quinta-feira, 6 de dezembro de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO - EB DLDM

PEDRO ALECRIM

DE ANTÓNIO MOTA

Li este livro, quando decidi inscrever-me no Concurso Nacional de Leitura.
É uma história muito criativa que nos fala de Pedro Alecrim, um rapaz que gostava muito de andar na escola. O transporte que o levava para a escola era uma camioneta cujo cano de escape deitava muito fumo. Os dias iam passando na companhia do seu amigo Nicolau.
Certo dia, o seu pai ficou doente e Pedro é obrigado a deixar os estudos. Então, ele e o seu amigo Nicolau começaram a vender plantas e vegetais à mãe de um amigo e guardavam o dinheiro que recebiam dentro de uma árvore.
Se quiseres saber mais, faz como eu e requisita-o na Biblioteca Escolar. Lê e imagina que és o Pedro Alecrim.
BOA LEITURA PARA TODOS!
                                                                                                              
Inês Costa, N.º 9, 5.º D


ESCREVO SOBRE UM LIVRO - EB DLDM

"O meu livro tem bicho"




Autora: Madalena da Luz Costa

   Eu acho que todos deviam ler este livro já que é muito interessante e, além disso, venceu o Prémio da Literatura Infantil.
  Olhando para ele parece um pequeno livro insignificante mas, guarda no seu interior imensas histórias alegres e divertidas.
   Considero-o muito engraçado, pois, mal o abri, pareceu que alguém me tinha mordido o nariz e não quis parar de o ler, tal como ele nos conta.
    E tu, não o queres ler?
Beatriz Vieira, nº 5, 5.º C



quarta-feira, 5 de dezembro de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO - EB DLDM

Ulisses

De Maria Alberta Menéres

Ulisses foi um livro que me abriu a mente, ensinou-me o quanto pode ser mau afastar-se da família.
Ensinou-me que não se deve desistir mesmo se a situação for difícil e que na vida ocorrem muitas aventuras.
Mesmo que estivermos longe da família, não devemos dizer que “não” e confiar que ainda a vamos ver.
Gostei muito da parte da cena em que Ulisses se revela e defende o seu amor, Penélope, junto a seu filho Telémaco.
Aconselho ler este livro que mostra tantas aventuras que não se conseguem contar; uma imensidão de terras por explorar e o encontro com seu amor de encantar.
 Alexandre Cardoso, n.º 1, 6.º B

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Autor do mês de novembro 2018- DLDM

JORGE AMADO

Jorge Amado nasceu em Pirangi, Baía, em 1912 e faleceu a 6 de Agosto de 2001. Viveu uma adolescência agitada, primeiro, na Baía, no início dos seus estudos, depois no Rio de Janeiro, onde se formou em Direito e começou a dedicar-se ao jornalismo. Em 1935 já se tinha estreado como romancista com O País do Carnaval (1931), Cacau (1933), Suor (1934), seguindo-se Terras do Sem Fim (1943) e S. Jorge dos Ilhéus (1944). Politicamente de esquerda, foi obrigado a emigrar, passando por Buenos Aires, onde escreveu O Cavaleiro da Esperança (1942), biografia de Carlos Prestes, depois pela França, pela União Soviética... regressando entretanto ao Brasil depois de ter estado na Ásia e no Médio Oriente. Em 1951 recebeu o Prémio Estaline, com a designação de "Prémio Internacional da Paz". Os problemas sociais orientam a sua obra, mas o seu talento de escritor afirma-se numa linguagem rica de elementos populares e folclóricos e de grande conteúdo humano, o que vai superar a vertente política. A sua obra tem toques de picaresco, sem perder a essência crítica e a poética. Além das já citadas, referimos, na sua vasta produção: Jubiabá (1935), Mar Morto (1936), Capitães da Areia (1937), Seara Vermelha (1946), Os Subterrâneos da Liberdade (1952). Mas é com Gabriela, Cravo e Canela (1958), Os Velhos Marinheiros (1961), Os Pastores da Noite (1964) e Dona Flor e os Seus Dois Maridos (1966) em que o romancista põe de parte a faceta politizante inicial e se volta para temas como a infância, a música, o misticismo popular, a turbulência popular e a vagabundagem, numa linguagem de sabor poético, humorista, renovada com recursos da tradição clássica ligados aos processos da novela picaresca. O seu sentimento humano e o amor à terra natal inspiram textos onde é evidente a beleza da paisagem, a tradição cultural e popular, os problemas humanos e sociais - uma infância abandonada e culpada de delitos, o cais com as suas misérias, a vida difícil do negro da cidade, a seca, o cangaço, o trabalhador explorado da cidade e do campo, o "coronelismo" feudal latifundiário perpassam significativamente na obra deste romancista dos maiores do Brasil e dos mais conhecidos no mundo. Fecundo contador de histórias regionais, Jorge Amado definiu-se, um dia, "apenas um baiano romântico, contador de histórias". "Definição justa, pois resume o carácter do romancista voltado para exemplos de atitudes vitais: românticas e sensuais... a que, uma vez por outra, empresta matizes políticos...", como diz Alfredo Bosi em História Concisa da Literatura Brasileira. Foi-lhe atribuído o Prémio Camões em 1994.


BIBLIOGRAFIA


  •   Gabriela, Cravo e Canela
  •   Dona Flor e os Seus Dois Maridos
  •   Com o Mar por Meio
  •   Capitães da Areia
  •   O País do Carnaval
  •   Tereza Batista Cansada de Guerra
  •   Tieta do Agreste
  •   Jubiabá
  •   Pack os Subterrâneos da Liberdade
  •   Os Subterrâneos da Liberdade - Vol. I
  •   Os Subterrâneos da Liberdade - Vol. III
  •   Os Subterrâneos da Liberdade - Vol. II
  •   O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá
  •   Os Subterrâneos da Liberdade II
  •   O Compadre de Ogun
  •   Mar Morto
  •   Tereza Batista Cansada De Guerra
  •   São Jorge dos Ilhéus
  •   Cacau
  •   Seara Vermelha
  •   Jubiabá
  •   Um Baiano Romântico e Sensual
  •   Dona Flor e Seus Dois Maridos
  •   O Sumiço da Santa Vol . XV
  •   A Descoberta da América Pelos Turcos
  •   Tocaia Grande
  •   O País do Carnaval / Cacau / Suor
  •   Apontamentos Europa-América Explicam Jorge Amado - O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá - Nº 113
  •   Tieta do Agreste - Volume XII
  •   Gabriela, Cravo e Canela / A Morte e a Morte de Quincas Berro Dágua / Os Velhos Marinheiros
  •   Tereza Batista Cansada de Guerra
  •   Farda Fardão Camisola de Dormir
  •   Tenda dos Milagres
  •   O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá
  •   Pastores Da Noite / Dona Flor e os Seus Dois Maridos
  •   Terras do sem Fim
  •   A Morte e a Morte de Quincas Berro D'Água
  •   O Milagre dos Pássaros
  •   Os Pastores da Noite
  •   Bahia de Todos-os-Santos
  •   Os Velhos Marinheiros ou o Capitão de Longo curso
  •   Os Velhos Marinheiros
  •   Navegação de Cabotagem
  •   O Menino Grapiúna
  •   O Sumiço da Santa
  •   São Jorge dos Ilhéus
  •   A Morte e a Morte de Quincas Berro d´Água
  •   Os Pastores da Noite
  •   Os Subterrâneos da Liberdade I - Os Ásperos Tempos
  •   Jorge Amado - O Homem e a Obra
  •   Farda Fardão Camisola de Dormir
  •   Os Subterrâneos da Liberdade II - Agonia da Noite
  •   Seara Vermelha
  •   Tocaia Grande
  •   Os Subterrâneos da Liberdade II
  •   O País do Carnaval - Cacau - Suor
  •   O Cavaleiro da Esperança
  •   Farda Fardão Camisola de Dormir
  •   Capitães da Areia
  •   Dona Flor e Seus Dois Maridos
  •   Tereza Batista Cansada de Guerra
  •   Tenda dos Milagres
  •   O Amor do Soldado
  •   São Jorge dos Ilhéus
  •   A B C de Castro Alves



https://www.wook.pt/autor/jorge-amado/14089

terça-feira, 27 de novembro de 2018


Contando Histórias - EB de Pias

As Roupas Novas do Imperador


Era uma vez um imperador com muita vaidade.
Gastava todo o seu dinheiro em roupa, mudava-a de hora em hora.
Certo dia, apareceram na cidade dois aldrabões como tecelões. E eles disseram que sabiam fazer o melhor tecido invisível.
Depois, o imperador foi lá e não viu tecido nenhum, mas calou-se.
- Não vê como é o tecido? - disseram os aldrabões, mas não havia tecido algum.
Pois, segundo os aldrabões, só conseguia ver o tecido quem era competente e inteligente.
O imperador ficou a pensar … será que eu sou estúpido?
Então foi falar com o chefe que era competente e inteligente.
O chefe não viu nada, mas também ficou calado.
- Não vê como isto é tão bonito? – perguntaram os aldrabões.
- Claro, é muito bonito - dizia o chefe, perturbado.
- Será que eu sou estúpido? - perguntava ele a si próprio.
O ministro e as pessoas também não viam nada, mas diziam que viam.
Depois foram vestir o imperador para ir para a procissão.
Enquanto estavam na procissão, um menino disse:
- O imperador está nu!
E todas as pessoas o imitaram.
O imperador não quis saber e continuou a procissão.

Elaborado pela turma P4A
Professora Cristina Ribeiro

quarta-feira, 21 de novembro de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO - EB DLDM

O Gigante e os Morangos
Anabela Batista


Já li este livro há dois anos, mas há livros que se conseguem ler em todas as idades.
Era uma vez um gigante que tinha uma horta com morangos.
De repente não havia morangos na horta e o gigante chorava. Tudo ficara inundado, então, o gigante resolveu criar um viveiro de peixes para comer.
Aconteceu que o gigante casou e teve 2 filhos gémeos. E não é engraçado que um gostava de morangos e outro de peixe?

Lucas Sousa, n.º 13, 6.º B


Contando Histórias - EB de Pias 

As Roupas Novas do Imperador

Era uma vez um Imperador muito vaidoso que tinha um roupeiro com imensas roupas.
Certo dia, foram ter com ele dois homens que lhe prometeram fazer um traje muito especial. Seria exclusivo, nunca visto até então. Este agradado com a resposta dos dois homens aceitou imediatamente.
Estes homens começaram a pedir determinadas jóias e ouro para começarem a confecionar o maravilhoso tecido, mas eles eram uns grandes aldrabões e falsos artesãos, sendo que o Imperador não sabia. O Imperador estava a ser enganado. Estes falsos artesãos enganaram o Imperador dizendo que só os que fossem competentes é que conseguiriam ver o maravilhoso tecido. O Imperador convencido com a conversa destes aldrabões deixou-se enganar.
Passado algum tempo, o Imperador ansioso por ver como decorriam os trabalhos para o seu novo fato, mas com receio de ser estúpido, mandou um dos seus homens de confiança verificar os trabalhos. Este verificou e não viu nada, mas para não passar por estúpido, ouviu com muita atenção a descrição feita pelos falsos  tecelões e foi relatar tudo, tal como ouvira, ao Imperador. Durante a noite, os tecelões fingiram que trabalhavam nos teares vazios, fazendo barulho e disfarçando que costuravam.
Chegou o dia do desfile, os tecelões pediram ao Imperador para se despir e colocar o seu novo fato. Os tecelões argumentavam que o fato era muito leve, como uma pena. O Imperador sentiu-se nu, mas não queria dizê-lo para não passar por estúpido. Na hora do desfile, o Imperador foi elogiado pelo povo com exceção de um menino que disse: - O Imperador vai nu! O pai da criança ficou muito envergonhado por tal exclamação e todas as pessoas se começaram a rir do Imperador.
E assim continuou o Imperador até ao fim do desfile.
Elaborado pela turma P3A
Professor Francisco Pereira