quinta-feira, 6 de dezembro de 2018


Contando Histórias - EB PIAS

"A Maior Flor do Mundo"

 de José Saramago

Uma vez, quando era pequena li uma história bela que me inspirou a ser uma pessoa melhor.
Essa história tem a ver com o ambiente.
Estava um dia abafado, quando José Saramago estava a tirar apontamentos sobre um escaravelho a fazer a sua bola.
De repente, aparece um carro a deixar um grande rasto de poluição. Lá de dentro saiu um homem e o seu filho. O homem subiu uma pequena elevação de terra onde, lá em cima, havia uma árvore pequena e frágil. Sem pensar duas vezes, o homem pegou na escada e logo a tirou de lá. Enquanto o homem fazia essa ação destruidora, o seu filho apanhou o escaravelho que com tanta bondade observava.
Eles viviam num bairro muito poluído.
Mal chegaram a casa, o homem pôs a planta num vaso, o filho com cuidado abriu a tampa da caixa em que o tinha prendido, mas, repentinamente, ele escapou para um lugar cheio de sinais a dizer “perigo, não passar, atenção”.
Ele quis apanhar o bicho, por isso, às escondidas dos pais, ele saltou o muro e admirado com tanta destruição, ele continua a andar com os seus pezinhos descalços a tocar na dura terra da poluição. Lá vai, à espera que o destino o guie, até que vê uma encosta que o chama à atenção. Subiu-a com esforço, até que quando chegou lá acima viu uma flor murcha que parecia que lhe pedia ajuda. Com altruísmo e bondade ele, desata a correr (com amizade e solidariedade) já com os pés a sangrar das 20 vezes que andou cá e lá. Depois essa flor ficou enorme! De tanto ajudar ele ficou cansado e adormeceu. A flor, para retribuir o favor, cuidou dele e pôs uma suave pétala em cima do solidário rapaz.
Ao notar a sua falta, os seus pais foram à sua procura e logo o encontraram a dormir, à sombra da maior flor do mundo. Os seus pais acordaram-no e deram-lhe um grande abraço.
Ainda hoje, passados muitos anos, aquela flor marca o ato de bondade, amizade, solidariedade e altruísmo do menino que, desde aí, deu exemplo a toda a gente que leu este livro.
A mensagem que este livro quer transmitir é que temos de proteger o ambiente.

 Bárbara Conde Silva, P4B


ESCREVO SOBRE UM LIVRO - EB DLDM

PEDRO ALECRIM

DE ANTÓNIO MOTA

Li este livro, quando decidi inscrever-me no Concurso Nacional de Leitura.
É uma história muito criativa que nos fala de Pedro Alecrim, um rapaz que gostava muito de andar na escola. O transporte que o levava para a escola era uma camioneta cujo cano de escape deitava muito fumo. Os dias iam passando na companhia do seu amigo Nicolau.
Certo dia, o seu pai ficou doente e Pedro é obrigado a deixar os estudos. Então, ele e o seu amigo Nicolau começaram a vender plantas e vegetais à mãe de um amigo e guardavam o dinheiro que recebiam dentro de uma árvore.
Se quiseres saber mais, faz como eu e requisita-o na Biblioteca Escolar. Lê e imagina que és o Pedro Alecrim.
BOA LEITURA PARA TODOS!
                                                                                                              
Inês Costa, N.º 9, 5.º D


ESCREVO SOBRE UM LIVRO - EB DLDM

"O meu livro tem bicho"




Autora: Madalena da Luz Costa

   Eu acho que todos deviam ler este livro já que é muito interessante e, além disso, venceu o Prémio da Literatura Infantil.
  Olhando para ele parece um pequeno livro insignificante mas, guarda no seu interior imensas histórias alegres e divertidas.
   Considero-o muito engraçado, pois, mal o abri, pareceu que alguém me tinha mordido o nariz e não quis parar de o ler, tal como ele nos conta.
    E tu, não o queres ler?
Beatriz Vieira, nº 5, 5.º C



quarta-feira, 5 de dezembro de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO - EB DLDM

Ulisses

De Maria Alberta Menéres

Ulisses foi um livro que me abriu a mente, ensinou-me o quanto pode ser mau afastar-se da família.
Ensinou-me que não se deve desistir mesmo se a situação for difícil e que na vida ocorrem muitas aventuras.
Mesmo que estivermos longe da família, não devemos dizer que “não” e confiar que ainda a vamos ver.
Gostei muito da parte da cena em que Ulisses se revela e defende o seu amor, Penélope, junto a seu filho Telémaco.
Aconselho ler este livro que mostra tantas aventuras que não se conseguem contar; uma imensidão de terras por explorar e o encontro com seu amor de encantar.
 Alexandre Cardoso, n.º 1, 6.º B

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Autor do mês de novembro 2018- DLDM

JORGE AMADO

Jorge Amado nasceu em Pirangi, Baía, em 1912 e faleceu a 6 de Agosto de 2001. Viveu uma adolescência agitada, primeiro, na Baía, no início dos seus estudos, depois no Rio de Janeiro, onde se formou em Direito e começou a dedicar-se ao jornalismo. Em 1935 já se tinha estreado como romancista com O País do Carnaval (1931), Cacau (1933), Suor (1934), seguindo-se Terras do Sem Fim (1943) e S. Jorge dos Ilhéus (1944). Politicamente de esquerda, foi obrigado a emigrar, passando por Buenos Aires, onde escreveu O Cavaleiro da Esperança (1942), biografia de Carlos Prestes, depois pela França, pela União Soviética... regressando entretanto ao Brasil depois de ter estado na Ásia e no Médio Oriente. Em 1951 recebeu o Prémio Estaline, com a designação de "Prémio Internacional da Paz". Os problemas sociais orientam a sua obra, mas o seu talento de escritor afirma-se numa linguagem rica de elementos populares e folclóricos e de grande conteúdo humano, o que vai superar a vertente política. A sua obra tem toques de picaresco, sem perder a essência crítica e a poética. Além das já citadas, referimos, na sua vasta produção: Jubiabá (1935), Mar Morto (1936), Capitães da Areia (1937), Seara Vermelha (1946), Os Subterrâneos da Liberdade (1952). Mas é com Gabriela, Cravo e Canela (1958), Os Velhos Marinheiros (1961), Os Pastores da Noite (1964) e Dona Flor e os Seus Dois Maridos (1966) em que o romancista põe de parte a faceta politizante inicial e se volta para temas como a infância, a música, o misticismo popular, a turbulência popular e a vagabundagem, numa linguagem de sabor poético, humorista, renovada com recursos da tradição clássica ligados aos processos da novela picaresca. O seu sentimento humano e o amor à terra natal inspiram textos onde é evidente a beleza da paisagem, a tradição cultural e popular, os problemas humanos e sociais - uma infância abandonada e culpada de delitos, o cais com as suas misérias, a vida difícil do negro da cidade, a seca, o cangaço, o trabalhador explorado da cidade e do campo, o "coronelismo" feudal latifundiário perpassam significativamente na obra deste romancista dos maiores do Brasil e dos mais conhecidos no mundo. Fecundo contador de histórias regionais, Jorge Amado definiu-se, um dia, "apenas um baiano romântico, contador de histórias". "Definição justa, pois resume o carácter do romancista voltado para exemplos de atitudes vitais: românticas e sensuais... a que, uma vez por outra, empresta matizes políticos...", como diz Alfredo Bosi em História Concisa da Literatura Brasileira. Foi-lhe atribuído o Prémio Camões em 1994.


BIBLIOGRAFIA


  •   Gabriela, Cravo e Canela
  •   Dona Flor e os Seus Dois Maridos
  •   Com o Mar por Meio
  •   Capitães da Areia
  •   O País do Carnaval
  •   Tereza Batista Cansada de Guerra
  •   Tieta do Agreste
  •   Jubiabá
  •   Pack os Subterrâneos da Liberdade
  •   Os Subterrâneos da Liberdade - Vol. I
  •   Os Subterrâneos da Liberdade - Vol. III
  •   Os Subterrâneos da Liberdade - Vol. II
  •   O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá
  •   Os Subterrâneos da Liberdade II
  •   O Compadre de Ogun
  •   Mar Morto
  •   Tereza Batista Cansada De Guerra
  •   São Jorge dos Ilhéus
  •   Cacau
  •   Seara Vermelha
  •   Jubiabá
  •   Um Baiano Romântico e Sensual
  •   Dona Flor e Seus Dois Maridos
  •   O Sumiço da Santa Vol . XV
  •   A Descoberta da América Pelos Turcos
  •   Tocaia Grande
  •   O País do Carnaval / Cacau / Suor
  •   Apontamentos Europa-América Explicam Jorge Amado - O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá - Nº 113
  •   Tieta do Agreste - Volume XII
  •   Gabriela, Cravo e Canela / A Morte e a Morte de Quincas Berro Dágua / Os Velhos Marinheiros
  •   Tereza Batista Cansada de Guerra
  •   Farda Fardão Camisola de Dormir
  •   Tenda dos Milagres
  •   O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá
  •   Pastores Da Noite / Dona Flor e os Seus Dois Maridos
  •   Terras do sem Fim
  •   A Morte e a Morte de Quincas Berro D'Água
  •   O Milagre dos Pássaros
  •   Os Pastores da Noite
  •   Bahia de Todos-os-Santos
  •   Os Velhos Marinheiros ou o Capitão de Longo curso
  •   Os Velhos Marinheiros
  •   Navegação de Cabotagem
  •   O Menino Grapiúna
  •   O Sumiço da Santa
  •   São Jorge dos Ilhéus
  •   A Morte e a Morte de Quincas Berro d´Água
  •   Os Pastores da Noite
  •   Os Subterrâneos da Liberdade I - Os Ásperos Tempos
  •   Jorge Amado - O Homem e a Obra
  •   Farda Fardão Camisola de Dormir
  •   Os Subterrâneos da Liberdade II - Agonia da Noite
  •   Seara Vermelha
  •   Tocaia Grande
  •   Os Subterrâneos da Liberdade II
  •   O País do Carnaval - Cacau - Suor
  •   O Cavaleiro da Esperança
  •   Farda Fardão Camisola de Dormir
  •   Capitães da Areia
  •   Dona Flor e Seus Dois Maridos
  •   Tereza Batista Cansada de Guerra
  •   Tenda dos Milagres
  •   O Amor do Soldado
  •   São Jorge dos Ilhéus
  •   A B C de Castro Alves



https://www.wook.pt/autor/jorge-amado/14089

terça-feira, 27 de novembro de 2018


Contando Histórias - EB de Pias

As Roupas Novas do Imperador


Era uma vez um imperador com muita vaidade.
Gastava todo o seu dinheiro em roupa, mudava-a de hora em hora.
Certo dia, apareceram na cidade dois aldrabões como tecelões. E eles disseram que sabiam fazer o melhor tecido invisível.
Depois, o imperador foi lá e não viu tecido nenhum, mas calou-se.
- Não vê como é o tecido? - disseram os aldrabões, mas não havia tecido algum.
Pois, segundo os aldrabões, só conseguia ver o tecido quem era competente e inteligente.
O imperador ficou a pensar … será que eu sou estúpido?
Então foi falar com o chefe que era competente e inteligente.
O chefe não viu nada, mas também ficou calado.
- Não vê como isto é tão bonito? – perguntaram os aldrabões.
- Claro, é muito bonito - dizia o chefe, perturbado.
- Será que eu sou estúpido? - perguntava ele a si próprio.
O ministro e as pessoas também não viam nada, mas diziam que viam.
Depois foram vestir o imperador para ir para a procissão.
Enquanto estavam na procissão, um menino disse:
- O imperador está nu!
E todas as pessoas o imitaram.
O imperador não quis saber e continuou a procissão.

Elaborado pela turma P4A
Professora Cristina Ribeiro

quarta-feira, 21 de novembro de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO - EB DLDM

O Gigante e os Morangos
Anabela Batista


Já li este livro há dois anos, mas há livros que se conseguem ler em todas as idades.
Era uma vez um gigante que tinha uma horta com morangos.
De repente não havia morangos na horta e o gigante chorava. Tudo ficara inundado, então, o gigante resolveu criar um viveiro de peixes para comer.
Aconteceu que o gigante casou e teve 2 filhos gémeos. E não é engraçado que um gostava de morangos e outro de peixe?

Lucas Sousa, n.º 13, 6.º B