quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

AUTOR DO MÊS
          DEZEMBRO


- Tem literatura destinada a crianças
 e jovens;

- Estreou-se com um livro de poemas;

- Colabora com diversos jornais e revistas;

- Participa frequentemente em colóquios e encontros




Descobre-o(a)
Boa sorte


Biografia  

Luísa Ducla Soares nasceu em Lisboa a 20 de Julho de 1939 e licenciou-se em Filologia Germânica. Iniciou a sua atividade profissional como tradutora, consultora literária e jornalista, tendo sido diretora da revista de divulgação cultural Vida (1971-2).
Colaboradora de diversos jornais e revistas, estreou-se com um livro de poemas “Contrato” em 1970. Foi adjunta do Gabinete do Ministro da Educação (1976-8).
Trabalha desde 1979 na  Biblioteca Nacional onde iniciou a sua atividade realizando uma bibliografia de literatura para crianças e jovens em Portugal.
 Aí organizou numerosas exposições, sendo atualmente assessora desta instituição e responsável pela Área de Informação Bibliográfica.
Orientando-se preferencialmente para a literatura destinada a crianças e jovens, publicou mais de 80 obras. É sócia-fundadora do Instituto de Apoio à Criança. Tem escrito guiões televisivos (26) e prepara diversos sites de internet, nomeadamente os da Presidência da República - Página dos Mais Novos. Tem elaborado diversas publicações seletivas da literatura infantil nacional e internacional para o Instituto Português do Livro e das Bibliotecas, para o Ministério da EducaçãoFundação Gulbenkian .
Vários poemas seus foram musicados, tendo sido editado em 1999 um CD com letras exclusivamente de sua autoria musicados por Susana Ralha. Intitula-se 25 por ser constituído por 25 canções e se integrar na comemoração dos 25 anos da Revolução de 25 de abril. Junto de escolas e bibliotecas desenvolve regularmente ações de incentivo à leitura.
Participa frequentemente em colóquios e encontros, apresentando conferências e comunicações sobre problemática relacionada com os jovens e a leitura e sobre literatura para os mais novos.


Bibliografia
1.      Contrato  (Poesia), 1970
2.      A História da Papoila, (Infanto-juvenil), 1972 ; 1977
3.      Maria Papoila, (Infanto-juvenil), 1973 ; 1977
4.      O Dr. Lauro e o Dinossauro, (Infanto-juvenil), 1973 ; 1988
5.      Urso e a Formiga, (Infanto-juvenil), 1973 ; 2002
6.      O Soldado João, (Infanto-juvenil), 1973 ; 2002
7.      O Ratinho Marinheiro (Poesia para a infância), 1973 ; 2001
8.      O Gato e o Rato, prosa (Infanto-juvenil), 1973 ; 1977
9.      Oito Histórias Infantis, prosa (Infanto-juvenil), 1975
10. O Meio Galo e Outras Histórias, prosa (Infanto-juvenil), 1976 ; 2001
11. AEIOU, História das Cinco Vogais, (prosa) (Infanto-juvenil), 1980 ; 1999
12. O Rapaz Magro, a Rapariga Gorda, prosa (Infanto-juvenil), 1980 ; 1984
13. Histórias de Bichos, prosa (Infanto-juvenil), 1981
14. O Menino e a Nuvem, prosa (Infanto-juvenil), 1981
15. Três Histórias do Futuro, prosa (Infanto-juvenil), 1982
16. O Dragão, prosa (Infanto-juvenil), 1982 ; 2002; 2015 (Porto Editora)
17. O Rapaz do Nariz Comprido, prosa (Infanto-juvenil), 1982 ; 1984
18. O Sultão Solimão e o Criado Maldonado (Poesia para a infância), 1982
19. Poemas da Mentira... e da Verdade (Poesia para a infância), 1983 ; 1999
20. O Homem das Barbas, prosa (Infanto-juvenil), 1984
21. O Senhor Forte, prosa (Infanto-juvenil), 1984
22. A Princesa da Chuva, prosa (Infanto-juvenil), 1984
23. O Homem alto, a Mulher baixinha, prosa (Infanto-juvenil), 1984
24. De Que São Feitos os Sonhos: A Antologia Diferente, prosa (Infanto-juvenil), 1985 ; 1994
25. O Senhor Pouca Sorte, prosa (Infanto-juvenil), 1985
26. A Menina Boa, prosa (Infanto-juvenil), 1985
27. A Menina Branca, o Rapaz Preto, prosa (Infanto-juvenil), 1985
28. 6 Histórias de Encantar, prosa (Infanto-juvenil), 1985 ; 2003
29. A Vassoura Mágica, prosa (Infanto-juvenil), 1986 ; 2001
30. O Fantasma, prosa (Infanto-juvenil), 1987
31. A Menina Verde, prosa (Infanto-juvenil), 1987
32. Versos de Animais (Antologia de Literatura Tradicional), 1988
33. Destrava Línguas (Antologia de Literatura Tradicional), 1988 ; 1997
34. Crime no Expresso do Tempo, prosa (Infanto-juvenil), 1988 ; 1999
35. Lenga-Lengas (Antologia de Literatura Tradicional), 1988 ; 1997
36. O Disco Voador, prosa (Infanto-juvenil), 1989 ; 1990
37. Adivinha, Adivinha: 150 adivinhas populares (Antologia de Literatura Tradicional), 1991 ; 2001
38. É Preciso Crescer, ( infanto- juvenil )1992
39. A Nau Catrineta, prosa (Infanto-juvenil), 1992
40. À Roda dos Livros: Literatura Infantil e Juvenil (Divulgação), 1993
41. Diário de Sofia & Cia aos Quinze Anos(Infanto-juvenil), 1994 ; 2001
42. Os Ovos Misteriosos, prosa (Infanto-juvenil), 1994 ; 2002
43. O Rapaz e o Robô, prosa (Infanto-juvenil), 1995 ; 2002
44. S. O. S.: Animais em Perigo!..., prosa (Infanto-juvenil), 1996
45. O Casamento da Gata, poesia (Infanto-juvenil), 1997 ; 2001
46. Vamos descobrir as bibliotecas (Divulgação), 1998
47. Vou Ali e Já Volto, prosa (Infanto-juvenil), 1999
48. Arca de Noé, poesia (Infanto-juvenil), 1999
49. A Gata Tareca e Outros Poemas Levados da Breca (Poesia para a infância), 1999 ; 2000; 2014 (Porto Editora)
50. ABC, poesia (Infanto-juvenil), 1999 ; 2001
51. 25 (Poesia para a infância), 1999
52. Seis Contos de Eça de Queirós (Contos), 2000 ; 2002
53. Com Eça de Queirós nos Olivais no ano 2000 (Divulgação), 2000
54. Com Eça de Queirós à roda do Chiado (Divulgação), 2000
55. Mãe, Querida Mãe! Como é a Tua?, prosa (Infanto-juvenil), 2000 ; 2003
56. Lisboa de José Rodrigues Miguéis (Divulgação), 2001
57. Roteiro de José Rodrigues Miguéis: do Castelo ao Camões (Divulgação), 2001
58. A flauta, prosa (Infanto-juvenil), 2001
59. Uns óculos para a Rita, prosa (Infanto-juvenil), 2001,
60. Todos no Sofá, poesia (Infanto-juvenil), 2001
61. 1, 2, 3, poesia (Infanto-juvenil), 2001 ; 2003
62. Alhos e Bugalhos (Divulgação), 2001
63. Meu bichinho, meu amor, prosa (Infanto-juvenil), 2002
64. Cores, prosa (Infanto-juvenil), 2002
65. Gente Gira, prosa (Infanto-juvenil), 2002
66. Tudo ao Contrário!, prosa (Infanto-juvenil), 2002
67. Viagens de Gulliver, adaptação livre (Teatro para a infância), 2002
68. O Rapaz que vivia na Televisão, prosa (Infanto-juvenil), 2002
69. Contrários, poesia (Infanto-juvenil), 2003
70. Quem está aí?, prosa (Infanto-juvenil), 2003
71. A Cavalo no Tempo, poesia (Infanto-juvenil), 2003, 2015 (Porto Editora)
72. Pai, Querido Pai! Como é o Teu?, prosa (Infanto-juvenil), 2003
73. A Carochinha e o João Ratão, poesia (Infanto-juvenil), 2003
74. Se os Bichos se vestissem como Gente, prosa (Infanto-juvenil), 2004
75. A festa de anos, prosa (Infanto-juvenil), 2004
76. Contos para rir, prosa (Infanto-juvenil), 2004
77. Abecedário maluco, poesia (Infanto-juvenil), 2004
78. Histórias de dedos, prosa (Infanto-juvenil), 2005
79. A Cidade dos Cães e outras histórias, prosa ( Infanto- juvenil ), 2005
80. Há sempre uma estrela no Natal, contos ( Infanto-juvenil ) Civilização,2006
81. Doutor Lauro e o dinossauro, prosa (Infanto-Juvenil), 2.ª ed, Livros Horizonte, 2007
82. Mais lengalengas (recolhas ), Livros Horizonte,2007
83. Desejos de Natal (Infanto-juvenil ), Civilização,2007
84. As Canções do Alfa, Porto Editora, 2013
85. Números com Histórias, Porto Editora, 2013
86. Poesia para Todo o Ano, Porto Editora, 2013

87. Os animais do Natal (ilustrações de Ângelo Vieira), Porto Editora, 2012
AUTOR DO MÊS
NOVEMBRO


- Reconhecido(a) autor(a) de literatura para crianças e jovens;

- Tem obras recomendadas pelo Plano Nacional de Leitura;


- Já recebeu vários prémios;


- Tem sido solicitado(a) a visitar bibliotecas públicas, em Portugal e estrangeiro.



Descobre-o(a)
                    Boa sorte

Biografia

António Mota nasceu a 16 de Julho de 1957 em Vilarelho, Ovil, concelho de Baião. Foi professor do Ensino Básico. Em 1979 escreveu o seu primeiro livro, A Aldeia das Flores. Alguns dos seus livros estão publicados no Brasil e traduzidos para espanhol, galego e sérvio.
Em Portugal, tem mais de cinco dezenas de obras recomendadas pelo Plano Nacional de Leitura.
Recebeu vários prémios, dos quais se destacam o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1983) para "O Rapaz de Louredo", o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (1990) para "Pedro Alecrim", o Prémio António Botto (1996) para "A Casa das Bengalas", o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens(2006, categoria Livro Ilustrado) para ´´Se eu fosse muito magrinho``. Desde 1980 tem sido solicitado a visitar escolas do Ensino Básico e Secundário, assim como bibliotecas públicas, em Portugal e estrangeiro fomentando deste modo, o gosto pela leitura entre crianças e jovens.
A 6 de Junho de 2008 foi feito Oficial da Ordem da Instrução Pública.
Em 2010, foi nomeado para os Prémios de Autor da SPA/RTP na categoria Literatura Infanto-Juvenil com “Pinguim” (Gailivro, ilustrações de Alberto Faria).
Foi nomeado como candidato português ao prémio literário sueco Alma em 2013 e 2014.

Bibliografia                                                                               
·         A Aldeia das Flores, 1979, ASA editores;
·         As Andanças do Senhor Fortes, 1980, Afrontamento;
·         O Rapaz de Louredo, 1983, Areal;
·         O Grilo Verde, 1984, Livros Horizonte;
·         O Rebanho Perdeu as Asas, 1987, Vega;
·         O Rei, o Sábio e os Ratos, 1987, Veja;
·         Pardinhas, 1988, Caminho;
·         Pedro Alecrim, 1988, Gailivro;
·         Abada de Histórias, 1989, Desabrochar;
·         Ventos da Serra: Um Ano de Histórias, 1989, Caminho
·         Cortei as Tranças, 1990, Edinter;
·         O Conde de Montecristo, 1990, Edinter;
·         Jaleco, 1991, Desbrochar;
·         Os Sonhadores, 1991, Edinter;
·         A Terra do Anjo Azul, 1994, Edinter;
·         David e Golias, 1995, Civilização;
·         A Casa das Bengalas, 1995, Edinter;
·         Sal, Sapo, Sardinha, 1996, Caminho;
·         Segredos, 1996, Desabrochar;
·         Sonhos de Natal, 1997, Desabrochar;
·         O Agosto que Nunca Esqueci, 1998; Edinter
·         Fora de Serviço, 1999, Âmbar
·         O Príncipe com Cabeça de Cavalo, 1999, Gailivro;
·         A Galinha Medrosa, 2000, Gailivro;
         O Livro das Adivinhas (2 volumes), 2001, Gailivro;
·         O Nabo Gigante, 2001, Gailivro;
·         O Sapateiro e os Anões, 2001, Gailivro;
·         Onde Tudo Aconteceu, 2001, Âmbar;
·         A Gaita Maravilhosa, 2002, Gailivro;
·         O Galo da Velha Luciana, 2002, Gailivro;
·         Os Heróis do 6ºF, 2002, Gailivro;
·         Pedro Malasartes, 2002, Gailivro;
·         Se Eu Fosse Muito Alto, 2002, Gailivro;
·         Se Tu Visses o que Eu Vi, 2002, Gailivro;
·         A Princesa e a Serpente, 2003, Gailivro;
·         Filhos de Montepó, 2003, Gailivro
·         O Lambão, o Teimoso e o Senhor Veloso, 2003, Gailivro;
·         O Sonho de Mariana, 2003, Gailivro;
·         Se Eu Fosse Muito Magrinho, 2003, Gailivro;
·         Fábulas de Esopo – Recontadas por Antónia Mota, 2004, Gailivro
·         Maria Pandorca, 2004, Gailivro;
·         Contos Tradicionais, 2005, Gailivro;
·         O Livro dos Provérbios (2 volumes), 2005, Gailivro
·         Romeu e as Rosas de Gelo, 2005, Gailivro;
·         Uma Tarde no Circo, 2005, Gailivro;
·         A Viagem do Espanholito, 2006, Edinter;
·         O Coelho Branco, 2006, Gailivro;
·         O Velho e Os Pássaros, 2006, Gailivro;
·         Se Eu Fosse Muito Forte, 2006, Gailivro;
·        Se Eu Fosse Muito Pequenino, 2006, Gailivro.                                      
 

A semente da verdade



Esta é a história de Ping, um menino com o mundo dentro. Coração de flor e assobio de vento.
Ping era uma criança chinesa que adorava cultivar orquídeas e outras flores. Tinha o dom da terra e qualquer planta tocada por ele crescia forte e viçosa.
Todos os habitantes do império cultivavam belos jardins e tinham pelas plantas um enorme respeito e carinho. Entre eles, o Imperador, que cultivava o seu próprio jardim.
Os anos foram passando entre a leveza, a cor e o perfume das flores mas no coração do imperador reinava uma inquietação – não tinha filhos ou netos a quem passar o seu império. Era chegado então o momento de decidir quem lhe sucederia. Mas, como decidir quem seria? Qual seria a melhor forma, a forma mais justa e sensata de escolher o seu sucessor? Decidiu que as lindas flores que cultivava há já tantos anos decidiriam por si. Chamou até si todas as crianças do império e a todas ofereceu um punhado de sementes, informando-as de que quem, ao fim de um ano lhe trouxesse a mais bela e cuidada flor, seria o seu sucessor. Por todo o império reinava um sentimento de esperança, sonho, dedicação, com o intuito de alcançar o crescimento da mais formosa e delicada flor.
É aqui que entra Ping, o jardineiro do amor. Ping passou meses cuidando, nutrindo e acariciando a sua planta. Dedicou-lhe os melhores raios de sol, ofereceu-lhe a água mais pura da mais pura das fontes, resgatou-a do vento e da impiedosa chuva, mas, por mais que se esforçasse, não havia modo de ver a sua planta crescer. Nem um tímido caulezinho surgia daquela terra castanha. Ping não sabia que mais poderia fazer. No seu coração crescia a tristeza, a vergonha e a deceção por não ver a planta crescer.
Havia chegado novamente a primavera e com ela, o dia de levar a planta ao imperador. Todos tinham belas flores para oferecer mas Ping tinha um vaso vazio.
Pensou em não comparecer. Pensou também em levar outra das suas lindas e viçosas criações, mas logo essa ideia lhe pareceu incorreta. Aconselhado pelo seu pai, decidiu-se a enfrentar a verdade e, cheio de coragem levou o seu vaso ao imperador. Perante uma multidão de flores coloridas e perfumadas, Ping era o único com um vaso vazio.
Quando chegou a sua vez de o mostrar ao Imperador, a vergonha pesava-lhe sobre a cabeça, mas logo o Imperador saltou de alegria ao perceber que aquela criança tinha tido a coragem e a honestidade suficientes para lhe trazer um vaso vazio. Ele sim era digno de ser o seu sucessor. É que o Imperador tinha queimado todas as sementes, logo, era impossível alguma delas germinar. Mas só quem tivesse um coração leve como o vento, puro como a água, quente como os raios de sol e bonito como uma flor seria capaz de lhe levar um vaso vazio.
Ele sim seria um digno sucessor.
Viva o imperador Ping!
  

A Turma: P3A

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

ESCRITOR DO MÊS


Este ano a atividade reinventou-se, ou melhor alguém a reinventou… Está muito interessante! Parabéns aos professores dinamizadores pela criatividade.
São colocadas pistas num dos placards da biblioteca da Escola Básica Deu-la-deu Martins e em alguns pontos estratégicos da escola, para que adivinhem quem será o autor daqueles livros, daquelas histórias que, pelas imagens deixadas devem ser fantásticas.
As pistas são muito engraçadas e apelativas. Despertam mesmo a curiosidade.
Esta atividade, pensada desta maneira, permite uma participação mais ativa dos alunos numa busca e numa descoberta que, com certeza, deixará recordações no seu futuro.
A seguir, deixamos algumas imagens que registam a primeira busca, a primeira procura de autores. Ao longo do ano outras irão surgir.
Divirtam-se com essa pesquisa!

A Professora
Helena Magalhães
(Equipa da Biblioteca Escolar)






sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Autor do mês de dezembro 2016


Álvaro Magalhães


Biografia de Álvaro Magalhães

Álvaro Magalhães nasceu no Porto em 1951 e é um escritor português.  No início do ano de 1980, Álvaro Magalhães começou por publicar poemas e poesias. Em 1982 publicou o seu primeiro livro para crianças: “Histórias com Muitas Letras”. Desde então, construiu uma obra singular e diversificada, que conta atualmente com mais de três dezenas de títulos e integra contos, poesia, narrativas juvenis e textos dramático.
Foi várias vezes premiado pela Associação Portuguesa de Escritores e pelo Ministério da Cultura 

Obras de Álvaro Magalhães 

Literatura infanto-juvenil

  • O estranhão,Porto Editora,2014; 
  • O menino chamado Menino, Porto, Edições Asa, 1983; 
  • A flauta Ternura, Lisboa, Horizonte, 1983; 
  • Isto é que foi ser!, Afrontamento, 1984; 
  • Histórias pequenas de bichos pequenos, Porto, Edições Asa, 1985; 
  • O Reino Perdido, Porto, Edições Asa, 1986; 
  • Os três presentes, Porto, Edições Asa, 1987; 
  • O jardim de onde nunca se regressa, Porto, Edições Litoral, 1987; 
  • O homem que não queria sonhar e outras histórias, Porto, Edições, Asa, 1988; 
  • O rapaz que voou três vezes, Porto, Edições Asa, 1989; 
  • A menina curiosa, Porto, Edições Asa, 1989; 
  • A princesa cobra, Porto, Edições Asa, 1990; 
  • O rapaz de pedra, Porto, Edições Asa, 1991; 
  • O prazer de ler, Porto, Edições Asa, 1997; 
  • A Ilha do Chifre de Ouro, Lisboa, D. Quixote, 1998; 
  • Maldita matemática!, Porto, Edições Asa, 2000; 
  • O limpa-palavras e outros poemas, Porto, Edições Asa, 2000; 
  • Enquanto a cidade dorme, Porto, Campo das Letras, 2000 
  • Hipopóptimos – Uma história de amor, Porto, Edições Asa, 2001; 
  • O senhor do seu nariz, Texto Editores, ilustrações de João Fazenda, 2006; 
  • O Último Grimm, Edições Asa, 2007; 
  • A profecia, quidnovi, 2009; 
  • O futebol ou a Vida, Porto, quidnovi, 2009 
  • Vampiros ou nem por isso, 2010; 
  • O Amor faz-te mal Valentim! (As crónicas do vampiro Valentim), Edições Asa, 2010; 
  • Todos os rapazes são gatos, Porto, Edições Asa, 2011; 
  • Seis fantasmas e meio, Edições Asa, 2012; 
  • O Senhor Pina, Porto, Assírio e Alvim, 2013; 
  • O Rapaz dos sapatos prateados, ASA, 2013; 
  • O Estranhão, Porto editora, 2014; 
  • O Estranhão 2: Acordem-me quando isto acabar, Porto Editora, 2015. 
  • Coleção Triângulo JotaO olhar do dragão, Edições Asa, 1989 
  • Sete Dias e Sete Noites, Edições Asa, 1989 
  • Corre, Michael! Corre!, Edições Asa, 1989 
  • A rapariga dos anúncios, Edições Asa, 1990 
  • Ao serviço de sua Majestade, Edições Asa, 1990 
  • O Vampiro do Dente de Ouro, Edições Asa, 1991 
  • O Beijo da Serpente, Edições Asa, 1992 
  • Guardado no coração, Edições Asa, 1993 
  • A Rosa do Egipto, Edições Asa, 1995 
  • O Assassino Leitor, Edições Asa, 1997 
  • Pelos teus lindos olhos, Edições Asa, 1998 
  • O Rei Lagarto, Edições Asa, 1998 
  • A História de uma Alma, Edições Asa, 1999 
  • A Bela Horrível, Edições Asa, 1999 
  • O Senhor dos Pássaros, Edições Asa, 1999 
  • O morto contente, Edições Asa, 2006 
  • As Três pedras do Diabo, Edições Asa (volume 1), 2002 
  • As Três pedras do Diabo, Edições Asa (volume 2), 2002 
  • As Três pedras do Diabo, Edições Asa (volume 3) , 2002 
  • O clube dos imortais, Edições Asa, 2014 
  • Jogo perigoso - 50 crónicas do futebol (2001) 
Bibliografia:
https://www.portoeditora.pt/autor/alvaro-magalhaes
https://pt.wikipedia.org/wiki/Álvaro_Magalhães
https://www.wook.pt/autor/alvaro-magalhaes/353
https://pt-pt.facebook.com/alvaro.magalhaes
https://pt-pt.facebook.com/public/Alvaro-Magalhaes


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

DE LIVRO EM LIVRO


O MISTÉRIO DA CASA QUEIMADA

  Eu aconselho a leitura deste livro, porque é uma aventura muito emocionante que relata um mistério sobre um estúdio em chamas.
    O estúdio de trabalho do Sr. Hick arde e o polícia começa a descobrir como aconteceu, mas não é o único a descobrir o caso, um grupo de crianças aventureiras quer ter o mesmo papel e vai encontrando várias pistas.
    No entanto, o polícia não é muito fã de crianças e, sempre que se dava de caras com elas, dizia-lhes: «Arreda» que, por acaso, era o nome que as crianças lhe davam de tantas vezes o ouvirem dizer.
    As crianças, cada vez mais entusiasmadas, inventaram um nome para o seu grupo: “OS CINCO DESCOBRIDORES E O SEU CÃO”, pois um membro da equipa tinha um cão muito bom com o seu farejar, o que lhes daria muito jeito!
    Foram interrogando várias pessoas e todos eles eram criados ou ex-criados do Sr. Hick, pois o homem não era conhecido pela sua bondade, mas, sim, pela sua riqueza. Nenhum criado gostava do patrão e, por isso, foram as pessoas que as crianças interrogaram.
    Depois de muito trabalho Os CINCO descobriram que foi o próprio Sr. Hick quem incendiou o estúdio. Ele vendeu uns documentos valiosos que tinha e depois incendiou o seu estúdio, dizendo que os documentos estavam lá dentro, porque assim ficaria com mais dinheiro (o seguro dar-lhe-ia o dinheiro dos documentos).
    Ele pensava que o seu plano era excelente e até era, mas não o suficiente para estas incríveis crianças, pois conseguiram desvendá-lo primeiro do que o “Arreda”. Quem os ajudou a desvendar o mistério foi o próprio Sr. Hick, pois ele, sem querer e sem se aperceber, soltou o segredo da boca de uma maneira muitíssimo discreta, denunciando-se. Os nossos descobridores aperceberam-se e conseguiram desvendar “ O Mistério da casa queimada”. 

Maria Tavares nº21, 5ºA





terça-feira, 22 de novembro de 2016

CONTANDO UMA HISTÓRIA


É sempre uma agradável surpresa ver o retorno do nosso trabalho. Neste caso, o fruto de uma história contada na Biblioteca da  Escola Básica de Pias, pelo Professor Bibliotecário à turma P4A. 

Os alunos desta turma do 4.º ano de escolaridade, sob a orientação da professora Carminda Moreira, através de um trabalho conjunto, resumiram de forma muito clara e concisa a história que ouviram, terminando com  o valor moral implícito  na história.
  
E como as ilustrações enriquecem sempre qualquer história, estes alunos complementaram o seu trabalho com um belo desenho.

Parabéns!

A Professora
Helena Magalhães
(Equipa da BE)


A semente de verdade

Há muito tempo, na China, vivia um menino chamado Ping que tinha um talento especial para cultivar flores. Cada planta tocada por ele, crescia viçosa e forte.
O imperador não tinha filhos, nem parentes próximos, para lhe suceder. Então, decidiu convocar todas as crianças do reino, incluindo Ping, para escolher um sucessor entre elas.
O imperador gostava muito de pássaros e de outros animais, mas preferia as belas flores. Ele próprio cultivava o seu jardim.
No dia marcado, todas as crianças se dirigiram ao palácio, onde o imperador lhes deu uma tarefa. Entregou-lhes sementes para eles cultivarem, disse-lhes que o prazo era de um ano e, que o trono seria daquele que trouxesse a flor mais formosa.
Como Ping era um excelente jardineiro, pensou que iria cultivar a melhor flor... Porém, por mais que ele se esforçasse, a semente não brotava da terra.
Após um ano, a semente continuava igual, sem germinar. Ping sentia-se envergonhado por ter que apresentar o seu vaso vazio ao imperador, perante todas as crianças.
O pai de Ping encorajou-o, dizendo-lhe que ele tinha dado o seu melhor, aplicando todos os seus conhecimentos sobre as plantas, por isso, deveria ir ao imperador e dizer toda a verdade, pois devemos ser sempre honestos e verdadeiros.
Ping, depois de ouvir o pai, rumou até ao palácio. No entanto, ao chegar, ficou assustado e nervoso, pois era a única criança que não levava consigo uma belíssima flor.
O imperador chamava as crianças, observava as flores, não sorria, nem mostrava contentamento.
Ping, intencionalmente, foi ficando para trás, sendo o último da fila e, quando se apercebeu, era a sua vez!...
Ping não conseguiu evitar as lágrimas, baixou a cabeça, pediu perdão e explicou que, por mais que se esforçasse, a semente não brotava.
O imperador disse-lhe para não se envergonhar, porque ele tinha feito o que era correto. Disse-lhe também que a sua grande virtude foi dizer a verdade, pois ele tinha queimado todas as sementes e nenhuma poderia germinar. Ele tinha sido o único que, de facto, tinha plantado a semente da verdade, por isso, seria o futuro imperador.
Nem sempre a verdade é bonita como uma flor, mas precisamos de encará-la com coragem, para deste modo, vencermos os desafios que se nos apresentam ao longo da nossa vida!

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