segunda-feira, 21 de maio de 2012



         Maio… mês de Maria, mês do coração, mês da Senhora da rosa, mês da mãe e…

     Foi precisamente no dia da mãe que recebi como presente o primeiro livro de poesia de José Luís Peixoto, é claro que não resisti e comecei a folhear.

      Como a curiosidade matou o gato, quando dei por mim estava a ler o último poema:

                                       “ não, ninguém saberá o que aconteceu.

                                          estou muito cansado.

                                          apetece-me dormir até morrer.”


 Não, não fiquei cansada, não me apeteceu dormir, muito menos morrer, apeteceu-me sim voltar a ler, a reler e continuar a ler… devagarinho e beber cada palavra, cada estrofe como se fosse a última vez.

Quero deixar aqui o meu pedido de desculpas a José Luís Peixoto por nunca ter lido a sua poesia. Confesso que, à primeira vista, não é uma leitura fácil, mas logo nos deixamos levar pela magia das palavras, pelo ritmo pausado e pela beleza da sua escrita.        

É fascinante a forma como o autor versa sobre a nostalgia, o sofrimento, a inquietação, a saudade, a ausência de um ente querido, a inquietação…

      Não percam, comecem já a ler e não se esqueçam de deixar aqui a vossa opinião!

  

… mês do autor português. Por isso, amanhã cá estarei para homenagear, um dos grandes vultos da literatura portuguesa do início do século XXI.

                                                                                                         

                                                                                              Rosa Faria




quarta-feira, 16 de maio de 2012







Só sei que nada Sei


Falando agora,

De teorias concretas,

De filósofos antigos,

Com mentes de poetas.



Só sei que nada sei,

É o tema original,

Da perfeita imperfeição,

Que cantou uma lealdade real



O provérbio antigo,

Que constrói um, ser

Com humildade rica

Que nos dá um bom viver

Uma mente que nada sabe

E uma mente que tudo sabe

São génios falsos

Que para tudo vale



Ninguém sabe o que não sabe

É só sabe que nada sabe.


Lucas Diniz, n.º 14, 6.º F

segunda-feira, 28 de março de 2011

A Vida Mágica da Sementinha

Autor: Alves Redol

"Eu gosto bastante do livro porque é giro e interessante.
Fala de uma bonita sementinha que tem uma bela viagem, na qual encontrou amigos e obstáculos, que acabou por vencer."

Marcos Temporão, n.º 19, 5.º C

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Dacoli e dacolá

Autor: Miguel Horta

Adorei ler o livro" Dacoli e dacolá" com os meus colegas de turma porque, como as pessoas, os livros também são amigos.
Nos livros há muita imaginação, fantasia, ...

O livro é um amigo
Com muita imaginação
Guardá-lo-ei sempre comigo
No fundo do meu coração

Eva de Sousa Gomes, n.º 10 , 5.º A

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Gostei muito do livro "O Beijo da Palavrinha" porque é um livro fascinante e emociona-nos.
As personagens do livro são muito corajosas em acompanhar a menina até à morte.
Adorei também as ilustrações.


        Tânia Taveira, n.º 17, 5.º E

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Ulisses


Autor: Maria Alberta Menéres


Eu gostei muito de ler o livro "Ulisses".

É muito criativo e as aventuras são muito radicais.

Ulisses passou por tudo ,aventuras e desventuras, para conseguir regressar para junto da sua família: Penélope, sua mulher, e seu filho Telémaco.

Aconselho-vos a leitura.

Vão ficar colados ao livro.


Beatriz Vaz, n.º 5, 6º B

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

A Fogueira das Vaidades


Autor: Tom Wolfe

Sherman MacCoy, com trinta e oito anos, é um investidor de Wall Street com sucesso, casado com Judy e com uma filha, Claire. O pouco tempo que dedica à família explica-se pelo trabalho absorvente, mas também pelo facto de manter uma amante: Maria Ruskin, uma loura sexy, jovem e fútil, casada com um multimilionário velho e doente, John Ruskin.
Uma noite, enquanto leva a sua amante para casa, Sherman engana-se no caminho e acaba por entrar num dos pontos mais pobres e perigosos do Bronx. Quando desce do carro para desobstruir a estrada, interrompida por sucata, dois jovens negros de aspecto sinistro aproximam-se. Sherman corre para dentro do carro e Maria acelera, acabando por atropelar um dos rapazes, contudo fogem.
No dia seguinte, o jornal noticia que um adolescente negro, Harold Lamb, foi atropelado e está no hospital, em coma. Quando acorda, descreve Sherman a Peter Fallow, um jornalista alcoólico que trabalha num jornal sensacionalista. A polícia encontra Sherman e ele admite o seu envolvimento, mas não conta sobre Maria, para protegê-la.
Sherman é preso e na cadeia, convive com criminosos perigosos.Quando é libertado, o chefe despede-o e ele fica na falência. A esposa abandona-o e vai-se embora com a filha Claire.
A amante, Maria Ruskin, recusa-se a ajudá-lo, pois não quer admitir que era ela quem conduzia na noite do “crime”, isso destruiria o seu casamento.
Enquanto decorre o novo julgamento, Harold Lamb morre no hospital. Sherman pode ser condenado a vinte e cinco anos de prisão.


Helena Esteves