Nande, n.º11, 5.º C

 DAR VOZ A QUEM LÊ


O Segredo do Rio

de Miguel Sousa Tavares

 

    O Segredo do Rio relata-nos a história de um rapaz que morava numa casa perto um ribeiro onde adorava tomar banho e brincar. Um dia, viu um peixe enorme e, por mais impossível que pareça, este falava.

     O peixe e o rapaz tornaram-se amigos.

     Quando o verão deu lugar ao outono, não começou a chover o que fez com que no campo houvesse poucos alimentos. Certa vez, a mãe do rapaz viu o peixe do qual ele tanto falava e disse ao pai do menino para o ir pescar. Mas o garoto avisou o peixe, e este fugiu. Mais tarde, o peixe voltou com muita comida. Então, a família do rapaz voltou a ter comida e, assim, o peixe podia ficar no lago.

     Para ninguém o pescar, o pai do rapaz pôs uma placa a dizer: “Proibido pescar!” e o menino escreveu outra: “Este rio tem um segredo e esse segredo é só meu!”.

    Se quiseres descobrir mais sobre esta maravilhosa obra, podes ir à biblioteca requisitá-la que vai estar lá à tua espera.

Carolina Moniz, n.º 3, 5.º C

 

quarta-feira, 2 de junho de 2021

terça-feira, 1 de junho de 2021

 DAR VOZ A QUEM LÊ


O Banqueiro Anarquista

de Fernando Pessoa

 

Esta obra fala-nos de dois senhores, um poeta e um banqueiro que estavam num almoço a falar sobre a vida: como é ser adulto, como é pagar as contas da casa, do carro, do telefone…

Fala também como se vestem os banqueiros e o que vestem para parecerem ricos.

O banqueiro anarquista só quis ser banqueiro para poder mandar em todo o dinheiro, porque ele era anarquista, ou seja, queria a igualdade e liberdade entre as pessoas e que não houvesse ordens.

O poeta estranhava isso, porque é difícil haver pessoas ricas que sejam anarquistas, pois sempre que existam duas pessoas, acaba sempre por haver uma que manda e outra que obedece, tornando o anarquismo impossível.

Motivaria alguém a ler esta obra para saber o que é a bondade e o anarquismo.

 

Martim Paiva, n.º 15, 5.º C

 DAR VOZ A QUEM LÊ


O Perfume do Sonho na Tarde

De Luísa Dacosta

 

O livro fala-nos dos sonhos de uma menina e do seu gato. Num desses sonhos, começa a pensar qual o vestido mágico usar: o de princesa de diadema, o de pastora, o de menina malmequer ou o de Xerazade. Ela escolheu o de Xerazade, porque, depois de mil e uma noites, encontraria o seu amor. Depois de se vestir foi à procura do amor-perfeito.

Começou por se dirigir ao palácio da Rainha das Neves do qual gostou muito quando leu a sua história. Mas, como estava muito frio, teve de regressar. A seguir, quis ser um rapaz, por isso pensou em ser o Robin dos Bosques, porque gostava muito de subir às árvores. Pensou também em ser um Gnomo para ajudar as princesas que perderam anéis, mas não gostou de nenhum. Foi então que pensou em ser um pirata e, logo a seguir, descobriu que os verdadeiros tesouros estavam na natureza. Como gostava da água, pensou ser nadadora. Como também adorava o mar, quis ser uma sereia. Enquanto sonhava com sereias, uns miados de gato interromperam-lhe o sonho. Então, teve de fechar o baú e meter lá os vestidos que não tinha chegado a usar.

 

Eu motivaria alguém a ler esta obra porque nos mostra que a nossa imaginação não tem limites e pode levar-nos onde quisermos.

 

                Gonçalo Paiva, n.º10, 5.ºC

segunda-feira, 17 de maio de 2021

DAR VOZ A QUEM LÊ

Auto da Índia

de Gil Vicente 

(adaptação de Rosa Lobato Faria)

 

Esta obra relata-nos a história de uma mulher chamada Ama, cujo marido ia viajar até à Índia. Foram dizer-lhe que ele já não ia, mas, afinal, ele já tinha embarcado, à procura de fortuna.

Durante a sua ausência mantém duas ligações extraconjugais com o Lemos e com o castelhano.

Quando o marido regressa, ela finge estar com saudades e alegre pelo seu regresso.

Enquanto casal voltaram a ter uma vida normal como se nada tivesse acontecido.

Aproveitem para ler. É muito engraçada.

Camila, n.º 2, 5ºC 

 

segunda-feira, 3 de maio de 2021

Autor do mês de maio- ESM



Moita Flores

Biografia

Nasceu em Moura, onde estudou até aos 15 anos, prosseguindo os seus estudos secundários em Beja. Depois, já casado e com dois filhos, completou o bacharelato em Biologia, na Faculdade de Ciências da Universidade Lisboa, em 1975. Desde esse ano, e até 1978, foi professor de Biologia, no Ensino Secundário.

Em 1978 concorreu à Polícia Judiciária, tendo sido o primeiro classificado no curso de investigação criminal e formação de inspetores. Até 1990, pertenceu a brigadas de furto qualificado, assalto à mão armada e homicídios. Várias vezes louvado, deixou aquela instituição para se dedicar à vida académica — viria a terminar uma licenciatura em História, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

No entanto, regressou dois anos depois, em 1992, para junto da então direção da PJ,com a incumbência de proceder aos estudos e avaliações do movimento criminal. É na qualidade de assessor da direção da PJ que participa no Casos de Polícia, programa da SIC, que marca uma viragem nas relações entre polícia e comunicação social. Também desenvolveu estudos sobre a violência e morte violenta e dirigiu a equipa que identificou e trasladou os mortos do cemitério da Aldeia da Luz, numa destacada operação científica.

Colabora regularmente em vários jornais e revistas nacionais.

A 8 de junho de 2009 foi feito Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

É casado com a atriz Filomena Gonçalves - a sua segunda esposa - presença assídua nas suas produções televisivas. É pai de três filhos e avô de três netos.

 

Atividade como escritor

Os 12 anos como inspetor da Polícia Judiciária proporcionaram a Moita Flores muitas experiências e inspiração que viria a usar para escrever obras de ficção, sendo algumas delas adaptadas para televisão. Destacam-se as séries de caráter histórico, com argumento de sua autoria: A Raia dos Medos, Conde de Abranhos, Alves dos Reis, O Processo dos Távoras, A Ferreirinha, João Semana e Pedro e Inês.

  

Atividade política e social


Ainda jovem, participou nas campanhas da CDE, de 1969 e 1973, integrou listas do PS, na sua terra natal e em Lisboa. Foi eleito Presidente da Câmara Municipal de Santarém em 2005] e 2009, eleito como independente nas listas do PSD, sendo que no segundo mandato teve a maior percentagem de votos obtido por uma força política numa capital de distrito. Durante o seu período como Presidente de Câmara, renovou o parque escolar], jardins e grande parte do património, de entre os quais se destaca o Convento de São Francisco. Tendo já em vista uma candidatura à Câmara Municipal de Oeiras, novamente pelo PSD nas eleições de 2013 (eleições essas onde o partido haveria de alcançar o 2º posto, perdendo para o movimento de Paulo Vistas, Oeiras Mais à Frente) -, renunciou ao seu cargo como Presidente da Câmara de Santarém em fevereiro de 2012, sendo sucedido no mesmo por Ricardo Gonçalves.

 


Fez parte de movimentos cívicos na luta contra a violência doméstica e pelos direitos das crianças. Foi presidente da Sociedade da Língua Portuguesa e, atualmente, é Presidente da Assembleia Geral da Casa do Artista.

 

 


Fonte https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Moita_Flores