segunda-feira, 30 de maio de 2016

Biografia de Robert Louis Stevenson 

Robert Louis Stevenson (1850-1894) foi um escritor e poeta escocês que criou as célebres personagens do Médico e o Monstro Dr Jekyll e Mr Hyde.
Robert Louis (originalmente Lewis) Balfour Stevenson nasceu em Edimburgo, capital da Escócia. Filho de um engenheiro civil, era pressionado pelo pai a seguir mesma carreira, mas a saúde debilitada e a fraca inclinação para a área fizeram com que decidisse por uma carreira alternativa. Em 1866 entrou para a faculdade de Direito de Edimburgo. Lá, escreveu durante 1871 e 1872 para o jornal universitário, o Edimburgh University Magazine, revelando seu gosto e talento para a arte e literatura.
No ano de 1873, após concluir a faculdade, Robert muda-se para a cidade de Londres, Inglaterra, pois sentia-se deslocado no ambiente familiar, marcado por um clima coercitivo e pela inexorável moral e religiosidade puritanas. Na sua curta estadia na cidade, passa a frequentar os salões literários para, algum tempo depois, partir numa longa viagem pela Europa.
O ano de 1876 é importante na sua vida particular, pois, nesse ano, conhece uma mulher norte-americana dez anos mais velha, em França, chamada Fanny Osbourne, com a qual se casa em 1880, em São Francisco, Estados Unidos. Volta à Inglaterra e traz consigo a esposa e um enteado, chamado Lloyd Osbourne. No ano seguinte é internado na cidade de Davos, Suíça, para tratar uma tuberculose.
Conhece a notoriedade artística ao escrever, em 1886, The Strange case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde (O Médico e o Monstro), um de seus maiores sucessos literários. Com a morte do pai, em 1887, Stevenson volta para os Estados Unidos, onde continua a tratar a sua tuberculose. No ano seguinte aventura-se num veleiro por diversos arquipélagos do Pacífico-Sul, junto com a esposa e o enteado. Apaixonado pela paisagem paradisíaca, estabelece-se definitivamente em Apia, nas Ilhas Samoa, em 1889.
Morre prematuramente, em 3 de dezembro de 1894, aos 44 anos, enquanto escrevia sua obra-prima inacabada, Weir of Hermiston, vítima de uma hemorragia cerebral. Encontra-se sepultado em Stevenson Family Estate Grounds, Vailima, Tuamasaga em Samoa.
Considerado um dos mais importantes escritores britânicos do século XIX, está entre os autores mais traduzidos em todo o mundo. Foi, em vida, também um ferrenho ativista político, crítico social e humanista.


In “https://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Louis_Stevenson”

Equipa da BE/CRE


segunda-feira, 23 de maio de 2016

Estes trabalhos foram realizados por alunos do 5º D, nas aulas de Português da professora Margarida Alves, na sequência da leitura da obra ”O Estranhão,” de Álvaro Magalhães”.





Continuação da obra “ Estranhão”


Depois de estar só, disse:
- Estou a morrer, mas vou imaginar uma história para me consolar.
Num certo dia, uma senhora chamada Dama Chinesa teve uma filha, que era estranha. Dama Chinesa não sabia que a sua filha, quando cresceu, tinha começado a namorar com um assassino de trinta anos. Ela, quando estava com a mãe, era uma rapariga muito educada e nunca revelava a sua relação. Mas, um dia, o seu namorado estava a roubar e a filha da Dama Chinesa não sabia o que estava a acontecer, mas uma câmara gravou-os.
Mais tarde, a mãe viu o vídeo, porque um agente policial lho mostrou. Foram a tribunal e a mãe ordenou que executassem a sua filha e o namorado, pois, sendo ela juíza, tinha poderes para o fazer.
O Estranhão acordou!!!
“Afinal, sou normal.”
 Tudo tinha sido um sonho!
Acharam estranhas estas pequenas histórias? Então, leiam o “ESTRANHÃO” DE ÁLVARO MAGALHÃES!
                                                                                                                           Daniel Lima , 5.º D

                                                                                                                    


                                                       “Estranhão”

O rapaz Amêijoa ficou ali durante dias, durante semanas. Até que um dia, nas ruas começaram a aparecer todo o tipo de seres vivos aquáticos como golfinhos, lulas, polvos e até baleias.
As autoridades começaram a expulsar esses animais, mas, no dia a seguir, ali no mesmo local, começou a haver cada vez mais peixes.
E assim chegaram à conclusão que esses vinham até ao rapaz Amêijoa. Então, com umas cordas inquebráveis deram voltas e voltas nele. Toda a gente se reuniu para o puxar. Ele lá foi, mas ninguém mais o viu.
Esses animais que o seguiam foram atrás dele e nunca mais foram vistos na praia e até se dizia que eles se tinham extinguido.
E naquele local isolado do mundo nunca mais houve turistas.

                                                                                                              Mariana Alves, 5º D   

O estranhão

O Rapaz-Ostra era outro rapaz estranho, porque ele comia muitas ostras e pouco a pouco começou a ter características físicas de uma ostra.
Os seus pais, quando o viram, já em forma de ostra, pensaram que era um disfarce, mas como lhe pediram para o tirar e ele não obedeceu, começaram a ficar muito preocupados. Até que perceberam que não era um disfarce e que aquilo aconteceu, porque o João, o Rapaz-Ostra, comia muitas ostras.
Certo dia, João começou a ficar cada vez mais pequeno e a parecer-se cada vez mais com uma ostra, até que ficou mesmo igual a uma.
Pouco tempo depois, foram comer a um restaurante e experimentaram a especialidade da casa, que era arroz de marisco. Quando Maria, a mãe do João, ia comer uma ostra enganou-se e comeu o João.
Eles ficaram muito tristes com a perda.

Luísa Gonçalves, 5º D      

o rapaz – amêijoa

Os pescadores, os caçadores de coisas estranhas, jornalistas e curiosos apanharam o Rapaz-Amêijoa. Os jornalistas faziam entrevistas e os curiosos tiravam fotos. Depois de os jornalistas e curiosos fazerem as perguntas e tirarem fotos, o Rapaz-Amêijoa pediu aos pescadores que o levassem para a venda, mas sem sucesso, pois nenhum dos pescadores o quis levar.
O pobre Rapaz – Amêijoa foi dar uma volta pela praia, a chorar. Sentou-se numa rocha e, de repente, uma onda levou-o bem lá para o fundo do mar. Mas acabou por ter sorte e encontrar um grupo de amêijoas, com as quais fez amizade.
No dia seguinte, o grupinho, feliz, foi mostrar o mundo das amêijoas ao Rapaz – Amêijoa.
E feliz, ele viveu a sua vida no mar junto dos seus irmãos!

Beatriz Gomes, 5º D       


O RAPAZ-AMÊIJOA
 
Os pescadores começaram a ganhar dinheiro com o Rapaz – Amêijoa, pois para os jornalistas o fotografarem tinham de pagar bem pago.
Passados alguns anos, os pescadores começaram a fartar-se de ter o Rapaz-Amêijoa e decidiram vendê-lo por um milhão de euros a um museu que, alguns anos depois, fez também a mesma coisa.
O Rapaz-Amêijoa já estava farto de andar sempre de um lado para o outro.
Até que um dia, foi acolhido por uns cientistas que o mandaram para um jardim zoológico, onde conheceu uma Rapariga-Amêijoa.
Casaram-se, tiveram filhos e viveram felizes para sempre.
  
Ana Francisca Pereira, 5º D  

O Rapaz-Amêijoa

Quando as pessoas encontraram o rapaz-amêijoa, ficaram assustados por ser metade concha e metade humana.
O rapaz-amêijoa disse:
-Olá! Eu não tenho amigos, vocês querem ser meus amigos?
As pessoas responderam:
-Aaaaa, não sei mas porque é que tu estás com o corpo metade humano e metade concha?
O rapaz-amêijoa respondeu:
-Porque quando eu não tinha nascido, a minha mãe comeu muitas vezes marisco! Mas depois abandonou-me nesta praia.
As pessoas disseram:
-Então foi assim. Se tu quiseres viver connosco, podes vir à nossa casa!
E o rapaz-amêijoa interrogou:
-A sério? Obrigado, obrigado, meus primeiros amigos!
As pessoas perguntaram:
-Qual é o teu nome?
O rapaz-amêijoa respondeu:
-Eu não tenho nome, porque alguns meses depois de ter nascido, os meus pais abandonaram-me.
As pessoas disseram:
-Então vais chamar-te Mar, porque os teus pais abandonaram-te neste mar.
O rapaz-amêijoa respondeu:
-Que lindo nome!
E então eles ficaram junto numa casa.
Passados 10 anos, a amêijoa transformou-se em cabeça e todos ficaram felizes por Mar ser um menino normal.
E então apaixonou-se por ele uma menina chamada Mariana.
Depois de casar tiveram um filho meio peixe e meio humano.
Então, o Mar disse:
-Ó esposa, comes muito peixe! Mas não faz mal, o nosso filho quando for grande vai ser um rapaz normal!
A esposa do Mar concordou:
-Então está bem!
E, a partir daí, viveram os três felizes para sempre!

Zhixuan, 5º D




sexta-feira, 20 de maio de 2016

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Escritor do mês de maio

Biografia de 
Isabel Alçada Ana Maria Magalhães 



Ana Maria Magalhães, nome literário de Ana Maria Bastos de Oliveira Martinho, é uma escritora portuguesa, principalmente direcionada para a literatura infanto-juvenil. É principalmente conhecida por ter escrito a coleção Uma Aventura, em dupla com Isabel Alçada, ex-Ministra da Educação. Conheceu Isabel em Outubro de 1979, no primeiro dia do ano letivo, na sala de professores da Escola Básica Fernando Pessoa, em Lisboa. Ambas docentes de Língua Portuguesa nessa escola, publicaram o primeiro livro da saga, Uma Aventura na Cidade, em 1982. O número mais recente foi escrito e publicado em 2014.nasceu em Lisboa no dia 14 de Abril de 1946.
   Licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras de Lisboa. É professora de Português e História no ensino preparatório desde 1969. Professora destacada no serviço de ensino básico e  secundário de português no  estrangeiro durante dois anos. Formadora de professores de história. Professora destacada no Instituto de Educação Educacional para realizar um estudo sobre os hábitos de leitura das crianças e jovens portugueses. É uma escritora portuguesa de literatura infanto-juvenil. Esta escritora destacou-se pelos livros da  coleção  Uma aventura, destinados a jovens, que tiveram grande sucesso. Conheceu Isabel Alçada em 1976, à porta da escola Fernando Pessoa em Lisboa. Em 1982 escreveram o seu primeiro livro: Uma aventura na cidade. Não foi fácil arranjar editora. Só a Editorial Caminho quis apostar na edição do livro.
Isabel  Alçada, nome literário e profissional de Maria Isabel Girão de Melo Veiga Vilar, é uma professora e escritora portuguesa. nasceu em Lisboa no dia 29 de Maio de 1950.
Licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras de Lisboa. Orientadora de História durante três anos. Técnica do ministro da Educação para a reforma do ensino secundário. Professora convidada pelo Instituto de Inovação Educacional para realizar um estudo sobre os hábitos de leitura das crianças e  jovens portugueses. Foi Ministra da Educação. Iniciou-se na escrita juvenil em 1982, juntamente com Ana Maria Magalhães. Dessa parceria resultaram mais de 50 títulos da coleção ”Uma aventura”.
  

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Quatro ratos no Faroeste

De Gerónimo Stilton

Este é um livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura e eu gostei dele porque é uma aventura interessante. É um livro ilustrado o que o torna muito engraçado. Foi publicado pela 1.ª vez em fevereiro de 2011.
Gerónimo, Tea, Esparrela e Benjamim são os personagens desta aventura.
Passa-se no Faroeste, com calor, areia, em Cactus City… um comboio….um desfio…….. um xerife corrupto….incriiiiivel!!!!!

Divirtam-se…. Vão lê-lo.


Daniel, n.º 4, 5.º D

sexta-feira, 6 de maio de 2016


Encontro com Narciso Moreira


Narciso Moreira visitou a escola EBI de Tangil no dia 17 de março. Os alunos do 3º e 4º anos tiveram a oportunidade de conhecer melhor o escritor e comprar o seu livro “Um projeto e meio limão”.
Na Biblioteca Escolar estes alunos, tiveram curiosidade e fizeram-lhe muitas perguntas. Depois deste acontecimento, o escritor leu-nos algumas partes deste livro para em grupo, respondermos, a mais perguntas.
 No fim deste encontro, a aluna do 3º ano, Maria Oliveira, foi dar um presente de agradecimento ao escritor Narciso Moreira com a presença da professora Armandina Rodrigues.
 Reunimo-nos depois para comprar o livro “Um projeto e meio limão” e recebermos o autógrafo.
 Foi um momento muito interessante porque aprendemos o que era o em-pre-en-de-do-ris-mo (palavra tão complicada que precisamos de soletrar).
                                            




Márcia Leonor de Carreira Cotinho, T3A

                                                 
                              
          
Visita de Narciso Moreira à  nossa escola


No dia dezassete de março, tivemos a honra de receber o escritor “ Narciso Moreira”, na escola José Pinheiro Gonçalves.
As turmas do quarto ano reuniram-se na Biblioteca Escolar, para ouvirem falar um pouco sobre Narciso Moreira e do seu livro: “ Um Projeto e Meio Limão”, mas antes, eu, Maria, fiz uma pequena apresentação da vida do escritor.
Depois ele começou a falar sobre o livro. Leu uma parte dele, enquanto iam sendo projetadas as suas imagens num quadro interativo, que estava perto de nós. O livro era muito interessante pois ensinava como nós podíamos começar a ser empreendedores logo de pequenos.
De seguida, foram-nos feitas perguntas sobre o livro, e o escritor pediu dois voluntários para lerem as perguntas que estavam no quadro. Fui eu e um menino chamado Sandro. Estávamos sempre todos de acordo e quando íamos ver se a solução estava correta a resposta era sempre: ”está certa!”.
No final, cada um teve direito a fazer a pergunta que quisesse e quando já estavam a acabar eu perguntei “ É casado?” e todos se riram. O próprio escritor riu-se e disse que estava à espera dessa pergunta e respondeu que sim e que tinha um filho.
Achei o escritor muito simpático e o livro muito original e engraçado. Gostei tanto que o comprei, tal como muitos colegas meus


                                                                                  Maria Tavares - V4A



         Visita da Contadora de Histórias Augusta Santos


  No dia 15 de março, a Escola Básica Integrada de Tangil, recebeu a Contadora de Histórias Augusta Santos. Foi recebida com entusiasmo e expectativa pelos alunos do 5º, 6º e 7º anos.
O encontro iniciou-se com a apresentação da contadora, feita pela aluna, Bruna Bondoso, do 6º F. Augusta Santos, começou por nos contar a história de uma velha que tinha uma pereira no jardim. Esta dava umas pêras maravilhosas. Um dia, um velho mendigo bateu-lhe à porta para lhe pedir uma das suas maravilhosas pêras e em troca ele concedia-lhe um desejo. Qualquer pessoa que tocasse nas pêras ficava presa à pereira.
            Certo dia, a morte bateu-lhe à porta dizendo-lhe que a sua hora tinha chegado. Mas ela, antes da morte a levar disse-lhe que gostaria de ter um último desejo: dar-lhes a comer uma das suas deliciosas pêras. Ela pediu à morte que fosse apanhá-las e, por isso, ficou presa na árvore como a velha tinha previsto.
           Foi uma tarde bem passada, repleta de maravilhosas histórias!

                                                      Tânia J
                                                       Laura J
                                                       Mariana Rodrigues J
                                                       Bruna J
                                                       Adriana J
                                                           6ºF
                                                            
                                                      

                                               

quinta-feira, 5 de maio de 2016

A UNIVERSIDADE da coleção MONSTROS

Tradutora: Rita Almeida Simões
Adaptação de Lisa Ann Marsolli
Ilustrador: Fábio Laguna

O livro fala-nos sobre um mundo que sonha ser o melhor assustador.
Quando chegou à Universidade dos sustos conheceu um monstro e tornaram-se amigos.
Sempre juntos, em muita coisa, descobriram que o melhor da vida é a amizade.
E foi por isto que eu gostei muito de ler beste livro


Telmo, n.º 16, 5.º D