quarta-feira, 21 de novembro de 2018


Contando Histórias - EB de Pias 

As Roupas Novas do Imperador

Era uma vez um Imperador muito vaidoso que tinha um roupeiro com imensas roupas.
Certo dia, foram ter com ele dois homens que lhe prometeram fazer um traje muito especial. Seria exclusivo, nunca visto até então. Este agradado com a resposta dos dois homens aceitou imediatamente.
Estes homens começaram a pedir determinadas jóias e ouro para começarem a confecionar o maravilhoso tecido, mas eles eram uns grandes aldrabões e falsos artesãos, sendo que o Imperador não sabia. O Imperador estava a ser enganado. Estes falsos artesãos enganaram o Imperador dizendo que só os que fossem competentes é que conseguiriam ver o maravilhoso tecido. O Imperador convencido com a conversa destes aldrabões deixou-se enganar.
Passado algum tempo, o Imperador ansioso por ver como decorriam os trabalhos para o seu novo fato, mas com receio de ser estúpido, mandou um dos seus homens de confiança verificar os trabalhos. Este verificou e não viu nada, mas para não passar por estúpido, ouviu com muita atenção a descrição feita pelos falsos  tecelões e foi relatar tudo, tal como ouvira, ao Imperador. Durante a noite, os tecelões fingiram que trabalhavam nos teares vazios, fazendo barulho e disfarçando que costuravam.
Chegou o dia do desfile, os tecelões pediram ao Imperador para se despir e colocar o seu novo fato. Os tecelões argumentavam que o fato era muito leve, como uma pena. O Imperador sentiu-se nu, mas não queria dizê-lo para não passar por estúpido. Na hora do desfile, o Imperador foi elogiado pelo povo com exceção de um menino que disse: - O Imperador vai nu! O pai da criança ficou muito envergonhado por tal exclamação e todas as pessoas se começaram a rir do Imperador.
E assim continuou o Imperador até ao fim do desfile.
Elaborado pela turma P3A
Professor Francisco Pereira


sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Autor do mês de novembro 2018


 Biografia de José Saramago


Filho e neto de camponeses, José Saramago nasceu na aldeia de Azinhaga, província do Ribatejo, no dia 16 de Novembro de 1922. Os seus pais emigraram para Lisboa quando ele não havia ainda completado dois anos.
 A maior parte da sua vida decorreu, portanto, na capital, embora até aos primeiros anos da idade adulta fossem numerosas, e por vezes prolongadas, as suas estadas na aldeia natal.
Fez estudos secundários (liceais e técnicos) que, por dificuldades económicas, não puderam prosseguir. O seu primeiro emprego foi como serralheiro mecânico, tendo exercido depois diversas profissões: desenhador, funcionário da saúde e da previdência social, tradutor, editor, jornalista. Publicou o seu primeiro livro, um romance, Terra do Pecado, em 1947, tendo estado depois largo tempo sem publicar (até 1966). Trabalhou durante doze anos numa editora, onde exerceu funções de direção literária e de produção. Colaborou como crítico literário na revista Seara Nova. Em 1972 e 1973 fez parte da redação do jornal Diário de Lisboa, onde foi comentador político, tendo também coordenado, durante cerca de um ano, o suplemento cultural daquele vespertino.
Pertenceu à primeira Direção da Associação Portuguesa de Escritores e foi, de 1985 a 1994, presidente da Assembleia Geral da Sociedade Portuguesa de Autores. Entre Abril e Novembro de 1975 foi diretor-adjunto do jornal Diário de Notícias. A partir de 1976 passou a viver exclusivamente do seu trabalho literário, primeiro como tradutor, depois como autor. Casou com Pilar del Rio em 1988 e em Fevereiro de 1993 decidiu repartir o seu tempo entre a sua residência habitual em Lisboa e a ilha de Lanzarote, no arquipélago das Canárias (Espanha). Em 1998 foi-lhe atribuído o Prémio Nobel de Literatura.
José Saramago faleceu a 18 de Junho de 2010.

https://www.josesaramago.org/biografia-jose-saramago/

quarta-feira, 7 de novembro de 2018


CONTANDO HISTÓRIAS  - EB de Pias


O peixe Arco – Íris

O Arco-Íris era o mais belo peixe que vivia no oceano.
Ele tinha umas escamas coloridas e cintilantes que brilhavam como as cores do arco-íris. Por isso, era admirado por todos os outros peixes.
Como era diferente, achava-se muito importante e não mostrava interesse por o que o rodeava.
Os outros peixes perguntavam-lhe se ele queria brincar, mas, ele não lhes dava importância, pois só se preocupava com a sua beleza.


Um dia, o peixe Azul pediu-lhe se lhe dava uma escama brilhante. Mas, ele logo respondeu que não, ignorando o seu pedido. O peixe Azul ficou muito triste e foi contar o sucedido aos seus amigos.
Então, a partir desse dia, os outros peixes deixaram de falar ao Arco-Íris.
Ele, por sua vez, começou a sentir-se muito triste e sozinho. Então, resolveu contar o seu problema à Estrela-do-mar. Ela aconselhou-o a falar com o polvo Octopus, pois ele era um grande sábio e saberia o que fazer.
O polvo pensou e sugeriu que ele desse uma escama a quem lhe pedisse.
O Arco-Íris pensou muito e resolveu seguir o conselho do polvo.
Um dia, quando nadava pelo fundo do mar, encontrou o peixe Azul e deu-lhe uma das suas escamas. O pequeno peixe ficou muito contente e agradeceu-lhe.
O Arco-Íris começou a dar a todos uma escama e, assim, sentia-se muito feliz. Brincava e ria junto dos outros peixes.
Finalmente, tinha amigos.
                                                                                                                                                 Reconto coletivo da turma P2A

CONTANDO HISTÓRIAS - EB de PIAS

Depois de terem ouvido o Professor Bibliotecário - Fernando Magalhães, contar a história, este grupo de alunos da Professora Margarida Ferreira, realizou o trabalho que a seguir se publica.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

CONTANDO HISTÓRIAS - EB1/JI de Pias

Eu e o meu Papá!

De Alison Ritchie

Ilustrado por: Alison Edgson

Contado por: Fernando Magalhães


No âmbito da atividade "CONTANDO HISTÓRIAS", o professor Magalhães volta a contar aventuras aos alunos da Escola Básica de Pias. Desta vez, foram as crianças dos grupos PJ1 e PJ2 das educadoras Judite Teixeira e Carla Silva.
Depois das duas sessões estas crianças fizeram os melhores desenhos que conseguiram. Para memória futura e reconhecimento do trabalho desenvolvido, aqui ficam os registos.

Equipa da BE/CRE
Prof.ª Helena Magalhães

segunda-feira, 15 de outubro de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO -

 EB DLDM

"1 Km de cada vez"

Gonçalo Cadilhe

Gonçalo Cadilhe, com 41 anos de idade, escreveu este livro que foi publicado em 2009. Feitas as contas, Gonçalo conta agora, em 2018, com meio século de idade. Mas, que meio século!
Ao ler este livro não consegui parar de me surpreender com o espírito aventureiro intrínseco deste homem. Pensei que nunca seria capaz de fazer este tipo de viagens, daí a minha constante intriga.
Se os leitores estão à espera de uma história com princípio, meio e fim, desenganem-se. Não é. São relatos, crónicas das suas viagens descritas com muita sabedoria, com muita arte à mistura. Tão bem contados que ao ler somos transportados para lá.
Como é que alguém consegue passar a vida a viajar não sendo extremamente rico?
Esse é um ensinamento que Gonçalo vai deixando à medida que nos conta as suas aventuras.
No entanto, regista-se também o seu trabalho como colunista do Expresso, guia turístico em viagens de autor,…..
Podemos dizer que, afinal, estas viagens são o alimento (da alma também) de Gonçalo, literalmente escrevendo.
Estes relatos deixam, de certeza, uma imagem de quão diverso é o nosso mundo e que apesar da expressão “…o mundo é pequeno.”, na realidade ele é bem imenso!
Tem a caraterística muito particular de podermos escolher uma crónica qualquer ao acaso, uma vez que elas não têm sequência.
Este livro foi requisitado na Biblioteca Municipal de Monção, onde poderão escolher outras obras deste escritor.
Boas leituras!

Helena Magalhães

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Autor do mês de outubro 2018


Jodi Picoult


Biografia

Jodi Lynn Picoult, nasceu em 19 de Maio de 1966 é uma escritora norte-americana. Foi criada em Nesconset em Long Island; a sua família mudou-se para o New Hampshire quando esta tinha 13 anos de idade.
Picoult escreveu a sua primeira história aos cinco anos, com o título "The Lobster Which Misunderstood".
Estudou Escrita na Universidade de Princeton e licenciou-se em 1987. Publicou dois contos na revista Seventeen quando ainda estava na universidade. Trabalhou numa corretora e numa editora, foi copywriter numa agência de publicidade e professora de Inglês. Aos 38 anos, é autora de onze bestsellers e em 2003 foi galardoada com o New England Bookseller Award for Fiction. Fez um mestrado em educação na Universidade de Harvard. 




Obras