terça-feira, 14 de novembro de 2017

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS

O FUSO, A LANÇADEIRA E A AGULHA

dos irmãos Grimm
 
Um dia, uma menina ainda pequena perdeu os seus pais. Como não tinha ninguém, foi viver para casa da sua madrinha.
Passados quinze anos, a sua madrinha faleceu e, na hora da morte, abençoou-a e deixou-lhe os seus bens. A menina trabalhava muito pra sobreviver.
Certa vez, apareceu lá na aldeia um príncipe que procurava uma noiva, mas não queria nem a mais rica, nem a mais pobre. Este aproximou-se delas e a mais rica
disse-lhe o seu nome e beijou-lhe a mão. A mais pobre, cheia de vergonha, baixou os olhos e continuou a trabalhar.
Então, o príncipe foi-se embora e a menina pobre seguiu-o com o olhar, quando ele virou costas.
Pouco depois, este voltou par trás. Sabes porquê? Claro que não, mas também não vos vou contar. Terão vocês de descobrir, lendo este belo conto.
Eu acho-o muito interessante, porque o príncipe escolheu a mais pobre, mas a mais rica em sentimentos e valores. 

Eva Ferreira, 6.º D

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS


A Polegarzinha

de Hans Christian Andersen

Era uma vez mulher que vivia muito triste por não ter filhos. Certo dia, resolveu ir ter com uma feiticeira que a aconselhou:
- Toma, coloca esta semente num vaso e rega-a todos os dias. Em breve verás o que acontece!
Apesar de não perceber o conselho da feiticeira, obedeceu.
Algumas semanas depois, nasceu uma linda flor! Tinha pétalas compridas e no meio delas apareceu uma menina muito pequenina. Ao vê-la, a mulher ficou muito entusiasmada. Certa noite, um sapo apareceu e levou-a para o pântano. Ao chegar lá, a Polegarzinha ficou cheia de medo, pois não conhecia ninguém e percebeu o que lhe estava a acontecer.
Os peixinhos que nadavam por ali, ao verem a tristeza da menina, começaram a roer o nenúfar até que a filha começou a flutuar e foi dar à margem. No entanto, uma toupeira disse-lhe para casar com ela, mas a Polegarzinha não queria, porque iria viver debaixo da terra.
O que terá acontecido? Será que conseguiu escapar e voltar para junto da sua mãe?
É um livro muito ternurento! Lê-o e deixa aqui a tua opinião.


 Francisca Santos, 5.º E

terça-feira, 7 de novembro de 2017

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

ESCOLA EB1/JI PIAS                                                                                 
Reconto da obra “O homem sem sorte”

Era uma vez um homem sem sorte que decidiu fazer uma longa viagem, indo à procura da sua sorte.
Nada do que ele fazia dava certo, era um homem só. Pensando na sua família, verificou que toda ela tinha sorte menos ele.
O homem sem sorte decidiu ir ao encontro do Criador para saber porque é que não tinha sorte. Pegou na sua mala, colocou alguns alimentos e andou um dia, um mês, um ano e um dia e chegou à floresta.
Chegando à floresta encontrou um lobo magro, cheio de fome, há três meses que não comia. O homem assustado, também se queixou da sua vida e disse que ia à procura do Criador. Então, o lobo fez-lhe um pedido. Pediu-lhe que falasse com o criador sobre a sua situação. O homem sem sorte referiu que se se lembrasse perguntaria.
Continuando a sua viagem encontrou uma árvore, com apenas duas folhinhas, acabou por tropeçar nas suas raízes. A árvore descobriu que o homem ia ter com o Criador e fez-lhe um pedido. Pediu para lhe perguntar porque é que estava tão doente. Voltando, novamente, à sua viagem encontrou um vale florido. Chegando à casa de uma moça bonita, esta convidou-o a entrar. Conversaram bastante e quando chegou a noite, o homem sem sorte, levantou-se para continuar viagem. A moça também lhe fez um pedido. Pediu para perguntar ao Criador porque se sentia tão só.
Continuou a viagem e chegou ao fim do mundo. De repente, ouviu uma voz. Depois de conversar com o Criador, este disse-lhe: ''a tua sorte está no mundo, basta ficares atento para perceber o momento certo e apanhá-la ''.
O homem levantou-se e o Criador disse-lhe se ele não queria saber as respostas dos pedidos que lhe foram feitos. Depois de ouvir as respostas começou a correr até à casa da moça e disse-lhe que quando encontrasse um companheiro iria ser muito feliz e continuou a viagem de regresso. Estava a caminhar e tropeçou na raiz da árvore e disse-lhe o que o Criador mandou:
- Estás doente porque tens um tesouro junto às raízes e deves tirá-lo. A árvore pediu-lhe para o tirar, mas ele disse que não e continuou a sua viagem.             
Pelo caminho encontrou o lobo cheio de fome e disse -lhe que o que tinha era fome. Tinha que comer uma criatura estúpida que iria passar junto dele. Nesse momento o lobo encheu-se de força e comeu o homem sem sorte.                       
O homem sem sorte desperdiçou todas as oportunidades que lhe foram aparecendo, acabando por perder tudo porque não soube agarrar as oportunidades da vida.                              

Jéssica Rodrigues e Lara Meinier,  P4B


ESCREVO SOBRE UM LIVRO

ESCOLA EB DEU-LA-DEU MARTINS


O Príncipe com Orelhas de Burro

de José Régio


Era uma vez um rei e uma rainha que queriam ter um filho.
Certo dia, tiveram um, mas nasceu com orelhas de burro. No entanto, mantiveram o segredo para eles. O Príncipe andava sempre com um gorro feito de lã azul, mas o segredo foi descoberto. Sabem por quem?
Foram umas fadas boas que fizeram desaparecer o gorro. E afinal não tinha orelhas de burro.
Se quiserem saber mais pormenores desta história, que é muito engraçada, procurem-no na biblioteca da vossa escola e leiam-no.


Clara Santos, 5ºE

ESCREVO SOBRE UM LIVRO       

ESCOLA EB DEU-LA-DEU MARTINS


Peter Pan

    de
James Matthew Barrie

Todas as crianças crescem, mas O Peter Pan não. Ele vive na Terra do Nunca com a fada Sininho, e juntos foram visitar os seus amigos.
Peter Pan e a Sininho levaram os seus amigos a conhecer a Terra do Nunca.
Voaram…voaram…voaram. Ao longe, começaram a ver um barco pirata, a aldeia dos índios e a morada dos Meninos Perdidos.
O Capitão Gancho viu Peter Pan e os seus amigos a voar e resolveu atacá-los. Como também queria atacar os meninos, levou-os para o seu barco e queria atirá-los ao mar. Mas Peter Pan veio salvá-los, tendo lutado com o Capitão Gancho. De regresso a casa, Wendy, muito amiga de Peter Pan, pediu-lhe para ficar com eles, mas este disse que não, pois preferia a Terra do Nunca. 
E porquê? Perguntarão vocês.
Ali, na ilha encantada, nunca iria crescer e podia brincar com as crianças para sempre, fugindo às responsabilidades da vida adulta.
Lê e delicia-te com as suas aventuras!
João Tiago, 5ºE

ESCREVO SOBRE UM LIVRO


        ESCOLA EB1/JI DE PIAS

O homem sem sorte


Era uma vez um homem que dizia a toda a gente que não tinha sorte, pois quando o viam entravam na casa fechavam as janelas e portas até que ele se fosse embora.
Certo dia, ele decidiu ir em busca do Criador (Deus).
Pelo caminho encontrou um lobo, que se podia ver as costelas.
Passado um dia, um mês, um ano e um dia encontrou uma árvore e tropeçou numa das raízes.
Ela disse-lhe que tinha dores nas raízes e pediu ajuda ao homem, se ele também podia perguntar ao Criador, como resolver o seu problema.
E seguiu caminho dizendo-lhe que se lembra-se lhe diria.
Passado um dia, um mês, um ano e um dia encontro uma casa com uma moça que lhe convidou a entrar.
Conversaram, conversaram (…) até o homem se lembrar que tinha de ir embora, a moça disse-lhe para esperar se ia ao criador para lhe perguntar, que às vezes sentia uma grande dor no peito e ele respondeu-lhe: que se se lembrasse lhe diria.
Andou um dia, um mês, um ano, e um dia até encontrar o Criador.
Quando lá chegou pediu-lhe ajuda e o criador respondeu-lhe, a sorte está no mundo tens é de a aproveitar.
Ele foi-se embora todo despachado e o Criador pediu-lhe para esperar, se não tinha nada a perguntar-lhe sobre um lobo, uma árvore e uma moça.
O homem, obcecado em encontrar a sorte, foi-se embora com as respostas para todos. Andou, andou até chegar á casa da moça.
Chegando lá disse-lhe que essa dor do peito era só solidão ela precisava de um companheiro, a moça perguntou-lhe se ele queria ser o seu companheiro e o homem respondeu-lhe claro que não, que não podia ficar ali a perder o tempo todo.
Passado um dia, um mês, um ano e um dia cruzou-se de novo com a árvore e disse-lhe que por baixo das raízes tinha um tesouro alguém o tinha de tirar de lá de baixo. A árvore perguntou-lhe se ele o podia tirar. E o homem respondeu-lhe que não tinha tempo a perder.
Andou um dia, um mês, um ano e um dia encontrou o lobo e disse, que só precisava que alguém estúpido passa-se pela sua frente.
Como o homem estava à sua frente o lobo acabou por comer o homem.  

                A sorte está no mundo tens é de a aproveitar

P4A
Filipa, Jéssica, Inês
(reconto transcrito no computador Magalhães)

ESCREVO SOBRE UM LIVRO


ESCOLA EB1/JI DE PIAS

Numa pequena aldeia vivia um homem sem sorte. Quando ele plantava as suas sementes, o vento arrastavam – as pelo campo fora, quando punha as sementes na terra o sol punha – as em brasa. O homem chegava todos os dias tarde ao trabalho e o patrão acabou por o despedir. 
Certo dia, o homem decidiu ir ter com o criador perguntar-lhe porque é que tinha tanto azar.
O azarado do homem pôs comida e água numa mochila térmica e pôs-se a andar à procura do criador do (Deus), andou um dia, um mês, um ano e um dia. Estava a caminhar até que encontrou um lobo que estava tão magro que até dava para contar as suas costelas. O lobo quando viu o homem pediu-lhe ajuda e quando soube que o homem ia ter com o criador pediu-lhe mais uma coisa, que era perguntar ao criador o que lhe estava a acontecer. O homem respondeu-lhe que se se lembrasse lhe perguntaria.
Ele andou mais um dia, um mês, um ano e um dia. Encontrou uma árvore quase sem folhas com o tronco todo dobrado “olha ao teu redor fazes-te chamar de árvore? Endireita-te!”
A árvore disse-lhe que estava muito doente e que não sabia o que tinha acontecido. A árvore perguntou-lhe onde é que ele ia e ele respondeu que ia visitar o criador. Quando soube, árvore pediu-lhe para saber porque é que estava a secar. O trapalhão do homem disse-lhe que se se lembrasse perguntaria.
O homem sem sorte andou mais um dia, um mês, um ano e um dia e encontrou uma casa habitada por uma linda mulher, que o convidou a entrar na sua casa. Começaram a conversar horas e horas.
O homem olhou lá para fora e reparou que estava a escurecer, saiu da casa rapidamente porque ia visitar o criador.
A mulher disse-lhe para perguntar ao criador o que estava a acontecer com ela pois ela tinha uma dor no peito. O homem respondeu-lhe que se se lembrasse lhe perguntaria.
Andou mais um bocado, sentou-se e ouvi uma voz. O homem perguntou por que é que não tinha sorte. A voz, que era do criador, respondeu-lhe que a sorte estava no mundo, só tinha de esperar o momento certo para a apanhar. O homem virou-se para trás e ia regressar quando o criador lhe perguntou:
- Não te estás a esquecer de nada?
O homem perguntou as três coisas e depois de ouvir todas as respostas saiu a correr tão rápido como o vento. Quando passou pela casa da mulher, abrandou e gritou:
- Ei, o teu problema é a solidão, precisas de um companheiro.
E a rapariga perguntou-lhe se queria ser o seu companheiro. O homem respondeu-lhe que não podia perder tempo com ela pois tinha que aproveitar as oportunidades que a vida lhe dava.
Correu a velocidade da água e reencontrou a árvore, disse-lhe que o seu problema era o tesouro que tinha debaixo das suas raízes.
- Podes-me tirar o tesouro e até podes ficar com ele. Eu só quero a minha saúde de volta.
- Não posso perder o tempo contigo tenho de aproveitar as oportunidades que a vida me vai dar.
Correu tão rápido como a velocidade da luz até que chegou ao pé do lobo. Disse-lhe que o problema dele era a fome e que se uma pessoa estúpida passasse à sua frente, que desse um salto e o comesse.
O lobo aproveitou a sorte que a vida lhe deu e reuniu todas as suas forças, deu um salto e comeu o homem sem sorte.
A lição que nos dá este texto é que a sorte está no mundo. Nós só temos que esperar o momento certo para apanhar.
P4A
Lucas, Pedro e David
(reconto transcrito no computador Magalhães)