quinta-feira, 5 de novembro de 2020
quarta-feira, 4 de novembro de 2020
DAR VOZ A QUEM LÊ
"Harry Potter e os Talismãs da Morte"
J.K.
Rowling
Porque recomendo este livro?
Recomendo-o, porque é um livro
muito interessante, cheio de emoções e aventuras vividas num grande mundo de
magia. Eu gostei muito deste livro, espero que vocês também gostem.
Francisco Simões, n.º9, 6.º
D,
DAR VOZ A QUEM LÊ
Diário de Anne Frank
Este diário é escrito entre 12 de Junho de
1942 e 14 de Agosto de 1944, durante a Segunda Grande Guerra, quando os judeus
eram perseguidos e levados para campos de concentração por nazis alemães.
Anne e a sua família foram obrigados a
esconder-se quando a Holanda foi invadida pelos Nazis.
Como forma de registar os seus dias Anne
começou a escrever um diário, onde descrevia o seu dia, descrevia como era
viver num espaço tão pequeno com tanta gente, e como se sentia com a ameaça
constante da morte. No início das frases ela escrevia sempre “Querida Kitty”
para não se sentir sozinha, fingia que era uma amiga imaginária.
Mas, o esconderijo não era suficientemente
seguro, pois chega o dia em que são descobertos e são levados para os campos de
concentração.
Anne Frank acabou por morrer no campo de
concentração de Bergen – Belsen, em março de 1945, dois meses antes do final da
guerra na Europa.
Aconselho muito a ler, pois é diferente
daquilo que estamos habituados a “ouvir” de uma adolescente. Este livro relata
de forma muito particular uma importante fase da História do Mundo.
Leonor
Sousa, Nº 14, 6.º D
terça-feira, 3 de novembro de 2020
DAR VOZ A QUEM LÊ
Pêro Vaz de Caminha
Adaptação de João de Melo
Num dia, os homens saíram de Belém numa nau
com destino à Índia. Nessa viagem passaram pelas Canárias e por Cabo Verde.
De repente, eles viram ervas à deriva e acharam
que estavam perto da terra. Pouco depois apareceram umas aves e, finalmente,
avistaram terra. Chamaram-lhe Terra de Vera Cruz.
Navegaram até conseguirem ancorar.
Desceram e foram ter com as pessoas que
viviam nessa terra e começaram a fazer troca dos seus bens.
Gostarias de saber como se comportavam e se
vestiam essas gentes, ou seja, os índios?
É claro que terás de ler esta obra.
É uma carta interessante, com belas
ilustrações que nos fala de uma época importante da nossa História.
Martim Paiva, nº
15, 5.º C
DAR VOZ A QUEM LÊ
A Brasileira de Prazins
de Camilo
Castelo Branco
Adaptação
de Francisco José Viegas
Marta e José
apaixonaram-se e gostariam de casar, mas seus pais eram contra este casamento,
porque, naquela época os casamentos eram decididos pelos pais e pelas famílias.
O pai de marta gostava que
ela se casasse com outro homem e a mãe de José gostava que ele se casasse com
outra mulher.
Como o namoro não era autorizado,
José adoeceu de tanta tristeza, acabando por morrer.
E o que aconteceu a Marta?
Procura esta obra na tua Biblioteca Escolar e lê-a.
É uma obra interessante,
porque relata uma história de amor que, hoje, não acontece, pois somos livres
de casar e namorar com quem quisermos.
Mª Luísa Pimenta, nº
12, 5ºC
DAR VOZ A QUEM LÊ
“O Cavaleiro da Dinamarca”
Um cavaleiro dinamarquês, certo dia, decidiu
partir para Jerusalém em peregrinação.
No Natal seguinte, já lá rezou muito. No
regresso a casa, sempre que parava em qualquer lugar, fazia amigos. Foi em
Veneza e Florença, na Itália, que ouviu contar histórias sobre pintores, poetas
e navegadores. Uma delas é a bela história de amor de Vanina e Guidobaldo.
Já na
Dinamarca, perdeu-se e pôs-se a rezar. De repente, viu uma claridade. Esta luz
crescia do chão até ao céu em forma de cone. Quando dela se aproximou, viu que
era a sua clareira e a luz eram pequenas estrelas que iluminavam o abeto que
ficava em frente da sua casa.
Leiam o “Cavaleiro da Dinamarca”, porque o
herói desta história demonstra coragem, pois resistiu ao frio e às tempestades
e amor já que, apesar das imensas dificuldades por que passou, nunca desistiu
de as ultrapassar para poder passar a noite de Natal com a sua família, tal
como tinha prometido antes de partir em peregrinação.
Laura Rodrigues, nº 11, 5ºC
DAR VOZ A QUEM LÊ
Viagens na Minha Terra
de Almeida Garrett
O
autor começa a história, falando sobre como resolveu fazer a viagem de Lisboa a
Santarém depois de ter viajado no seu quarto.
No seu
destino, viu a janela da menina dos rouxinóis. Então, decide contar-nos a sua
história. Joaninha vive com a avó. Esta tinha outro neto mais velho do que
Joaninha. Chamava-se Carlos e tinha ido para a guerra. Por causa dele, avó e
neta eram visitadas por um frade medonho, Frei Dinis, que lhes vinha trazer
notícias de Carlos. Joaninha e o primo começaram a trocar cartas e ela começou
a gostar dele.
Um
dia, o jovem ficou ferido na guerra e uma mulher tratou-o e começaram a
amar-se. Certo dia, ele falou-lhe de Joaninha e ela foi-se embora, apesar de
ainda gostar dele. Cada um seguiu o seu destino.
Se
quiserem saber mais sobre esta história terão de lê-la, porque nos faz lembrar
que o amor nem sempre é fácil.
Não
percam !!!!
Gonçalo
Paiva, nº 10, 5.ºC










