segunda-feira, 11 de junho de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO - EB DLDM

«Teatro às Três Pancadas” 

O livro que eu mais gostei de ler, até ao momento, foi o «Teatro às Três Pancadas” do escritor António Torrado.
A obra é constituída por seis pequenas peças de teatro. A minha preferida é “Vem aí o Zé das Moscas”, pois é um texto que tem muito humor e que faz rir às gargalhadas.
O Zé das Moscas é um camponês que diz que ouve constantemente, à volta da cabeça, uns “zumbidos, bzz-bzz…bzz-bzz, que vêm e vão, passam e voltam, desandam e tornam, bzz-bzz…bzz-bzz…”. Então, decide ir ao médico para saber qual é o seu problema.
Quem quiser saber mais sobre esta divertidíssima história, e pretender conhecer outras, deve ler a obra que é ......!! 
Boas leituras!!

Tiago Miguel  Sarandão Almeida, n.º23, 5.ºD


ESCREVO SOBRE UM LIVRO - EB DLDM


 “Uma aventura na Quinta das Lágrimas”

Era uma vez um grupo de amigos chamados João, Pedro, Chico, Teresa e Luísa, que, juntamente com os seus cães Faial e Caracol,  se tornaram inseparáveis.
Eles moram em Lisboa e decidem ir passar umas férias a Coimbra, a uma Quinta cujo nome era Quinta das Lágrimas.
O grupo de amigos começou por dar um passeio para explorar o local e conhecem uma rapariga que se chamava Sátia. Esta era a filha de um marajá muito rico e estavam hospedados no hotel da quinta, juntamente com mais familiares e criados. Entre estes estavam o tio de Sátia e o secretário do marajá.
Quando o marajá os conheceu convidou-os a ficarem com eles no hotel pois assim a filha tinha companhia de crianças da idade dela.  Eles aceitaram.
                Enquanto passeavam pelo local e se escondiam uns dos outros nos vários recantos da quinta, ouviram algumas conversas entre o secretário do marajá e o tio da Sátia, e começaram a desconfiar que estes queriam exterminar a sua amiga para ficarem com a grande herança do marajá.
Foram sucedendo algumas peripécias até que eles descobriram que afinal era o marajá a vítima daqueles vilões. Armaram um plano para conseguir desmascará-los e assim conseguiram salvar a vida do marajá. Quando este teve conhecimento de toda a história e percebeu que os amigos da filha lhe tinham salvo a vida, ficou-lhes eternamente grato.
As férias entretanto acabaram mas o João, o Pedro, o Chico, a Teresa e a Luísa  já tinham mais uma bela e emocionante história  para contar!

Eu  leio  livros desta coleção há já algum tempo e gosto de todas as
personagens, no entanto, neste livro, o meu personagem preferido é o João. Ele é o mais participativo do grupo, tem sempre ideias do que devem fazer a seguir e interveio no momento certo, salvando a vida do marajá.
Recomendo este livro e todos os outros da coleção, pois são livros emocionantes, engraçados e que nos transportam para os lugares das aventuras, parecendo até que estamos lá a viver aquelas emoções. Também são livros que nos ensinam coisas interessantes acerca dos vários locais onde decorrem as histórias.

Diogo Lamas, nº 7, 5.º D


 ESCREVO SOBRE UM LIVRO - EB DLDM

"Uma aventura em Espanha"!

" Eu aconselho a toda a gente que estiver a ler isto que, pelo menos uma vez, tem de ler o livro "Uma aventura em Espanha"!
É muito divertido e parece que estamos a viver uma verdadeira aventura... Contem com suspense e cenas dramáticas!
Obrigado por lerem esta mensagem!"
                                   

Gonçalo Caldas Dias, N.º 10, 5º D


 ESCREVO SOBRE UM LIVRO - EB DLDM


"Uma aventura na casa assombrada"

 "Aconselho-vos a lerem o livro "Uma aventura na casa assombrada", porque é um livro muito interessante e  encantador.
 Aconselho-vos a lê-lo, porque dá-nos a sensação que estamos a viver a própria aventura! Leiam o livro, porque não se vão arrepender!!"
                                     
Diogo Caldas Dias, nº 6, 5.º D

terça-feira, 29 de maio de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO - EB DLDM

Leandro, o rei de Helíria

Leandro, o rei de Helíria, é um livro da autoria de Alice Vieira.
É um livro muito bonito que tem uma lição muito importante.
O livro fala de um rei chamado Leandro que tem três filhas: Hortência, Amarílis e Violeta.
No dia do casamento das princesas, o seu pai disse-lhes para dizerem o quanto gostavam dele. Primeiro chamou Amarílis (que tal como Hortência não gostava de seu pai) e ela disse:
«Quero-vos muito mais que o sol…»
Depois chamou Hortência e ela disse:
«Quero-vos mais que a mim própria, muito mais que ao ar que respiro…»
Finalmente, chamou Violeta (que amava o seu pai realmente):
«Meu senhor, não sei falar como minhas irmãs. Sei apenas que sou vossa filha, e que todas as filhas devem amar seus pais. Sei como é difícil, para mim, pensar no dia em que irei viver longe de vós. Quando eu era muito pequenina e tinha pesadelos, vós estáveis sempre à beira do meu leito. Pelo Inverno, quando o vento soprava e as febres atacavam o meu corpo frágil, éreis vós, senhor, que eu via a meu lado até conseguir acalmar. De tudo me lembro, e tudo o meu coração guarda com a gratidão que todas as filhas devem sentir pelos pais. Mais não consigo dizer. REI: Mas, Amarilis disse que me quer mais do que ao Sol, Hortênsia disse que me quer mais do que ao ar... e vós? Qual é a medida do vosso amor por mim?
VIOLETA: Não sei, senhor. O que não tem fim não se pode medir. É difícil encontrar medida para o amor.
REI (zangado): Elas encontraram! Tereis de a encontrar também!
 VIOLETA: Preciso muito de vós, senhor!
REI (zangado): Não chega!
VIOLETA: Preciso de vós como...
REI: ... como?
VIOLETA: ... como... como a comida precisa do sal.
(Vozes de espanto)
REI (muito zangado): Estais a querer dizer que me quereis...
VIOLETA: Como a comida quer ao sal.
REI (apoplético): O sal?! Como a comida...
VIOLETA:... quer ao sal.
REI: Estareis louca? Ou serei eu que, de repente, terei enlouquecido? Ousais comparar-me... ao sal?!
VIOLETA: Mas, senhor...
REI: É essa a paga de todos estes anos de amor? É essa a paga das muitas horas que perdi junto ao vosso leito, acalmando os vossos pesadelos?... Oh, deuses, isto é que é um pesadelo, um verdadeiro pesadelo!
VIOLETA: Mas o sal é um bem precioso, senhor, sem ele não podemos viver..»
Leandro ficou muito zangado com a sua filha e, por isso expulsou-a do reino e ela foi viver com o príncipe Reginaldo, pois eles amavam-se.
A governar o reino ficou Amarílis, com o Norte, e Hortência com o Sul. Elas não se entendiam e, um dia expulsaram o seu pai que foi acompanhado pelo bobo.
Eles caminharam muito até que um dia encontraram um pastor que, depois de conversarem os levou ao castelo do príncipe Reginaldo. Leandro não comia há muito tempo e já estava cego. O bobo reconheceu as caras mas não as identificou. No castelo havia muita comida, coma qual serviram o rei, mas ele não gostou de nada. Serviram-no várias vezes, mas ele rejeitou tudo e perguntou:
«Mas que comida é esta que me servistes nestes pratos todos que cada um parecia pior que o anterior?»
Violeta respondeu:
«É apenas comida sem sal senhor.»
O rei lembrou-se do que tinha feito há anos, lembrou-se da filha que realmente o amava…
Leandro pede desculpa a Violeta e os dois se abraçam.
 O rei passa a viver no castelo e vivem felizes para sempre.
Aconselho-vos este livro, porque é muito bonito e tem uma lição muito importante.

Maria Fontainhas, n.º8, 5.ºA



quinta-feira, 24 de maio de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO - EB DLDM

"A ACADEMIA"
   de Robert Muchamore


O livro que me proponho apresentar intitula – se “A Academia” e é da autoria de Robert Muchamore
Escolhi este livro uma vez que o ganhei num concurso da escola.
Como podem verificar, na capa vemos um rapaz a tocar bateria, estando, assim, muito relacionada com a história que nos fala sobre rock e música.
Este livro fala -nos do momento em que as bandas vencedoras do rock “The Lock” vão para a Mansão da Rock War. Aqui, durante seis semanas haverá música e festa sem parar com o objetivo de chegarem o mais depressa possível ao mundo da fama.
Ao contrário daquilo que nós imaginamos, a vida das estrelas de rock não é só desta e animação. 
Será que as bandas vão conseguir sobreviver aos bastidores do mundo do espetáculo?       
Este livro, apesar de não ter imagens, é de fácil leitura e muito divertido.
Se quereis saber mais sobre este livro aproveitai todo o vosso tempo livre para o ler… Espero que gostem…

Ana Rita Mota, 6.º D


terça-feira, 15 de maio de 2018

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

As meninas exemplares – Condessa de Ségur



As meninas exemplares são meninas que têm os seus defeitos, mas são muito gentis e amáveis. Têm uma pela outra a mais terna amizade.
Certo dia, Camila e Madalena lembraram-se de ir até à estrada para verem passar as carruagens.
Quando lá chegaram, depararam-se com uma gritaria e ficaram paralisadas. Passados uns instantes, aproximaram-se de uma carruagem tombada. Dentro dela estava uma menina de quatro anos com a mãe. 
O que será que a Madalena e a Camila fizeram à criança e à sua mãe? 

Descobre, lendo o livro.

Boa leitura.

Beatriz Merim, n.º2, 6.º B